18 de novembro de 2010
RBS anuncia geração espontânea de problemas no RS
1 de outubro de 2010
21 de setembro de 2010
Não contamine seu lixo
17 de setembro de 2010
16 de setembro de 2010
PT contraria o ditado: a dor NÃO ensina a gemer!
11 de setembro de 2010
Espionagem II
5 de setembro de 2010
A empulhação política guasca tem endereço
A empulhação política a que gente de boa fé tem sido submetida nos últimos 25 anos, e que fez o RS eleger Pedro Simon [PMDB], José Gogaça [PMDB], Antônio Britto {PMDB/PPS], Germano Rigotto [PMDB], Sergio Zambiasi [RS] e Yeda Cruisus {PSDB], entre tantos e tantas, tem esse endereço:
É aqui, que governos com recorte popular são detonados, bombardeados dia sim, outro também. A novidade, que, diferente dos anos 90, temos a Internet como espaço democrático e cidadão.
E uma mentira produzida pela velha mídia monopolizada/oligopolizada não se sustenta[rá] por muito tempo.
31 de maio de 2010
A lorota da FORD por Kayser
10 de abril de 2010
Os engenheiros e a FASE

Atento à tramitação do Projeto de Lei na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembléia Legislativa, o SENGE formalizou correspondência ao Deputado Fabiano Pereira, presidente da Comissão de Serviços Públicos daquela casa.
Na manifestação oficial (vide a íntegra abaixo) protocolada na terça-feira dia 6, o presidente do Sindicato José Luiz Azambuja declara que a entidade é, a princípio, favorável à idéia da descentralização das operações da Fundação de Atendimento Sócio-educativo (antiga Febem) a partir da permuta da área situada próxima ao estádio do Internacional.
O SENGE, porém, identifica flagrantes “imprecisões” na minuta do projeto, que não contém, por exemplo, nem mesmo os dados completos de extensão e ângulos internos da gleba, o que impede a identificação e mesmo o mais simples cálculo da área total atingida.
Azambuja considera inexplicável a celeridade no trâmite e defende que seja feita de forma imediata uma real avaliação do terreno e benfeitorias, e que acima de tudo, sejam levados em consideração os aspectos sócio-ambientais e a revitalização que a realização a própria Copa do Mundo trará àquela região da cidade.
Por outro lado, o Sindicato questiona formalmente a ausência no Projeto de Lei do detalhamento dos projetos descentralizados, objetos centrais da permuta. Sem isso, segundo José Azambuja, qualquer avaliação ficará prejudicada.
Íntegra da carta:
Carta nº 087/2010-SG
Porto Alegre, 05 de abril de 2010.
Exmo. Sr.
Deputado Fabiano Pereira
D.D. Presidente da Comissão de Serviços Públicos
Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul
Nesta Capital
Excelentíssimo Senhor Deputado:
O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio Grande do Sul, entidade civil representativa da sociedade gaúcha, que congrega mais de 50.000 profissionais da área das engenharias, está interessado em contribuir na discussão da implementação do objeto abrigado no Projeto de Lei 388/2009, que autoriza a Fundação de Atendimento Socio-educativo do Estado do Rio Grande do Sul (Fase) a alienar ou permutar o imóvel onde hoje estão situadas suas unidades em Porto Alegre, por áreas localizadas na região metropolitana e em outros locais, no estado, que seriam equipadas para receber os menores hoje hospedados na unidade centralizada.
No exame inicial da questão o Sindicato compreende e tende a apoiar a justificativa da proposta de descentralização da FASE, uma iniciativa que também já recebeu o apoio de inúmeras instituições da sociedade civil, incluindo aquelas vinculadas à solução da violência urbana e de reencaminhamento social dos menores infratores.
A minuta do Projeto de Lei descreve a área de maneira imprecisa, pois não contém os dados completos de extensão e ângulos internos da gleba, o que impede a identificação e mesmo o mais simples cálculo da área total atingida. A mera descrição de extensões, sem um mapa demonstrativo ajustado, pode induzir a êrros de identificação da área em discussão. Pelos recursos que já se tem hoje disponíveis para medição e levantamento de benfeitorias, um procedimento assim não se justifica.
Outro elemento que falta na descrição se refere à área total da gleba a ser dada em permuta, pois a única menção de área de terras contida no documento cita um terreno de pouco mais de 1 hectare. Circulam informações de que se trata realmente de uma área com cerca de 74 hectares.
Aspectos agravantes são levantados para dificultar a definição, e se referem ao patrimônio ambiental da gleba de terras. Haveria no terreno regiões de mata com resquícios de pampa, diversas espécies nativas e nascentes hídricas. Sabe-se de fonte segura que houve um levantamento ambiental recente, executado pela Fundação Zoobotânica, que assevera a necessidade de que porções do terreno sejam impedidas de ocupação para outros fins que não a da simples preservação.
E mais, também haveria construções antigas de conformação importante, e possível presença histórica, das quais se aconselha que igualmente sejam preservadas.
Por último, segundo se sabe, parte dessa área poderia estar sendo ocupada por moradores, alguns há décadas, o que requer naturalmente outro tipo de enfrentamento do problema.
Preocupa a nossa entidade que se faça uma avaliação profissional do imóvel, que por sua privilegiada situação, tendo em vista a topografia e localização à beira do rio, em zona muito valorizada, especialmente com a proximidade da região onde serão realizados jogos da Copa do Mundo, e pelas recentes mudanças nos índices construtivos de ocupação urbana, pode assumir valores muito interessantes como moeda de troca.
Uma operação desse porte e natureza não pode ser feita apressadamente, de modo especial considerando que o Estado tem corpo técnico suficientemente capaz de realizar os estudos necessários a definir as melhores soluções a adotar.
Aspectos essenciais não estão suficientemente apresentados no Projeto de Lei, que não traz detalhamento das ações e nem cronologia, e também não teve juntados os projetos de ocupação para as áreas descentralizadas, o que é uma temeridade para a realização de uma operação deste porte sem o adequado planejamento estratégico.
A ciência das instalações para cuidados hospitalares, de reeducação e mesmo de reclusão, é plenamente dominada pelos profissionais das áreas especializadas, entre esses os engenheiros e arquitetos e tantas outras modalidades profissionais, motivo pelo qual reafirmamos a necessidade de este tipo de proposta ser acompanhada de um elenco de projetos executados com o devido planejamento.
Algumas perguntas, no entanto, precisam ser formuladas pela Assembléia Legislativa, e respondidas pelo proponente Executivo Estadual, antes que sejam tomadas as decisões sugeridas. Questões como as que são a seguir relacionadas:
1) Qual a dimensão e definição geográfica, incluindo as confrontações, da área a ser cedida ?
2) A área a ser cedida na permuta envolve ocupação por terceiros, além das instalações físicas realmente ocupadas pela FASE ?
3) Foi feita uma avaliação regular, por profissionais habilitados, da gleba a ser cedida ?
4) Se é esperado que na permuta a proponente à aquisição deve oferecer em troca terrenos e construções em outros locais, qual o conjunto de necessidades que deverão ser atendidas em cada uma das unidades descentralizadas, por essa permuta ?
5) Existem projetos para as áreas descentralizadas da Fase, que serão dadas em troca pelos adquirentes, pela área a ser cedida ?
6) Estão sendo levantados os critérios para valorar as áreas e benfeitorias que serão dadas em troca ?
7) Há garantias de que haverá concorrência pública para receber propostas para a permuta ?
Para todas as respostas às indagações acima relacionadas deverá haver a identificação dos profissionais legalmente habilitados que aconselham, participam e subscrevam a solução que foi adotada.
O Sindicato dos Engenheiros solicita à Assembléia Legislativa do RS que atue no seu âmbito, no sentido de proporcionar mais tempo à sociedade gaúcha, especialmente às entidades de classe ligadas ao tema, para conhecer e debater com clareza o assunto.
A solução pode se encaminhar no sentido de que o Projeto de Lei seja devolvido ao Executivo com a recomendação que agregue o conjunto de estudos que orientaram o propósito buscado, sem os quais fica impossível avaliar a real dimensão do empreendimento e os efeitos a ser ocasionados no grupo humano atingido pelas medidas.
Atenciosamente,
José Luiz B. de Azambuja
Diretor Presidente
7 de abril de 2010
Já existe até projeto das casas da FASE
Mas que espetáculo!
O projeto do executivo, que descentraliza a FASE e, ainda por cima, prevê a venda do terreno da Borges de Medeiros para a iniciativa privada: i) não foi apreciado pelas deputadas e pelos deputados estaduais; ii) não traz as especificações das unidades a serem construídas, como número de prédios, acomodações, equipamentos, etc; iii) por não ter sido apreciado nas Comissões existentes, muito menos em Plenário, ainda não foi aprovado; iv) em caso de aprovação, segue-se para a licitação; v) após a licitação, é que se sabe qual empresa foia vencedora [lembrem-se, apenas em caso de aprovação do PL 388]; E A ZERO HORA, versão online, APRESENTA UM MODELO DE UNIDADE DA FASE, com uma singela notinha "Divulgação ZH"?
Mas que gente, arrogantemente, cara de pau!
Porque engana, descaradamente, o público leitor. Trata de um tema como pauta vencida, seduzindo o leitor com esse projeto de arquitetura, como aqueles apresentados em caderno sobre o tema. O desavisado olha o modelito e diz "uau, que coisa legal, como alguém pode ser contra isso". Ou seja, a criatura que leu sobre o assunto ao lado, não registra que o PL 388 ainda passará por uma etapa do rito legislativo, mas já "sente" que o "negócio é bom", porque, afinal de contas, "a casa é bonita, tem até quadra esportiva".
Porque, além de enganar, manipula informações. Não escreve que o PL 388 não contém especificações para o projeto arquitetônico. E, ainda por cima, mente, porque, além da ausência dessas especificações, dá a entender que a ZH é a responsável pela construção das tais unidades.
Não basta legenda com "Divulgação ZH", sem informar quem divulga o que. Neste caso, estamos frente a uma propaganda subliminar do ramo imobiliário da família Sirotsky: a construtora MAIOJAMA [Maurício, Ione, Jaime e mais a MA]. E que, à luz da Constituição Federal, trata-se de uma ilegalidade, porque meios de comunicação não podem manter propriedade cruzada. Como o artigo não foi regulamentado pelo Congresso Nacional, a turma faz pouco caso e segue lépida e faceira.
Ao criar um elemento sedutor - um interessante projeto de casa para acolhimento de jovens em situação de atividades socioeducativas - a empresa midiática escamoteia o seu real interesse em abocanhar o terreno, numa jogada escandalosa, que explicita as suas relações com o gover-ninho de Yeda Crusius [PSDB].
Atenção, Ministério Público! Propaganda mentirosa nas páginas virtuais da RBS, com descarada assunção de ligações nada republicanas entre essa empresa privada e o Governo RS.
13 de fevereiro de 2010
Direita midiática conspira em São Paulo
Os inscritos que desembolsarem R$ 500 poderão ouvir as opiniões de famosos reacionários sobre as “ameaças à democracia no Brasil” e as “restrições à liberdade de expressão”. Marcel Granier, dono da golpista e corrupta RCTV, que teve sua outorga cassada pelo governo venezuelano, fará a palestra de encerramento. A lista de palestristas convidados causa náuseas: o fascistóide Denis Rosenfield, o racista Demétrio Magnoli, o pitbul Reinaldo Azevedo, o bravateiro Arnaldo Jabor, o líder da seita xiita Opus Dei, Alberto Di Franco, além de vários comentaristas da TV Globo.
O sinistro Instituto Millenium
O evento, que tem o apoio da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert) e da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), é uma iniciativa do sinistro Instituto Millenium. Esta entidade reúne poderosos banqueiros, industriais e barões da mídia e pretende ser um centro de aglutinação dos defensores da “economia de mercado”, como descreve seu sítio. Ela é presidida por Patrícia Carlos Andrade, que foi analista dos bancos Icatu e JPMorgan, e é filha do falecido jornalista Evandro Carlos de Andrade, um dos mentores da Central Globo de Jornalismo.
O instituto não tem nada de neutro ou plural. É controlado pelas corporações empresariais. Entre os mantenedores estão Jorge Gerdau, o barão da siderurgia, Sergio Foguel, da Odebrecht, Pedro Henrique Mariani, do Banco BBM, Salim Mattar, do grupo Localiza, e Marcos Amaro, da TAM. O gestor do fundo patrimonial da Millenium é Armínio Fraga, o ex-presidente do Banco Central na era neoliberal de FHC. Os barões da mídia têm expressiva presença na entidade. Entre os dez principais mantenedores estão João Roberto Marinho, das Organizações Globo, e Roberto Civita, da Abril. Seu conselho editorial é dirigido por Eurípedes Alcântara, diretor de redação da Veja.
A resposta dos movimentos sociais
O repórter Adriano Andrade, num excelente artigo para o jornal Brasil de Fato, demonstrou que o Instituto Millenium representa a nata da direita brasileira. Patrícia Andrade chegou a assinar o “manifesto contra a ditadura esquerdista na mídia”, escrito pelo fascistóide Olavo de Carvalho. A entidade também promove anualmente o risível “dia da liberdade de impostos”. Para o repórter, a Millenium lembra duas instituições que tiveram papel de relevo na preparação do golpe militar de 1964 – o Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD) e o Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais (IPES), ambos financiados pelo governo dos EUA e pelos grupos monopolistas nativos.
O evento de 1º de março bem que mereceria uma resposta organizada dos movimentos sociais, alvo das manipulações constantes da mídia hegemônica. O demonizado MST, as ridicularizadas centrais sindicais, a estigmatizadas entidades estudantis, além das forças opostas a todos os tipos de discriminação, como a de gênero e a racial, poderiam aproveitar este evento conspirativo da direita midiática para protestar contra a “criminalização dos movimentos sociais e pela autêntica liberdade de expressão”. Nada mais democrático do que protestar contra a ditadura da mídia.
10 de fevereiro de 2010
Conselho de Comunicação é pauta unânime entre organizações
09.02.2010
A avaliação, corroborada por todos os representantes do segmento consultados pelo Observatório do Direito à Comunicação, é que a instituição do Conselho Nacional seria fundamental neste momento porque, em primeiro lugar, não seria uma medida complexa. Com um pequeno esforço do Executivo e do Congresso, ele poderia ser criado ainda antes do início do período eleitoral. Somado a isso, esse órgão poderia funcionar como local privilegiado para impulsionar a realização de todas as outras deliberações que foram aprovadas na Conferência (são 665 no total). Até o consultor jurídico do Ministério das Comunicações e principal articulador do governo na Confecom, Marcelo Bechara, sinalizou com a importância de manter os segmentos em permanente diálogo, por meio da criação do Conselho.
Os membros do Congresso e do governo também não teriam, em princípio, muitos motivos para não implementar a proposta, já que ela contou com a adesão unânime de todos os delegados presentes na Confecom. O texto da resolução diz que, além do Conselho Nacional, devem ser criados conselhos municipais, estaduais e distrital, como instâncias de formulação, deliberação e monitoramento de políticas de comunicações no país. Eles devem ter a participação do poder público, dos empresários e da sociedade civil. Entre outras atribuições, eles podem convocar audiências e consultas públicas sobre temas diversos, incluindo a concessão ou renovação de outorgas de serviços de comunicação, e indicar a realização de conferências de comunicação.
Este novo órgão não se confunde com o Conselho de Comunicação Social, criado pela Constituição de 1988. Este último demorou onze anos para ser implementado, funcionou por quatro anos e, desde 2006, não está mais ativo. Sua reativação também foi aprovada na Confecom, porém, ele não é considerado tão prioritário como o Conselho Nacional de Comunicação.
No entanto, na análise dos representantes da sociedade civil, nem essa proposta nem as demais vão virar realidade se não houver pressão social para isso. “Foram quase setecentas propostas aprovadas e sem uma agenda comum será complicado avançar. Para exigir qualquer resolução o movimento precisa estar organizado, pressionando”, acredita Carolina Ribeiro, integrante do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social.
Espaços de articulação
Uma das maneiras de se construir uma agenda comum entre os movimentos seria com a realização de fóruns com este fim. É o que defende a jornalista do Portal Vermelho, Renata Mielli, membro da Comissão Paulista Pró-Conferência e uma das delegadas do estado à etapa nacional. “O principal agora é manter a articulação. Se os movimentos que se organizaram forem tomando decisões isoladas, isso é ruim. Precisa ter uma atuação conjunta. É preciso, nos estados e em nível nacional, constituir comissões, como foram as pró-conferência, que foram um local de articulação. Não sei se é preciso manter a mesma estrutura [das comissões pró-conferência], mas algum espaço de discussão dos movimentos precisa continuar”, opina.
É o que já vem ocorrendo em alguns estados, como o Rio de Janeiro. O jornalista e membro da Comissão Estadual Pró-Confecom Álvaro Britto explica que a ideia do movimento local em relação às propostas aprovadas na Conferência é definir prioridades gerais, sem prejuízo daquelas que são específicas das organizações. “Provavelmente em março, o Rio realizará um grande encontro com os delegados e observadores que foram à etapa nacional e outros militantes da democratização da comunicação para definir essas prioridades. Até lá, estamos estimulando a reorganização das regionais - o Sul Fluminense, por exemplo, se reunirá no dia 27 deste mês - e realizando o debate de avaliação”, informa Britto.
A forma que a sociedade civil deve adotar para continuar trabalhando conjuntamente, porém, ainda não está muito desenvolvida. Para alguns, é importante, por exemplo, manter a continuidade das comissões pró-conferência. Tanto em nível nacional quanto estadual. Para a representante do Conselho Federal de Psicologia na coordenação executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Roseli Goffman, essa não seria a saída adequada no momento. “Existem diferenças dentro do movimento social, mas são de forma e não de conteúdo. A CNPC (Comissão Nacional Pró-Conferência) teve sua função. Agora a pauta é união. Negociar as pautas possíveis, fazer pautas conjuntas”, disse ela.
“Temos que promover eventos estaduais e nacionais, desenvolver parcerias. Dar oportunidade para a voz popular não se separar, dando oportunidade para que as pessoas falem e ouvir as novas ideias”, disse Roseli, que também acredita que o momento eleitoral será importante, pois “nenhum candidato poderá negar o processo [da Conferência], que envolveu tanta gente”. Segundo ela, o FNDC já está preparando um evento nacional – ainda sem data – para discutir o cenário pós Confecom.
Arte: Intervozes - Vídeo Levante a sua voz
6 de janeiro de 2010
E a FASE?

Escreve o Animot:
Yeda, ACM, e o terreno da ex-Febem
ACM, quando Prefeito biônico de Salvador, entregou à especulação imobiliária 25 milhões de metros quadrados de terras, ou seja, quase 10% da superfície de Salvador, através da Lei da Reforma Urbana, promulgada às vésperas do natal de 1968. Com isso, o ACM liquidou os estoques de terras públicas da capital baiana, inviabilizando qualquer possibilidade de a cidade criar planos de habitação. As terras foram vendidas ao preço de CR$ 2,35 o metro quadrado. Terras preciosas situadas no núcleo de expansão da cidade, entre a BR 324 e a orla, sobretudo aquelas que se encontravam onde viria a ser a Avenida Paralela e que se mantinham imunes aos especuladores, por força das clausulas de aforamento, foram para eles transferidas da noite para o dia.
A governadora Yeda Crusius sempre ficará atrás de Antônio Carlos Magalhães, pois ACM ao menos era um político capaz e articulado, ainda que usasse sua capacidade e sua articulação para seus fins enviesados. Mas o caso do terrenão da Fase (foto acima) nas vizinhanças da Av. Padre Cacique que será vendido para alguma construtora de imóveis é aceêmico ao menos no quesito da transferência de terras públicas preciosas para privados. Talvez seja aceêmico também no quesito cruzeiros/m².
A que vem esse negócio nessa hora? É desconsiderar o interesse público vender um patrimônio desses às pressas, sem maiores esclarecimentos ou debates transparentes, profundos e multilaterais.
O governo do estado diz, pelo secretário Fernando Schüler, em entrevista realizada segunda-feira, que (1) a discussão sobre a descentralização da Fase (ex-Febem) tem ao menos 15 anos, e que é preciso fazer com que os menores fiquem mais próximos das suas famílias, muitas das quais são de cidades do interior do estado. Isso justificaria, segundo o governo Yeda, (2) a permuta do terreno da Fase em Porto Alegre por áreas públicas ou privadas em cidades do interior.
Mas não tal há justificação. Se o governo quer terrenos no interior do estado, isso não exige a venda de terreno na capital. São duas coisas muito diferentes, e não há necessidade alguma de vincular a aquisição de terrenos no interior à venda do terreno na capital.
Ou seja, a justificativa do governo Yeda para vender o terreno da Fase em Porto Alegre não cola.
Há um terceiro elemento, ainda da entrevista do secretário de Yeda:
Apresentador André Machado: Para entender como funciona, essa área extremamente valorizada da Padre Cacique, especialmente agora com a Copa do Mundo chegando e o Beira Rio vai ser o palco dessa área, uma empresa, possivelmente uma construtora, tem interesse ali e ao pegar aquela área, ela vai construir unidades da Fase em outros municípios. É isso?
Secretário de Justiça e Desenvolvimento Social do Estado, Fernando Schüler: Exatamente. É uma permuta por licitação. Teremos um comitê de acompanhamento externo amplo, mas essencialmente há uma concorrência direta e o vencedor terá a obrigação de construir no padrão determinado pelo Estado, com controle bastante forte, essas unidades adaptadas dentro do padrão. O projeto arquitetônico é feito pelos técnicos da própria Fase, a empresa que ganhar a licitação faz a construção e evidentemente a melhor proposta a partir da construção das unidades e dos valores que forem oferecidos será a vencedora. Um ponto central do projeto é que todo o recurso obtido ou toda permuta direta será utilizada apenas na construção das unidades descentralizas. Ou seja, é uma forma que o Estado encontrou de preservar o seu patrimônio. Hoje é um patrimônio que não serve para sua finalidade, nós teremos um outro patrimônio público, ele será todo público, tombado para o Estado, mas adequado à finalidade que é a recuperação socioeducativa dos adolescentes infratores.
Ou seja, (3) uma construtora leva um terreno valorizado na capital, em troca constrói unidades
da Fase no interior. Aqui o risco de se criar uma aceêmica mãe de todas as bandalheiras é enorme. Talvez estejamos para ver, no RS de hoje, aquilo que os soteropolitanos viram no final dos anos 60: terrenos públicos vendidos a 2 cruzeiros o metro quadrado.
É verdade que as crianças e adolescentes recolhidos nas unidades da Fase precisam ficar próximos das suas famílias, e é nobre que se busque meios de aproximá-las. Mas é torpe vender patrimônio público como se fosse realização de uma causa nobre. E realizar o negócio em tais bases, envolvendo uma construtora que colocará as mãos em uma área nobre, é menos do que torpe. É aceêmico.
Sobre o projeto de venda do terreno nobre nas vizinhanças da Av. Padre Cacique em troca da construção de unidades da Fase no interior, o secretário de Yeda diz:
Sem tirar recursos do orçamento, será uma pequena revolução no sistema da Justiça Juvenil.
Esse simplesmente não é o ponto. Não vamos nem discutir o exagero retórico da "pequena revolução", o que me parece abuso verbal sobre um público que está sendo abusado de diversas formas. Vamos focar no "sem tirar recursos do orçamento". Ora, o ponto que preocupa não é esse, mas sim o neoaceemismo.
O aceemismo estilo vésperas do natal de 1968 faz duas coisas erradas. Primeiro, vende um bem público que faz falta no presente, e fará mais falta ainda no futuro. Segundo, o vende por meros 2 cruzeiros/m². O que mais preocupa é o primeiro erro, pois o futuro tem o hábito de virar presente. Aliás, é por isso que escolhemos governantes, os quais devem ser guardiões do futuro.
Há um quarto ponto a ser considerado. O secretário de Yeda diz, no trecho da entrevista reproduzido acima, que (4) o patrimônio público é preservado com essa proposta. Seu raciocínio parece ser o seguinte: (4.1) a Fase manterá sua capacidade de atendimento, (4.2) estará mais próxima da população atingida, e (4.3) a aproximação se fará com dinheiro privado.
Temos que admitir que, se um serviço se torna mais acessível, o serviço foi melhorado. Isso nos leva a desejar a construção de unidades da Fase no interior do estado, pelos motivos indicados pelo secretário: os pais de muitos menores são do interior.
Mas serviço público é uma coisa, patrimônio público é outra. Ninguém discute a necessidade urgente de melhorar os serviços públicos. Aliás, é o que mais exigimos do governo Yeda. Considerando tudo, seria ótimo se Yeda pelo menos não tivesse piorado os serviços públicos, fechando dezenas de escolas no RS, por exemplo. Que se melhore os serviços é dever e promessa de políticos, mas que se confunda serviço com patrimônio ou é erro puro e simples, ou é má-fé.
Não há nenhuma relação entre o serviço prestado pela Fase, o qual deve melhorar, e a necessidade de vender o terreno da Fase. Imaginação contrária é confusão, ou engodo.
Claro, poderíamos perguntar: mas, de onde virá o dinheiro para construir as novas unidades da Fase? A resposta é simples: do mesmo lugar de onde Yeda tirou R$150.000.000,00 para dar à fábrica de cigarros Souza Cruz, em troca da geração de 250 empregos. Sobre este negócio, o economista Roberto Iglesias disse:
É vergonhoso dar R$ 150 milhões para um empreendimento que gera 250 empregos. Qualquer que seja o ponto de vista que se olhe, isso não faz sentido.
Eis os custos públicos de cada emprego gerado, segundo o economista Clóvis Panzarini:
Cada emprego custou R$ 600 mil. Com esse dinheiro, você poderia pagar R$ 1.300 por mês para um professor por 35 anos. E ele daria aula, não fabricaria cigarro.
Tânia Cavalcanti, do Instituto Nacional do Câncer, complementa:
A indústria lucra e deixa o prejuízo do tratamento para a sociedade como um todo. Não tem o menor sentido essa política. O governo gaúcho está na contramão das boas práticas contra o fumo.
O governo Yeda deu 150 milhões de reais em isenções fiscais a uma fábrica de cigarros, a qual gera 250 empregos, os quais saem mais caro para nós do que os empregos de funcionário públicos como professores e policiais. Isso não quer dizer apenas lucrar às custas do público, pois se trata da geração de gastos públicos: cigarros geram doenças, e os governos gastam no tratamento dos males do cigarro uma vez e meia o que arrecadam, isso quando arrecadam, o que não é nosso caso.
É claro que o dinheiro tem que vir do estado, pois se trata de um serviço estatal. Não se deve iludir o público com o oximoro do serviço público sem custo algum. No caso, estamos tratando do patrimônio público, o qual pode ser construído com dinheiro privado. Isso era comum em Roma, isso acontecia na São Paulo de Chateaubriand e famílias concorrentes. Mas a proposta do governo Yeda não entra nessa categoria, visto que mistura construção de patrimônio com abdicação aceêmica do mesmo.
Há um quinto elemento na discussão: (5) é o público, e não uma construtora privada, quem deve decidir o que fazer com o terreno da Fase. Digamos que o público escolha que devam ser construídas escolas e hospitais públicos, além de museus, zonas de preservação e moradias populares. A construtora vencedora da licitação construirá tudo isso e se sentirá paga pelos sorrisos? Certamente não. De modo que é bom deixá-la de fora disso. O secretário de Yeda tem razão quando diz que o terreno não serve para abrigar a Fase, mas é o público e não uma construtora quem deve dizer qual sua serventia.
Em resumo, inaptidão política de Yeda Crusius à parte, teríamos na Porto Alegre das vésperas do natal de 2009 a triste reprise dos eventos aceêmicos das vésperas do natal da Salvador de 1968 --- e também uma evidência de que as maldades natalinas de Yeda vão além da mão nos bolsos de professores e policiais.
Atualizado em 7/01/2010, 1h18min.
O promotor Celso Tres é a pedra no sapato dos Sirotsky em SC

Importante notícia pescada do blog O Partisan:
MPF/SC aciona mais uma vez União por descaso em fiscalização de litoral
5/1/2010 16h38
Com nove praias, Imbituba tem menos de 500 imóveis cadastrados na SPU
O Ministério Público Federal em Santa Catarina (MPF/SC) propôs mais uma ação civil pública contra a União, por meio da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), a fim de condená-la por não ter identificado os terrenos de marinha passíveis de regularização e demarcação no Loteamento Rosa Sul, localizado na Praia de Porto Novo, em Ibiraquera, município de Imbituba. O Loteamento Rosa Sul é de propriedade da empresa Maiojama Participações Ltda, com sede em Porto Alegre.
A ação requer, ainda, que sejam cobradas as respectivas taxas (foro, laudêmio e taxa de ocupação), bem como que se proceda o desapossamento, nos casos em que não seja possível a regularização. O respectivo loteamento ocupa uma área de 223.782,00 m² e se localiza em área de preservação permanente e terreno de marinha, bem da União.
A ação, que corre na Justiça Federal de Laguna, teve início com a instauração de inquérito civil público (ICP) pela Procuradoria da República em Tubarão. Segundo o procurador da República Celso Antônio Tres, conforme as vistorias realizadas durante o ICP por técnicos do MPF, Ibama, Polícia Ambiental e da própria SPU, ficou evidenciado a precariedade do projeto, “cuja instalação compromete seriamente a função de proteção da zona costeira local, o que levou inclusive à suspensão da LAP concedida pela Fatma”, informou o procurador.
Questionada, a SPU respondeu que a empresa “estaria cadastrada” como ocupante de terras de marinha, bem como que o Ibama teria indeferido o pedido de autorização para supressão de vegetação. Conforme a SPU, estão cadastrados seis imóveis, somando uma área total de 6.923,90 m² (de propriedade de Porto Fino Empreendimentos Administração e Participação Ltda – incorporada por Maiojama Participações Ltda.), sem contudo identificar se tais lotes integram ou não o Loteamento Rosa Sul.
Segundo o procurador Celso Tres, o MPF, ao buscar a preservação da orla, tem ajuizado inúmeras ações penais contra os edificadores clandestinos. Da mesma forma, em casos específicos, também têm sido propostas ações civis demolitórias - inúmeras, inclusive, julgadas procedentes pela Justiça Federal. Em relação aos novos loteamentos, diversas ações civis públicas têm sido interpostas, incluindo no pólo passivo, além do empreendedor, o órgão licenciador ambiental, a fim de que seja cumprido o estudo e relatório de impacto ambiental (EIA/Rima). Porém, para ele, a União contribui para a proliferação das ocupações ilícitas. “A Secretaria de Patrimônio tem, injustificadamente, negligenciado sua imperiosa atuação, abandonando a orla à própria sorte, omitindo-se nas construções e obras irregulares. É a situação do Loteamento Rosa Sul”.
Para embasar a ação, o procurador apresentou o total dos valores arrecadados pela SPU, em 2009, até o mês de agosto. Entre taxa de ocupação, laudêmio e foro, o Estado arrecadou R$ 19.616.654,31. Para Celso, “com cerca de 560 quilômetros de praias, é fácil deduzir que é ínfima a arrecadação referente às edificações construídas em terreno de marinha no litoral catarinense”. Outro dado levantado na ação é de que, entre as nove praias do município de Imbituba (da Vila, Vermelha, do Rosa, Ibiraquera, Itapirubá, D'água, Ribanceira, do Luz e do Porto) constam regularizadas como imóveis dominiais apenas 429 propriedades.
Saiba mais – Na primeira quinzena de dezembro do ano passado, o MPF propôs ação civil pública contra a União, a fim de condená-la pelas mesmas razões, porém em relação ao Loteamento Balneário Campos Verdes I, II e III, em Balneário Campo Bom, localizado no município de Jaguaruna. O respectivo loteamento ocupa uma área de 1.585.000 m² e também se localiza em área de preservação permanente e terreno de marinha. Outro dado levantado na ação é de que entre os dez balneários que integram o município de Jaguaruna, totalizando aproximadamente 38 km de praias, constam regularizados nos cadastros da SPU como imóveis dominiais apenas 34 propriedades.
4 de agosto de 2009
A voz do líder das oligarquias gaudérias
RBS TV E ZERO HORA SOB CENSURA

.
.
O sagrado direito à informação - dogma do Estado Democrático de Direito - está sendo vilipendiado nas bandas do Brasil Meridional.
Dois dos mais importantes veículos de comunicação do Rio Grande do Sul - beneficiários de 80% das verbas de publicidade do governo tucano - estão calados diante da bandalheira generalizada e do acanalhamento das instituições estaduais.
Na xexelenta gazetinha impressa da famiglia Sirotsky, a corrupção e a incompetência administrativa do desgoverno Yeda Crusius desapareceram das manchetes e das páginas internas. Na TV, nem se fala. Você poderá ver o porta-voz das oligarquias guascas tecendo loas a uma mesa de salames ou jubilar-se diante de uma vitrine de ametistas, mas não o ouvirá dizer palavra sobre as sem-vergonhices reinantes no Palácio Piratini.
Vasculhe os arquivos recentes do tablóide gaúcho e tente encontrar algum editorial questionando o "desaparecimento" de Yeda Crusius por quase 10 dias. O máximo que conseguirá é uma notinha dizendo que ela foi vista em Canela, na Serra Gaúcha, correndo atrás de ovelhinhas - ai, que amor!
Procure reportagens recentes sobre o escândalo do Detran, em que tucanos e apaniguados meteram a mão em mais de R$ 40 milhões. Procure, também, saber em que pé estão as investigações sobre a morte misteriosa de Marcelo Cavalcante, ex-colaborador de Yeda, que apareceu boiando num lago de Brasília. Procure notícias frescas sobre a Operação Solidária. Procure o desdobramento das denúncias de Lair Ferst, o lobista arrecadador da campanha eleitoral de Yeda, que acusa sua mentora de receber mesada de criminosos. Procure notícias com o nome do ex-Ouvidor Adão Paiani, que denunciou um cabeludo esquema de arapongagem institucional dentro do Palácio do governo. Procure alguma mísera matéria sobre Ricardo Lied, o chefe de gabinete de Yeda apanhado com a boquinha na garrafa. Procure, procure, procure!
O povo que vê TV e lê o que chamam de jornal está impedido de saber o que se passa em seu estado. Está instalado o Reino das Trevas.
Isso não pode continuar. Aguardamos as manifestações da ANJ, da OAB, da ABI, da PQP...
Estão solapando a Imprensa livre.
Basta de tesoura!
1 de julho de 2009
11 de maio de 2009
Além da chinelagem da RBS, o que pretende a Veja?
Mas não adianta a RBS se fazer de boazinha neste exato momento. Está mais do que sabido o seu envolvimento na campanha eleitoral 2006 pró-Yeda Crusius, bem como a blindagem que promoveu, até Fogaça [PRBS-PMDB] aparecer, informalmente, como futuro candidato desta coligação ao Governo do RS. O descaramento da RBS já aparece, quando, ao se reeleger, dias depois, Fogaça posa como suposto nome ao Piratini nas páginas do jornaleco da Azenha.
E em se tratando de apoio da RBS à então candidata Yeda Crusius [PSDB], o Dialógico estampou a formação de subjetividade pró-Yeda, graças às imagens fornecidas pelo amigo do blog A Carapuça, num debate promovido pela TV COM em outubro de 2006:


Provavelmente, a reclamação foi grande e, antes que e empresa pudesse ser responsabilizada por crime eleitoral, trataram de suspender o golpe.
Na nossa hipótese, acreditamos que há dedo do PSDB nacional nessa confusão. Não é de hoje, que há rumores de descontentamento dos dirigentes nacionais com a desgovernadora. Escândalos de corrupção, às vésperas de eleição para Presidência da República, é tudo que José Serra e cia. temem, pois podem atrapalhar a campanha. Já bastou a cassação de Cássio Cunha Lima [PSDB/PB].
Como a revista dos Civita perdeu de vez a credibilidade; como o RS perdeu prestígio nacional; como é preciso desviar a atenção do Governador José Serra [PSDB/SP] frente aos que ainda se prestam a ler essa publicação do PIG; pautar os escândalos do desgoverno Yeda Crusius, pelos Civita, é uma boa saída para angariar simpatias, "sanear" o PSDB e partir para uma eleição tucana em 2010, com tudo "ético" [sic].
Nós desconfiaremos sempre das atitudes da imprensa golpista. Essa gente tem lado, e é o lado do capital financeiro. Como a "fruta" Yeda está podre, é bem provável que a árvore "PSDB" queira extirpá-la para bem não contaminar a eleição de 2010 de seu provável candidato. Nada mais "natural" que a Veja sirva de meio para acabar de vez com o reinado da rainha das pantalhas.
4 de abril de 2009
Critério editorial BBB

Na casa da Zerolândia:
Fonte: JornalismoB
24 de março de 2009
Nosso apoio ao Prof. Wladimir Ungaretti
Pois não é que o fotógrafo Ronaldo Bernardi, da Zero Hora, Grupo RBS, em ação judicial, quer parar de receber críticas fundamentadas sobre a sua atuação profissional, impedindo o professor Wladimir Ungaretti da UFRGS de escrever em seu blog?
Isso que é exemplo de democracia, hein??? Cadê a grita contra a perseguição de jornalistas???
Ungaretti, toda a nossa solidariedade e nosso apoio! Graças às tuas leituras, podemos analisar uma fotocampanha, ou prática de showrnalismo, denominações que muito bem te apropriaste [não as criaste]. Já tem muita gente que aprendeu, o quanto Zero Hora briga com a notícia, bem como adora "secos e molhados"; quando não, submeter leitores e leitoras à "subjetividade violência total".
Já não és único, somos muitos, muitos mais!!!
Imagem: agência celeuma imagem
3 de março de 2009
Yeda visita a FSP

Ficou mal acostumada a ser blindada pelo grupelho do seu Sirotsky!!!