8 de março de 2011
O feminismo negro como perspectiva
21 de novembro de 2010
Pesquisa sobre parlamentares negros eleitos em 2010
Negros/as eleitos
Confira a pesquisa da Educafro!
20 de novembro de 2010
20 de Novembro: Dia da Consicência Negra
A consciência de um povo
5 de setembro de 2010
O Globo Mente! Cancele!
13 de maio de 2010
A Cor do Poder
Fonte: INESC
Valorização da cultura negra
26 de abril de 2010
Notícias do Quilombo das Palmas
O Coletivo Catarse entrevistou os ruralistas que estavam vigiando o acesso ao Quilombo de Palmas em Bagé - RS, no dia 18 de abril. O INCRA pediu auxílio a Polícia Federal para acessar o quilombo ontem, dia 23, para realizar uma reunião com a comunidade.
10 de março de 2010
Catarse o o longa Tambor do Sopapo
Projeto sobre o Tambor de Sopapo: filmagens de longa-metragem estão a pleno
[...] este é parte integrante de um projeto que vai procurar trazer à tona um pouquinho de uma história insistentemente apagada pelo positivismo branco que tomou conta dos relatos "históricos" do Rio Grande do Sul e tratou de apagar quaisquer traços da contribuição do negro na construção do estado.
Então, pra procurar derrubar um pouco deste mito do gaudério branquinho, base do ideal tradicionalista do 20 de setembro, a gente resolveu pegar o mote da existência de um tambor típico e surgido - a partir de derivações que respeitam a origem africana e a territorialidade local - na região das charqueadas pelas mãos dos escravos.
Estes negros... Estes, sim, responsáveis pelo crescimento e enriquecimento de Pelotas e Rio Grande em uma fase da história do RS. [...]
Assistam ao vídeo produzido pela Catarse e transmitido na tv pública brasileira, TV Brasil:
9 de março de 2010
Repórteres no pelourinho

No flagrante, a indolente negra Anastácia, que não entendia a importância do estupro consensual para a miscigenação da civilização brasileira
A direção da Folha de S.Paulo, simplesmente, autorizou a um elemento estranho à redação (mas não aos diretores), o sociólogo Demétrio Magnoli, a chamar de “delinquentes” dois repórteres do jornal, autores de matéria sobre a singular visão do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) da miscigenação racial no Brasil. Vocês, não sei, mas eu nunca vi isso na minha vida, nesses 24 anos de profissão. Nunca. Por tabela, também o colunista Elio Gaspari, que desceu a lenha no malfadado discurso racista de Demóstenes Torres, acabou no balaio da delinquencia jornalística montado por Magnoli.
Das duas uma: ou a Folha dá direito de resposta aos repórteres insultados (Laura Capiglione e Lucas Ferraz), como, imagino, deve prever o seu completíssimo manual de redação, ou encerra as atividades. Isso porque Magnoli, embora frequente os saraus do Instituto Milleniun, não entende absolutamente nada de jornalismo e confundiu reportagem com opinião. A matéria de Laura e Lucas nada tem de ideológica, nem muito menos é resultado de “jornalismo engajado” (contra o DEM, na Folha??). A impressão que se tem é que houve falha nos filtros internos da redação e deixaram passar, por descuido ou negligência, uma matéria cujas conseqüências aí estão: o senador Torres, sujeito oculto da farsa do grampo montada em consórcio entre a Veja e o STF, virou, também, o símbolo de um revisionismo histórico grotesco, no qual se estabelece como consensual o estupro de mulheres negras nas senzalas da Colônia e do Império do Brasil.
A reação interna à repercussão de uma matéria elaborada por dois repórteres da sucursal de Brasília, terceirizada por Demétrio Magnoli, é emblemática (e covarde), mas não diz respeito somente à Folha de S.Paulo. O artigo “Jornalismo delinquente”, publicado na edição de hoje (9 de março de 2010), na página de opinião do jornal, nada tem a ver com políticas de pluralidade de opiniões, mas com intimidação pura e simples voltada para o enquadramento de repórteres e editores, e não só da Folha, para os tempos de guerra que se aproximam. A recusa de Aécio Neves em ser vice de José Serra deverá jogar o DEM, outra vez, no vácuo dos tucanos, a reviver a dobradinha iniciada entre Fernando Henrique Cardoso e o PFL, de triste lembrança. O imenso mal estar causado pela fala de Demóstenes Torres na tribuna do Senado Federal, resultado do trabalho rotineiro de dois repórteres, acabou interpretado como inaceitável fogo amigo. Capaz, inclusive, agora, de a dupla de jornalistas correr perigo de empregabilidade, para usar um termo caro à equipe econômica tucana dos tempos de FHC.
Demétrio Magnoli, impunemente, chama a reportagem da Folha de S.Paulo de “panfleto disfarçado de reportagem”, afirmação que jamais faria, e muito menos a publicaria, sem autorização da direção do jornal, precedida de uma avaliação editorial e política bastante criteriosa. O fato de se ter permitido a Magnoli, um dos arautos da tese conceitualmente criminosa de que não há racismo no Brasil, insultar dois repórteres e o principal colunista da Folha, em espaço próprio dentro de uma edição do jornal, deixa a todos – jornalistas e leitores – perplexos com os rumos finais da velha mídia e de seu inexorável suicídio editorial em nome de uma vingança ideológica, ora baseada em doutrina, ora em puro estado de ódio racial e de classe.
2 de fevereiro de 2010
Invisibilidade secular

O artigo abaixo foi escrito pela deputada federal Janete Rocha Pietá, que foi discriminada por uma funcionária do Cerimonial da Presidência da República durante o lançamento dos programas Bolsa Copa e Bolsa Olímpica, em Brasília, no dia 26/01/2010. O texto traz a dor da mulher e militante negra, que mesmo antes de ser eleita deputada federal sempre batalhou pelos direitos de todos os brasileiros, sejam mulheres, afrodescendentes e minorias.
A senhora, deputada!!!???… Como é que eu nunca lhe vi…. ?
Chove em Brasília e na minha face correm lágrimas. Não há consolo para julgamento sumário. Saí com vida, porém a dor, a humilhação, a indignação cidadã me corroem a alma. Em pleno século XXI sinto o açoite da chibata. As diferenças que ferem a cidadania. O milenar olhar de superioridade e de indicação da porta da cozinha ou da senzala. Como uma mulher afrodescendente, que ousa fazer um penteado afro, de tranças rasteiras, que não chega arrogante, olhando de cima, ostentando brancura, ouro, e cercada de um séquito de assessores, é deputada federal!?.. Não pode ser deputada. Está mentindo! Não lhe permito o acesso e com olhar soberbo a humilho frente à platéia que espera a vez de passar pela revista para acessar o evento com a presença do presidente da República. Tenho poder de julgar, esnobar e colocá-la no seu devido lugar. Tenho o poder de poder oprimir deste lugar em que estou, vestida e investida de autoridade.
Cumpri todas as formalidades de quem acessa ao evento. Entrei na fila, esperei minha vez para buscar meu pin de acesso às cadeiras de deputados(as). A única regalia para nós deputadas é não passar pela revista da bolsa e sabe-se como é uma bolsa de mulher… Aliás, hoje quando vou ao Banco também deixo minha bolsa nos armários que ficam do lado de fora. É sempre catastrófico, chaves, celulares, moedas, sombrinha… e a porta eletrônica a trancar e apitar. Eis a mulher que me olhou de cima e me ouviu dizer as palavras inacreditáveis, em tom baixo quase coloquial: “Sou deputada federal”. Ao que ela me interpelou severa: “A senhora, deputada!!!???… Eu nunca lhe vi nos eventos presidenciais!” Calmamente respondi: “A senhora não é obrigada a conhecer os 513 deputados e deputadas, mas como pessoa do cerimonial deveria olhar para minha lapela e reconhecer meu broche de deputada, cartão de visitas aqui e em qualquer ministério”. Ao que me respondeu com grande autoridade: “Sou do cerimonial da presidência”. Ao que respondi: “Vou procurar o responsável pelo cerimonial”. Fui, e ela de longe me olhava com desprezo. Depois descobri que era terceirizada, o que é secundário pelo que o feito revela.
Sei que hoje uma parlamentar que zela por ser séria tem que enfrentar desprezo e zombarias por causa dos que não se comportam com ética, e porque em regra tudo acaba em pizza (ou panetone). É doloroso, porém, esse sentimento generalizado contra os políticos, uma vez que boa parte dos que se elegem são pessoas sérias. Mas, a secular discriminação racial e social contra aqueles que foram oprimidos e seus descendentes, ainda mais por quem tem a tarefa de recepcionar na República, é muito mais dolorosa. É intolerável. É de chorar, como chorei copiosamente depois.
A cerimônia, com a presença do presidente Lula, governador e prefeito do Rio, ministros da Justiça, Esporte, Turismo e da Casa Civil, era para apresentar mais um passo num novo paradigma de segurança pública, um avanço para a categoria policial militar, que através da Bolsa Copa e da Bolsa Olímpica trará capacitação e aumento do soldo dos profissionais de segurança e bombeiros envolvidos nas operações de segurança nas sedes dos dois eventos esportivos. Certamente fará parte da capacitação dos agentes de segurança destacar a chaga da discriminação racial no Brasil e os caminhos para evitá-la.
Nós, negros e negras do Brasil, temos o direito à visibilidade e ao respeito em qualquer lugar. Chega de julgamentos sumários, negados quando se exerce o direito de defesa, mas reiterados pelo silencioso e frio olhar seguinte. Chega de ter que fazer sincretismos para sermos aceitos pela casa grande. Chega de invisibilidade forçada.
Acreditem, somos menos de 5% de deputados e deputadas federais negros. É hora de o Senado aprovar o Estatuto da Igualdade Racial, que teve que ser muito atenuado para passar na Câmara. É hora de uma nova educação para aplicar o princípio constitucional de que todos somos iguais. É hora de não se conformar, de protestar em cada caso, num mutirão prático-educativo assumido por dezenas de milhões de negros e negras. Lembrar que assim como lugar de operário também é na presidência da República, nos ministérios, no Parlamento, o lugar do negro e da negra é em qualquer lugar de poder: na política, na administração, no judiciário… A maioria da nação, negros e negras, quer a visibilidade a que tem direito. E, por suposto, quer respeito.
Janete Rocha Pietá (Mulher e militante negra, política fundadora do PT e atualmente deputada federal pelo PT-SP)
Imagem: Câmara dos Deputados
27 de janeiro de 2010
Quilombo dos Silva

Onir Araújo: Hoje, basta a auto-identificação. O laudo é uma ferramenta que pode ajudar a comunidade a reconstruir o seu referencial histórico através das técnicas da antropologia, mas ele é uma peça assessória, não a peça central.
Catarse: Juridicamente não é necessário?
No meu entendimento não. O central é a auto-identificação.
E no entendimento da Justiça?
Na institucionalidade segue se dando uma importância ao laudo que é só pra criar mais trâmites burocráticos desnecessários. Ninguém questiona se um ítalo-gaúcho se auto-identifica com o referencial de ancestralidade italiana. O mesmo direito os quilombolas têm de se auto-identificar. Então, a discussão equivocada por alguns setores conservadores e reacionários é se eles são ou não quilombolas. Essa discussão está morta a partir da auto-identificação. Isso é inquestionável.
O que preocupa aos que são contra é a possibilidade, por se auto-identificar quilombola, de buscar direitos? Como juridicamente um povo se auto-identifica?
Pela convenção 169 da OIT não teria que ter processo algum, basta a auto-identificação e a auto-declaração. Em 2008, o INCRA alterou uma instrução normativa que regulamentava o Decreto 4.887. Instruções normativas são passos administrativos para que um decreto ou lei sejam formatados por uma instituição estatal que tem responsabilidade de fazer algum tipo de ação. No entendimento dos quilombolas, essa instrução normativa foi extremamente nefasta porque cria mais entraves burocráticos, dá um peso monstruoso ao laudo antropológico, cria instâncias caso haja conflitos como sobreposição de área quilombola com área de proteção ambiental, a ponto de se paralisar os processos de demarcação para ir a uma junta de conciliação institucional ligada ao Gabinete de Segurança Institucional e a Advocacia Geral da União.
A íntegra da entrevista está AQUI.
21 de novembro de 2009
A consciência Branca da Globo

Ao elencar a atriz negra Thaís Araújo para protagonista de sua novela das nove, a TV Globo, através de seu funcionário Manoel Carlos, parecia querer responder ao Estatuto da Igualdade Racial idealizado pelo movimento negro que não seria necessário estabelecer cotas para atrizes e atores negros; bem, parece não ter sido à toa que justamente no momento de uma decisão histórica quanto ao conteúdo do referido Estatuto, a Globo tenha lançado ao ar duas novelas com protagonistas negras, atrizes que inclusive têm uma postura racial condizente às suas trajetórias, como são Thaís Araújo e Camila Pitanga. Nas entrelinhas, previa-se uma forjada justificativa à sociedade das "desnecessárias" cotas raciais para os meios de comunicação, já que este espaço vem sendo ocupado pelo núcleo negro da Globo. Convenhamos, uma jogada de mestre; assim, evita-se o "mal maior" para a Consciência Branca do comando global, que é obedecer a lei e fazer cumprir os direitos da pessoa, da população e dos povos negros.
Pois então que nesta semana, no capítulo que foi ao ar na noite do 17 de novembro, com precisão cirúrgica o autor desenhou a cena mais representativa possível da ópera racista contra o verdadeiro protagonismo negro. A suposta protagonista da novela, a personagem de Helena, após ser retirada de seu núcleo familiar negro para transitar exclusivamente num núcleo branco e assim ser sujeita a traições e humilhações, é posta de joelhos diante de uma de suas antagonistas brancas - já que, para uma negra, não basta uma só antagonista, devendo vir elas em número de três: a amante do marido, a filha mimada e infantilizada do marido e a ex-mulher do marido. Não apenas de joelhos, deve pedir perdão de cabeça baixa; não apenas de cabeça baixa, sob o olhar duro e inflexível de sua então dominadora; não apenas isso, como se já não fosse o bastante, deve pedir perdão e ter por resposta uma bofetada no rosto. Para finalizar a cena, a personagem desabafa com uma das melhores amigas que "devia ser assim".
Ou talvez, pensa o autor que pode salvar o papel de Helena pondo-a no lugar em que acha pertencer à mulher negra. Agora sim, a Globo assinou embaixo de suas verdadeiras posturas ideológicas - mais diretamente, de seu racismo.
Rebeca Oliveira Duarte - Advogada e Cientista Política do Observatório Negro
17 de setembro de 2009
O Negro na Mídia

Começa hoje, 17/9, o seminário internacional sobre os indicadores da negritude nos meios de comunicação
O evento inicia às 18h30min no auditório da Associação Riograndense de Imprensa - ARI. A realização é do Sindjors e reunirá especialistas em indicadores sócios econômicos da Colômbia, Equador, Espanha, governo brasileiro e das Nações Unidas. O encontro já registra 100 inscrições de jornalistas, comunicadores, estudantes de comunicação, ativistas do movimento negro e público em geral.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul - Sindjors realiza hoje,17, e amanhã,18 , no auditório da Associação Riograndense de Imprensa - ARI, Avenida Borges de Medeiros, 915, 8º andar, o 2º Seminário Estadual O Negro na Mídia - a Invisibilidade da Cor e o Encontro Latino-americano de Comunicação, Afrodescendentes e Rodada dos Censos de 2010.
Os eventos são uma produção do Núcleo dos Jornalistas Afro-brasileiros e marcam a parceria do Sindjors e Federação Nacional de Jornalistas - Fenaj com o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher – UNIFEM. Com tradução simultânea, o Encontro Latino-americano de Comunicação, Afrodescendentes e Rodadas dos Censos 2010 tem confirmada a presença de convidados do Equador, Colômbia e Espanha e reúne técnicos dos institutos de pesquisas, especialistas em indicadores socioeconômicos, governo brasileiro e Nações Unidas.
De acordo com Jeanice Dias Ramos, integrante da diretoria do Sindjors e coordenadora do Núcleo, um dos objetivos do Seminário “é refletir sobre o que significa para os profissionais da mídia ter em mãos informes e indicadores sobre a população negra, ou seja representa a oportunidade de dominar com maior propriedade a temática étnica racial”.
O painel de abertura - Os Indicadores da Negritude e os Meios de Comunicação - reunirá José Carlos Torves, diretor do Departamento de Mobilização, Negociação Salarial e Direito Autoral da Federação Nacional de Jornalistas - Fenaj e Maria Inês Barbosa, coordenadora do Programa de Gênero, Raça e Etnia do UNIFEM Brasil Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher).
A representante do UNIFEM vai destacar a importância da produção de dados desagregados por raça e etnia para a gestão das políticas públicas, controle social e cobertura da imprensa.O Encontro Latino-americano de Comunicação marcado para a manhã desta sexta-feira, 18, com início previsto para as 8h30min, terá dois painéis - Afrodescendentes e a Rodada dos Censos de 2010 nas Américas e Raça, Etnia nos Censos do Brasil, Pesquisa e Indicadores sobre a População Negra.
Este evento reunirá representantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (DF); Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – Seppir (DF), Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher - UNIFEM, Associação Brasileira de Pesquisadores Negros - ABPN; Rede de Mulheres Afrolatinoamericanas e Afrocaribenhas; Associação Nacional de Jornalistas Afrocolombianos, Federação de Afrodescendentes Iberoamericanos da Espanha, Fundo das Nações Unidas para a Infância e Grupo Temático de Gênero e Raça das Nações Unidas no Brasil. Com este Encontro, jorrnalistas, universitários dos cursos de Comunicação e Jornalismo e público em geral terão a oportunidade de repensar as diferenças raciais e étnicas, práticas de discriminação e racismo, identidade e auto-estima da população negra brasileira.
Programação
17 de setembro de 2009 - Seminário Estadual O Negro na Mídia – a Invisibilidade da Cor
Das 18h30min às 22h
18 de setembro de 2009 - Encontro Latino-americano de Comunicação, Afrodescendentes e Rodada dos Censos de 2010
Das 8h30 às 10h - Painel I – Afrodescendentes e a Rodada dos Censos de 2010
Das 10h30 às 11h30min - Painel II – Raça e Etnia nos Censos do Brasil, Pesquisas e Indicadores sobre a População Negra
11h40min - Debate
12 horas - Encerramento
Estratégia de Divulgação - Autodeclaração negra nos Censos de 2010
14h às 16h30min - Reunião com jornalistas estrangeiros, jornalistas brasileiros e Nações Unidas (Unifem e OIT)
Mais informações:: Jornalista Jeanice Dias Ramos - 51 91.17.33.90 - jeanice_ramos@hotmail.com