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17 de junho de 2011

Barcelona: manifestantes desmascaram agentes provocadores da polícia

Protestos do 15-M são "recriados" pela grande mídia. Vídeo expõe manipulação

Policiais à paisana, vestidos como se fossem manifestantes, realizaram atos provocadores em Barcelona "incitando" a ação violenta de policiais fardados que, logo depois, esforçaram-se para defender os autores do suposto tumulto. Vídeo gravado pelos manifestantes mostra ação dos policiais infiltrados.No entanto, logo em seguida, o que se via no noticiário da televisão espanhola, TV3, era que os “indignados” haviam perdido a simpatia popular conquistada até o momento, depois de terem empregado violência nas manifestações em torno do parlamento. Graves atentados à liberdade de expressão estão ocorrendo na Espanha. O artigo é de Fabíola Munhoz, direto de Barcelona.

Fabíola Munhoz - Direto de Barcelona, Especial para Carta Maior

Continue a leitura AQUI.

19 de outubro de 2010

Manifesto das Mulheres Pró-Dilma Rousseff

Somos milhões de mulheres como Dilma

A onda de difamação e boataria que tem marcado a campanha contra a candidata à presidente Dilma Rousseff é um enorme retrocesso na vida política do país.

Vemos, indignadas, as tentativas de desqualificá-la e de transformar uma campanha democrática em uma “guerra suja”.

Comprovamos, indignadas, como as camadas mais retrógradas da sociedade brasileira não suportam as transformações que o governo Lula – com Dilma – trouxe para o país. Fazendo-o crescer com distribuição de renda e mais justiça social. Mais educação. Mais emprego e moradia. Mais saúde. Mais cultura. Mais comida na mesa dos brasileiros.

Como os ataques e boatos contra a Dilma têm sido, sobretudo, dirigidos a ela em sua condição de mulher, queremos aqui, ao lado de milhões de mulheres brasileiras, defendê-la.

Somos mulheres cidadãs, trabalhadoras, independentes, profissionais, donas de casa. Somos mulheres de todos os feitios, profissões e crenças. Somos mulheres de todas as idades: jovens, filhas, mães, avós e bisavós. Muitas entre nós foram, como Dilma, presas, torturadas, perseguidas, viveram no exílio, na clandestinidade. Muitas, entre nós, viveram, como ela, o mesmo processo de luta contra a Ditadura Civil-Militar que por 21 anos esmagou e envergonhou nosso país. Muitas, entre nós, viveram, como a Dilma, todo o processo de luta que nos trouxe ao país de agora que ela está ajudando a construir. Somos todas Marias, Clarices, Dilmas e Severinas.

Queremos a continuidade das transformações pelas quais o país vem passando. Queremos uma vida melhor para todos os brasileiros. Queremos homens, mulheres, jovens e crianças vivendo felizes em um país de tolerância e justiça social.

O que decidiremos, no dia 31 de outubro, é o aprofundamento dessa alternativa de crescimento com justiça social, ou o retrocesso de crescer concentrando renda e aumentando a miséria do país. É isso o que está em jogo. Por isso, queremos Dilma como presidente!

São Paulo, 16 de outubro de 2010.
Assine o manifesto AQUI.
Imagem: RNW

7 de outubro de 2010

PT anuncia medidas contra "guerra suja" na campanha

Do Mulheres com Dilma:

Combate à “guerra suja” de boatos na campanha

O Partido dos Trabalhadores anunciou duas medidas importantes para combater os boatos e as falsidades contra a campanha de Dilma Rousseff. A coligação Para o Brasil Seguir Mudando lançará um manifesto para acabar com a "guerra suja" vista no final do primeiro turno das eleições presidenciais.

O segundo ponto é o pedido à Polícia Federal (PF) para investigar a autoria do panfleto apócrifo distribuído ontem no encontro nacional do PSDB e aliados que apóiam a candidatura de José Serra. O texto orienta como difundir uma campanha contra Dilma na internet. O caso foi noticiado no blog do jornalista Fernando Rodrigues.

"O manifesto faz uma análise do primeiro turno e contém uma avaliação de como deve ser a discussão do segundo turno, que vai balizar a ação política da militância do PT e dos partidos aliados", disse o presidente do PT, José Eduardo Dutra, após reunião da Executiva do partido, em Brasília.

Segundo ele, "queremos evitar e repelir esta verdadeira guerra suja que está sendo feita por alguns setores, tentando inclusive colocar temas religiosas como centro de uma disputa eleitoral".

No documento, além de combate à boataria, os partidos da coligação querem comparar os projetos das gestões Lula e Fernando Henrique Cardoso. Também apontarão os problemas questionamentos sobre as privatizações dos anos 90, a dependência de programas do Fundo Monetário Internacional e sobre o marco regulatório do pré-sal, que mudou o sistema de concessão para o sistema de partilha de produção de campos de petróleo.

“Vamos continuar fazendo uma campanha de debate de idéias, de projetos. Todas as vezes que nos sentirmos caluniados, atacados, todas as vezes que detectarmos prática de crimes vamos recorrer aos órgãos competentes", garante Dutra.

17 de julho de 2010

Pelo fim da publicidade infantil




MANIFESTO

Pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil

Em defesa dos diretos da infância, da Justiça e da construção de um futuro mais solidário e sustentável para a sociedade brasileira, pessoas, organizações e entidades abaixo assinadas reafirmam a importância da proteção da criança frente aos apelos mercadológicos e pedem o fim das mensagens publicitárias dirigidas ao público infantil.

A criança é hipervulnerável. Ainda está em processo de desenvolvimento bio-físico e psíquico. Por isso, não possui a totalidade das habilidades necessárias para o desempenho de uma adequada interpretação crítica dos inúmeros apelos mercadológicos que lhe são especialmente dirigidos.

Consideramos que a publicidade de produtos e serviços dirigidos à criança deveria ser voltada aos seus pais ou responsáveis, estes sim, com condições muito mais favoráveis de análise e discernimento. Acreditamos que a utilização da criança como meio para a venda de qualquer produto ou serviço constitui prática antiética e abusiva, principalmente quando se sabe que 27 milhões de crianças brasileiras vivem em condição de miséria e dificilmente têm atendidos os desejos despertados pelo marketing.

A publicidade voltada à criança contribui para a disseminação de valores materialistas e para o aumento de problemas sociais como a obesidade infantil, erotização precoce, estresse familiar, violência pela apropriação indevida de produtos caros e alcoolismo precoce.

Acreditamos que o fim da publicidade dirigida ao público infantil será um marco importante na história de um país que quer honrar suas crianças.

Por tudo isso, pedimos, respeitosamente, àqueles que representam os Poderes da Nação que se comprometam com a infância brasileira e efetivamente promovam o fim da publicidade e da comunicação mercadológica voltada ao público menor de 12 anos de idade.

Participe, assine o manifesto AQUI*. E conheça o Instituto Alana AQUI.

*Nota: onde está escrito RG, caso dê falha, substitua pelo CPF.

21 de abril de 2010

Quando a TV Globo quis se apropriar de um bem simbólico do Brasil



O relógio dos 500 anos do Brasil

Está fazendo 10 anos que a TV Globo quis se apropriar de parcela do simbolismo da nossa história. A intenção se materializou em um relógio de estética duvidosa.

Esse relógio, em nome de contar os dias e as horas que faltavam para o fechamento dos 500 anos da chegada dos colonizadores portugueses à Bahia, foi espalhado em réplicas por inúmeras cidades brasileiras.

Uma imposição intolerável, uma aberração estética, uma pretensão descabida, uma apropriação desavergonhada, um roubo simbólico sem precedentes.

A reação das pessoas foi de indignação e revolta.

Em Porto Seguro, em Florianópolis, em Curitiba, em Porto Alegre, as manifestações foram no sentido de destruir aquela impostura, construída com o consentimento e entusiasmo subalterno do então governo FHC. Em Brasília o "monumento" foi flechado pelos índios, que também protestavam pelo reconhecimento pleno de seus direitos e em memória do holocausto que sofreram durante cinco séculos de convivência desigual e opressiva com a cultura euro-cristã.

Os fatos aconteceram no dia 22 de abril de 2000, dez anos atrás, uma data que ficará marcada pela revolta popular contra o roubo simbólico de nossos valores autênticos, a apropriação privada de parcela do nosso patrimônio memorialístico e a indignação da cidadania contra as imposturas e falsificações das oligarquias brasileiras - representadas pela TV Globo e o governo predador de FHC.

Em Tempo: É curioso que os portais G1 e Globo.com das Organizações Globo (família Marinho) tenham banido o seu famoso e breguíssimo relógio dos 500 anos. Não há "relógio-dos-500-anos" nos arquivos da TV Globo. Parece que a Globo se envergonha de ter feito o que fez. Caso contrário, por que motivo esconde a materialidade de suas pretensões de apropriação simbólica?

Fonte: Diário Gauche
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E o massacre da RBS em cima do Governador Olívio Dutra, em virtude da manifestação ocorrida em Porto Alegre, na qual o bendito relógio foi quebrado e os capachos errebessianos não paravam de protestar? Até essa barbaridade foi cometida no RS. E para que? Para que mesmo?

11 de dezembro de 2009

Jornal JÁ adia manifestação


Campanha ‘JÁ – 25 anos em 2010’ ficou para janeiro


Em virtude das previsões de chuvas, com possibilidade de ocorrer tempestades, a direção do jornal JÁ decidiu suspender a manifestação em apoio à manutenção da publicação do jornal, inicialmente marcada para este domingo, 16, no Parque da Redenção. “Vamos retomar em janeiro”, informou o diretor do jornal, Elmar Bones da Costa.

Fonte: Coletiva News

8 de novembro de 2009

UNE repudia expulsão da estudante de Turismo da UNIBAN


No dia 22 de outubro, o Brasil assistiu cenas de selvageria. Uma estudante de turismo da Universidade Bandeirante (São Paulo) foi vítima de um dos crimes mais combatidos na sociedade, a violência sexista, que é aquela cometida contra as mulheres pelo fato de serem tratadas como objetos, sob uma relação de poder desigual na qual estão subordinadas aos homens. Nesse episódio, a estudante foi perseguida e agredida pelos colegas, hipoteticamente pelo tamanho de vestido que usava, e só pôde deixar o campus escoltada pela polícia. Alguns dos alunos que a insultaram gritavam que queriam estuprá-la. Desde quando há justificativa para o estupro ou toleramos esse tipo de violência?


Pasmem, essa história absurda teve um desfecho ainda mais esdrúxulo. A Universidade, espaço de diálogo onde deveriam ser construídas relações sociais livres de opressões e preconceitos, termina por reproduzir lamentavelmente as contradições da sociedade, dando sinais de que vive na era das cavernas. Além de não punir os estudantes envolvidos na violência sexista, responsabiliza a aluna pelo crime cometido contra ela e a expulsa da universidade de forma arbitrária, como se dissessem que, para manter a ordem, as mulheres devem continuar no lugar que estão, secundárias à história e marginalizadas do espaço do conhecimento.


É naturalizado, fruto de uma construção cultural, e não biológica, que os homens não podem controlar seus instintos sexuais e as mulheres devem se resguardar em roupas que não ponham seus corpos à mostra. Os homens podem até andar sem camisa, mas as mulheres devem seguir regras de conduta e comportamento ideais, a partir de um padrão estético que a condiciona a viver sob as rédeas da sociedade, que por sua vez é controlada pelos homens.


Esse desfecho, somado às diversas abordagens destorcidas do fato na mídia, demonstram a situação de opressão que todas nós, mulheres, vivemos em nosso cotidiano. Situação em que mulheres e tudo o que está relacionado a elas são desvalorizados e depreciados. A mulher é vista como uma mercadoria - ora utilizada para vender algum produto, ora tolhida de autonomia e direitos, ora violentada, estigmatizada e depreciada. É essa concepção que acaba por produzir e reproduzir o machismo, violência e sexismo, próprios do patriarcado. Tal concepção permitiu o desrespeito a estudante.


Nós, mulheres estudantes brasileiras, em contraposição a essa situação, estamos constantemente em luta até que todas as mulheres sejam livres do machismo, da violência, do desrespeito e da opressão que nos cerca.


Repudiamos o ato de violência dos alunos contra a estudante de turismo, repudiamos a reação da mídia que insiste em mistificar o fato e não colocar a violência de cunho sexista no centro do debate e denunciamos a atitude da universidade de punir a estudante ao invés daqueles que provocaram tal situação.


Exigimos que a matrícula­ da estudante seja mantida, que a Universidade se retrate publicamente e que todos os agressores sejam julgados e condenados não somente pela instituição, a Uniban, mas também pela Justiça brasileira.

Somos Mulheres e Não Mercadoria!


Diretoria de Mulheres da UNE -União Nacional dos Estudantes


Mais informações:

Augusto Chagas, Presidente da UNE
Celular: 11 9238-3565

Fabiola Paulino, Diretora de Mulheres da UNE
Celulares: 32 9902-2291 ou 32 8814-0949

Deborah Moreira, assessora de imprensa da UNE
Celular: 11 8934-4919

http://imprensaune.wordpress.com


Leia também: UNE repudia violência sexista na Uniban/SP



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Atenção SP!!!

O Movimento de Mulheres do ABC está organizando um ato para exigir, da direção da UNIBAN, que reveja sua descabida decisão.

Estarão na porta da UNIBAN amanhã, segunda-feira, dia 9/11/2009, às 18h, denunciando este absurdo e exigindo que as recebam para a entrega de um manifesto, que denuncia a violência contra a mulher e o machismo em nossa sociedade, que faz com que a vítima se torne culpada.

Por favor, divulguem e compareça.

Maria Cristina Pache Pechtoll

9362-3540 (cel)


4 de setembro de 2009

Faltam policiais em Boqueirão do Leão...




...enquanto sobram em manifestação popular: Ato "Fora Yeda",04/09/2009.

Sobre esse estado de coisas, leiam o RSurgente AQUI e AQUI.

Fotos: Dialógico

24 de junho de 2009

Sai Fora, Gilmar Mendes!

Do blog Sai Gilmar:


MANIFESTAÇÃO
Sai Fora, Gilmar Mendes!

Na quarta-feira, 24 de junho, a partir das 18h, acontece manifestação nacional pela saída de Gilmar Mendes do STF. E, desta vez, somam-se outros setores sociais que não mais suportam calados tantos desmandos nos poderes da República.

As manifestações serão promovidas pelo Movimento Saia às Ruas, uma mobilização que reúne cidadãos e cidadãs de todas as classes sociais, religiões e idades, todos unidos por um país mais justo. [comentário: pode parecer preciosismo, mas eu não quero apenas um país MAIS justo, eu quero um país JUSTO... relativamente, temos hoje um país MAIS justo do que vinte anos atrás, mas não basta... minha sugestão é que fique apenas "país justo", sem o relativismo que representa o mais]

Nos últimos meses, o Brasil tem sofrido várias derrotas e retrocessos em termos de garantia de direitos, sem se dar conta de que algumas das nossas conquistas mais nobres estão sendo ameaçadas. O STF, na gestão do pecuarista e empresário Gilmar Mendes, resolveu fazer o jogo sujo que sempre é visto no Congresso desmoralizado por Sarney, Renan Calheiros, Jáder Barbalho, Maluf, ACM e outras pragas da vida política. O povo sofre porque a Justiça trata pobres e ricos de maneira desigual. Nota-se que os privilégios de classe e o preconceito contra os movimentos sociais persistem na mais alta corte do Brasil. Somos traídos por quem deveria zelar pela – e não destruir a – democracia.

Ao libertar o banqueiro Daniel Dantas e criminalizar os movimentos populares, o pecuarista e empresário Gilmar Mendes revela a mesma mentalidade autoritária contra a qual uma geração inteira de militantes e trabalhadores lutou, com o objetivo de derrubar a ditadura civil-militar que nos sufocou entre 1964 e 1985.

O Brasil já não admite a visão achatada e conservadora da lei, aplicada acriticamente para oprimir os mais fracos. O Brasil já não atura palavras de ordem judiciais – como “Estado de Direito”, “devido processo legal” ou “princípio da legalidade” – apresentadas como se fossem mandamentos divinos para calar o povo. Já não há espaço no Brasil para um Judiciário das elites, um Judiciário das desigualdades.

Por tudo isso, gritamos, em várias cidades do Brasil: SAI FORA, GILMAR MENDES!

Participe! Lute pelos seus direitos!

MANIFESTAÇÃO EM BRASÍLIA:

Local: Praça dos três poderes, em frente ao Supremo Tribunal Federal STF

Quarta-feira, 24 de junho de 2009

Hora: a partir das 18h, em três capitais brasileiras,

MANIFESTAÇÃO EM BELO HORIZONTE:

Local: Rua Goiás, 226, Centro;

MANIFESTAÇÃO EM SÃO PAULO – SP:

Local: Avenida Paulista, 1842 (Prédio do TRF-3)