31.10.2010
Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,
É imensa a minha alegria de estar aqui. Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida. Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.
A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!
Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:
* Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.
* Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.
* Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.
* Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.
* Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.
Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões. O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família. É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.
Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.
Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.
O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro. Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.
Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.
No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.
Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.
Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.
É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.
Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável.
Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos. Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.
Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.
Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público. Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo. Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.
As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.
Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.
Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.
Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.
Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.
O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.
Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas. Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde. Me comprometi também com a melhoria da segurança pública. Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.
Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos. Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.
A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade. É aquela que convive com o meio ambiente sem agredí-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.
Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa. Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.
Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.
Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.
Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.
A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.
Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.
Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.
Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.
Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.
Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho. Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.
Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.
Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.
Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.
Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós. Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta. Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado. Saberei consolidar e avançar sua obra.
Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo. Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.
Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união. União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.
Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.
Muito obrigada.
Imagem: Ficha Corrida
31 de outubro de 2010
Os indecisos da Dilma
Do blog Cachaça Araci:
Diante de tamanha tietagem, Ali Kamel, o todo-poderoso global, ficou desesperado, chamando até o marqueteiro João Santana para “apartar” Dilma do bolo de indecisos. Aí alguém comentou: “O melhor do debate foi o Ali Kamel pedindo para a Dilma sair”. E outro respondeu: “Não, o melhor foi ele levar mulher e filha, linda, para tirar fotos com Dilma!”
Do blog Marinildadas Cansadão:
Contaram (@alansilva1974) no twitter bastidores do debate: o Ali Kamel ficou desesperado, chamando ate Joao Santana para "apartar" Dilma dos "indecisos"! Aí alguém comentou: "O melhor do debate foi o Ali Kamel pedindo para a Dilma sair".
E o outro respondeu: Não, o melhor foi ele levar mulher e filha, linda, para tirar foto com Dilma!
Pode uma coisa dessas? O gajo nos violenta todo dia e no debate final bajula a Dilma! Pensei, a família deve ter pedido (tipo você não gosta de mim, mas sua filha gosta). Mas não, segundo o @alansilva1974, ele queria ter uma foto com a futura presidenta.
E mais: "Enquanto Dilma estava nos braços dos 'indecisos', Zerra ficou escanteado, até constrangido esperando para ir para a coletiva!"
Toma, Serra! Toma, Globo!
TIETAGEM APÓS O DEBATE NA TV GLOBO
Ao final do último debate na TV Globo, os 80 indecisos convocados pela emissora para fazer perguntas aos cadidatos à presidência da República avançaram em direção a Dilma, pedindo autógrafos e fotos ao seu lado. Ela foi mais assediada até que o galã e dublê de apresentador William Bonner. Serra foi literalmente deixado de lado pelos presentes no auditório.Diante de tamanha tietagem, Ali Kamel, o todo-poderoso global, ficou desesperado, chamando até o marqueteiro João Santana para “apartar” Dilma do bolo de indecisos. Aí alguém comentou: “O melhor do debate foi o Ali Kamel pedindo para a Dilma sair”. E outro respondeu: “Não, o melhor foi ele levar mulher e filha, linda, para tirar fotos com Dilma!”
Do blog Marinildadas Cansadão:
Olha os indecisos da Dilma!
O AlibabáKamel precisou pedir à Dilma pra sair, hihihihihihihihi, tava atrapalhando os "indecisos" do Seu Zé!Contaram (@alansilva1974) no twitter bastidores do debate: o Ali Kamel ficou desesperado, chamando ate Joao Santana para "apartar" Dilma dos "indecisos"! Aí alguém comentou: "O melhor do debate foi o Ali Kamel pedindo para a Dilma sair".
E o outro respondeu: Não, o melhor foi ele levar mulher e filha, linda, para tirar foto com Dilma!
Pode uma coisa dessas? O gajo nos violenta todo dia e no debate final bajula a Dilma! Pensei, a família deve ter pedido (tipo você não gosta de mim, mas sua filha gosta). Mas não, segundo o @alansilva1974, ele queria ter uma foto com a futura presidenta.
E mais: "Enquanto Dilma estava nos braços dos 'indecisos', Zerra ficou escanteado, até constrangido esperando para ir para a coletiva!"
Toma, Serra! Toma, Globo!
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30 de outubro de 2010
PTB está no governo Tarso
Após muitas conversas entre o governador eleito e o senador Sérgio Zambiasi, entre elas a ocorrida na última quinta-feira em Bagé, o PTB decidiu ingressar no governo de Tarso Genro. O martelo foi batido na tarde deste sábado depois de um almoço da bancada do partido na casa de Zambiasi, na Zona Sul de Porto Alegre.
O deputado Luís Augusto Lara, presidente estadual do PTB, comunicou a resolução ao governador. “Decidimos que o PTB irá integrar a base de governo em troca do diálogo permanente”, destacou Lara. Tarso se comprometeu com a “valorização dos partidos que farão parte da coalizão”.
Nas eleições deste ano o PTB elegeu seis deputados estaduais e três federais. Ficou definido que o partido irá integrar a Secretaria do Trabalho, que será recriada no governo de Tarso. Os demais espaços a serem preenchidos serão definidos nas próximas semanas.
O deputado Luís Augusto Lara, presidente estadual do PTB, comunicou a resolução ao governador. “Decidimos que o PTB irá integrar a base de governo em troca do diálogo permanente”, destacou Lara. Tarso se comprometeu com a “valorização dos partidos que farão parte da coalizão”.
Nas eleições deste ano o PTB elegeu seis deputados estaduais e três federais. Ficou definido que o partido irá integrar a Secretaria do Trabalho, que será recriada no governo de Tarso. Os demais espaços a serem preenchidos serão definidos nas próximas semanas.
FOTO:CACO ARGEMI (Tarso com petebistas na casa de Zambiasi)
Fonte: rs13Mobilização para o dia 31 de outubro
Sábado, 30 de outubro de 2010
Car@ militante virtual,
Amanhã é o dia! Mas hoje não podemos parar de trabalhar nenhum minuto! Vamos manter nosso pique com ânimo, tranqüilidade e muita fé no povo brasileiro! Agora não há mais programas eleitorais de rádio e tevê e, como você sabe, a boca de urna não é permitida. Por isso a importância de nossa mobilização online e nas ruas!
A internet vai ser nossa grande ferramenta nesta reta final. Fique de olho nas redes sociais e lembre-se de usar as hashtags da vitória! As tags do momento são #voude13 e #13neles. Mas como há filtros no Twitter, vamos informar sempre que as tags forem substituídas.
Você também pode contribuir sendo um fiscal voluntário no dia da votação e denunciando crimes eleitorais ao nosso Plantão Jurídico no seu estado! Confira as novidades da nossa rede!
#VamosDivulgar?
Dilma dá um show no debate da Globo: http://bit.ly/9NXQKd
Militância nas ruas em BH para eleger Dilma Presidente - http://bit.ly/a3wCHW
Fiscalização e assessoria jurídica no dia das eleições - http://pud.im/eto
Com #Dilma13 é a vez das Micro e Pequenas empresas - http://pud.im/eu1
Dilma abre 14 pontos de vantagem sobre Serra, aponta Ibope - http://pud.im/eq8
TSE suspende o "telemarketing da calúnia" - http://pud.im/eq7
TSE suspende video-baixaria "2012": http://bit.ly/dvPI2F
#Artigos
O Papa e a política - http://pud.im/etq
Contra o machismo tucano, um voto para a igualdade - http://pud.im/etr
#ValeVerDeNovo
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#ValeVerDeNovo
Dilma firma compromisso com Lan Houses - http://pud.im/ep6
Lula convoca militância digital - http://pud.im/eoo
Dilma fala sobre importância do PNBL - http://pud.im/eon
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#SomosDilma
Manifesto dos Dirigentes das Instituições Federais de Educação Profissional - http://pud.im/etz
#Dilma por um Brasil da diversidade - http://pud.im/eu2
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Sobre a suspensao da conta Twitter @espalheaverdade: Twitter do Espalhe a Verdade está de volta http://bit.ly/9LWqk4 #espalheaverdade #Voude13
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Valor do Bolsa Família não foi triplicado: entenda os valores do benefício http://pud.im/euz #espalheaverdade #Voude13
Mais um email falso circula por aí: A história do aeroporto novo. Saiba a verdade: http://bit.ly/9Bw2J2 #espalheaverdade #Voude13
Agnelo, exclusivo para o #espalheaverdade: Internet é trincheira de resistência a boatos http://pud.im/euh #Voude13
Vitória da verdade: Justiça proíbe telepicaretagem contra Dilma: http://bit.ly/9qOtB4 #espalheaverdade #Voude13
Governo Lula não censurou blog de Adriana Vandoni: ação judicial é de ex-deputado do PP/MT http://bit.ly/9cuads #espalheaverdade #Voude13
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SERRA E AS “MENININHAS BONITAS”
Laerte Braga
O desespero do candidato José FHC Serra diante dos números revelados pelos quatro maiores institutos do País em suas pesquisas sobre intenção de votos do eleitorado, somado a absoluta falta de princípios, programa e respeito pelo ser humano, que são características tucanas, foram as razões do pedido alucinado e degradante que José FHC Serra fez às “menininhas bonitas”.
Que cada uma delas mande um mail a quinze de seus pretendentes e peça o voto para ele sugerindo que aquele que assim o fizer terá mais chances.
Como entregar a presidência de um País como o Brasil, com dimensões continentais, em franco processo de crescimento, hoje potência mundial a um político com essa visão, se é que isso é visão?
É claro que o candidato tucano não imagina transformar o Brasil num imenso bordel, mas é óbvio que isso, se acontecer, não faz a menor diferença para ele.
Importante são os “negócios”. Mais que a ambição desmedida de ser presidente a qualquer custo, José FHC Serra segue a máxima de Paulo Maluf (a quem supera). Investir na conquista de um mandato, ainda mais o de presidente, representa quadruplicar o capital em quatro anos.
José FHC Serra fez esse pedido em Uberlândia, uma das mais prósperas cidades do estado de Minas Gerais (o de Aécio Neves e Itamar Franco), num comício onde a maior parte do público chegou de ônibus, foi recrutada em Belo Horizonte e recebeu em média 25 reais pela viagem, além das despesas de alimentação.
Como ficam Aécio Neves e Itamar Franco nessa história?
Não ficam, caiaram de quatro.
O ex-governador de Minas e agora senador eleito, sugeriu em meados de 2009 que o candidato do PSDB à presidência deveria ser escolhido em prévia interna e colocou seu nome. A candidatura de José FHC Serra está colocada desde o dia seguinte ao da eleição de 2002, quando foi derrotado por Luís Inácio Lula da Silva. Em 2006, prefeito de São Paulo, pré-candidato a presidência, percebeu que seria derrotado na convenção pelo então governador paulista Geraldo Alckimin. Renunciou à Prefeitura para candidatar-se a governador, desistindo da presidência.
A derrota de Alckimin fez renascer a candidatura José FHC Serra para 2010. Aécio era um empecilho desde o dia que rompendo o domínio paulista sobre o partido – PSDB – elegeu-se presidente da Câmara dos Deputados derrotando Inocêncio Oliveira, candidato do então presidente Fernando Henrique.
Em sua trajetória em direção à candidatura presidencial o mineiro elegeu-se e reelegeu-se governador do seu estado.
Construiu uma base política que lhe valeu agora, em 2010, uma esmagadora vitória para o Senado. De quebra arrastou o senador da segunda vaga, o patético ex-presidente (pensa que foi) Itamar Franco – na cidade de Itamar Franco, mais de 120 mil eleitores não votaram para senador, a cidade tem 330 mil eleitores). Teria sido mais negócio ter sido prefeito de Aracaju. Cama, comida e roupa lavada e passada, para chilique das “itamaretes”.
Nos meses que antecederam a escolha de José FHC Serra como candidato tucano em aliança com o DEM e a empresa PPS (o sócio majoritário é Roberto Freire), o ex-governador de São Paulo viu-se às voltas com situação semelhante à de 2006. Aécio ia comendo as bases tucanas pelas beiradas, José FHC Serra corria o risco de ser suplantado nas prévias e na convenção partidária pelo governador de Minas.
No velho estilo mafioso montou um dossiê contra Aécio Neves e enviou um recado claro ao seu adversário. O fez através do jornalista Juca Khfoury, seu amigo pessoal, na coluna do mesmo. Segundo Kfhoury, o ex-governador de Minas descontrolado deu um tapa em sua namorada num evento num hotel no Rio de Janeiro. Em comentários sobre a nota o jornalista sugere semelhanças entre Collor de Mello e Aécio Neves e deixa no ar a acusação que Aécio é usuário de drogas.
Aécio acusa o golpe, desmente a notícia, mas desiste de sua candidatura. Monta um dossiê contra José FHC Serra, onde, por exemplo, aponta as ligações de sua filha com o banqueiro Daniel Dantas e vários episódios de corrupção.
Renuncia ao governo de Minas para concorrer ao Senado, viaja para a Europa. mas antes declara que o seu primeiro compromisso é com “Minas e os mineiros”.
Retorna e ignora os apelos de José FHC Serra e do comando tucano para vir a ser o companheiro de chapa do presidenciável. Num dado momento, como José FHC Serra, na tentativa de seduzi-lo afirma que seria a salvação da chapa, declara –“se sou o salvador eu deveria ser o candidato a presidente” –.
Lança seu vice-governador Antônio Anastasia como candidato ao governo, declara apoio a Itamar Franco na segunda vaga para o Senado e vence as eleições em Minas, mas Dilma Roussef derrota José FHC Serra na composição chamada de DILMASIA. Mistura de Dilma com Anastasia, abertamente apoiada por Aécio.
Itamar Franco emerge dos escombros do cemitério de políticos e sai candidato ao Senado fiando-se no apoio de Aécio. É uma espécie de troca. Quando governador Itamar deu toda força a candidatura de Aécio já que não conseguiu ser indicado por seu partido de então, o PMDB, para disputar a reeleição.
A essa altura pela terceira ou quarta vez muda de partido e agora integra os quadros da empresa PPS, propriedade de Roberto Freire. Chegou a ter seu nome lembrado para a vice de José FHC Serra. Foi descartado, pois traria a lembrança que foi vice de Collor de Mello, no antigo PRN.
Por duas vezes José FHC Serra deixou de visitar Juiz de Fora (700 mil habitantes, duas horas do Rio, três de BH e seis de São Paulo, cidade pólo de boa parte da Zona da Mata mineira), sabedor que Itamar embora publicamente não o fizesse era hostil à sua candidatura.
Em seu twitter, em plena disputa entre José FHC Serra e Aécio pela indicação presidencial, Itamar faz critica direta ao ex-governador paulista por ter se apropriado da paternidade dos medicamentos genéricos, quando, de fato, foi o ministro Jamil Haddad quem teve a iniciativa. Registra a data inclusive, cinco de abril de 1993.
Critica FHC por ter se apropriado do Plano Real, idealizado e implantado a partir de seu governo, FHC era Ministro da Fazenda.
Terminado o primeiro turno das eleições Aécio e Itamar cujo compromisso de “Minas e os mineiros” foi reiterado em palanque diversas vezes, se atiram aos braços de José FHC Serra, caem de quatro e o compromisso com Minas e os mineiros vai para o espaço.
Na prática, servem Minas em bandeja de prata ao tucano.
Não foi por acaso que em Uberlândia, importante centro do agro-negócio, sede de uma Universidade Federal, uma das maiores cidades mineiras, que José FHC Serra conclamou as “menininhas bonitas” a se permitirem a concessões em troca de apoio a ele José FHC Serra.
Ato de desespero, de falta de respeito, de cinismo e dito num local onde os dois políticos vencedores das eleições no primeiro turno, Aécio e Itamar, mostraram absoluta falta de dignidade nas palavras e atos ditos e feitos no primeiro turno.
Fica claro que se merecem.
E claro também que ninguém joga Minas no lixo e trai os mineiros de forma impune.
Nem as “menininhas bonitas” de Minas e de qualquer outro estado do Brasil, se prestarão a esse papel sugerido por um político que almeja ser presidente da República.
Essa frase, esse pedido, essa sugestão, é a síntese do caráter de José FHC Serra. Deve ter sido abençoado por D. Luís Gonzaga Bergonzini e pela OPUS DEI, com a contribuição do pastor Malafia.
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Rede Feminista de Saúde divulga nota de repúdio sobre violência feminina na UNESP
VIOLÊNCIA E DISCRIMINAÇÃO
Ponto Final divulga nota de repúdio ao evento promovido por alunos da Unesp
A Campanha Ponto Final na Violência contra as Mulheres e Meninas está divulgando nota de repúdio e denúncia sobre um caso de agressão ocorrido durante os jogos universitários realizados no campus de Assis da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara, no interior de São Paulo. Na ocasião, um grupo de estudantes teria agredido e humilhado alunas em um jogo batizado de “rodeio das gordas”. A "brincadeira", criada para ridicularizar mulheres obesas, consistia em se aproximar de uma garota, de como em uma paquera, dizer "Você é a menina mais gorda que eu já vi", agarrá-la e tentar ficar sobre elas o máximo de tempo possível. O “jogo” foi divulgado em site de relacionamento. A Universidade deu início a processo disciplinar e a promotora de Justiça em Araraquara, Noemi Correa, abriu inquérito sobre o caso. Segundo ela, os responsáveis podem ser penalizados por violência física, psicológica, assédio moral e crimes de discriminação e preconceito. No documento - confira abaixo - a Ponto Final, da qual são parceiras a Rede Feminista de Saúde, que coordena nacionalmente, e o Observatório pela Implementação da Lei Maria da Penha, manifesta apoio às providências da promotora Noemi Correa. Para a Campanha “Estas manifestações são consideradas inaceitáveis, revelam padrões culturais identificados com a intolerância social e a valorização de modelos únicos de beleza. Propõem a inibição social de jovens e mulheres adultas, produzindo prejuízos à sua identidade e afirmação social”.
Ponto Final divulga nota de repúdio ao evento promovido por alunos da Unesp
A Campanha Ponto Final na Violência contra as Mulheres e Meninas está divulgando nota de repúdio e denúncia sobre um caso de agressão ocorrido durante os jogos universitários realizados no campus de Assis da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara, no interior de São Paulo. Na ocasião, um grupo de estudantes teria agredido e humilhado alunas em um jogo batizado de “rodeio das gordas”. A "brincadeira", criada para ridicularizar mulheres obesas, consistia em se aproximar de uma garota, de como em uma paquera, dizer "Você é a menina mais gorda que eu já vi", agarrá-la e tentar ficar sobre elas o máximo de tempo possível. O “jogo” foi divulgado em site de relacionamento. A Universidade deu início a processo disciplinar e a promotora de Justiça em Araraquara, Noemi Correa, abriu inquérito sobre o caso. Segundo ela, os responsáveis podem ser penalizados por violência física, psicológica, assédio moral e crimes de discriminação e preconceito. No documento - confira abaixo - a Ponto Final, da qual são parceiras a Rede Feminista de Saúde, que coordena nacionalmente, e o Observatório pela Implementação da Lei Maria da Penha, manifesta apoio às providências da promotora Noemi Correa. Para a Campanha “Estas manifestações são consideradas inaceitáveis, revelam padrões culturais identificados com a intolerância social e a valorização de modelos únicos de beleza. Propõem a inibição social de jovens e mulheres adultas, produzindo prejuízos à sua identidade e afirmação social”.
Nota Pública
Discriminação é uma forma de violência contra as mulheres
O Caso da Unesp (Araraquara, SP)
Entre as muitas manifestações de violência contra as mulheres, a humilhação, a depreciação e menos valia em razão de aparência estão entre as mais freqüentes, porém menos reconhecidas. No entanto, a violência simbólica produz estigmas, sendo uma forma de discriminação há muito considerada pela Convenção pelo Fim da Todas as Formas de Discriminação a Mulher (1984), Convenção de Belém do Pará (1995) e pela Lei Maria da Penha (2006), como violação de direitos humanos, devendo ser denunciada, enfrentada e eliminada.
Neste sentido, Campanha Ponto Final na Violência Contra as Mulheres e Meninas, da qual são parceiras a Rede Feminista de Saúde, que coordena nacionalmente, e o Observatório pela Implementação da Lei Maria da Penha, vem a público para denunciar e reprovar a realização do que ficou conhecido como “ rodeio de gordas” no interior de São Paulo, e apoiar as providencias da promotora Noemi Correa, de Araraquara. A promotora quer a apuração de uma “competição" organizada por um grupo de alunos da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e que foi batizada de "Rodeio das Gordas".
Estas manifestações são consideradas inaceitáveis, revelam padrões culturais identificados com a intolerância social e a valorização de modelos únicos de beleza. Propõem a inibição social de jovens e mulheres adultas, produzindo prejuízos à sua identidade e afirmação social. Não faz muito, outra universidade paulista foi palco de deploráveis cenas de discriminação de uma jovem por usar uma saia considerada por alguns colegas como curta demais. Razão pela qual foram condenados pela opinião publica nacional e também pela justiça.
Para que este tipo de manifestação seja repudiado e condenado pela sociedade e estes jovens tomem consciência de que suas atitudes afrontam a Lei Maria da Penha e violam o direito humano a uma identidade livre de coerção e escárnio, defendemos a aplicação da Lei e de medidas disciplinares por parte da Unesp. É sim, intolerável que uma instituição de ensino permita que tais manifestações venham a ocorrer em suas dependências ou se tornem públicas por seus alunos sem que haja medidas adequadas, no sentido educativo.
É o que esperamos e pelo que estaremos vigilantes e lutando.
Pelo fim da violência contra as mulheres.
Pela aplicação da Lei Maria da Penha.
Pela aplicação da Lei Maria da Penha.
CAMPANHA PONTO FINAL NA VIOLENCIA CONTRA MULHERES E MENINAS
Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos
Observatório Nacional pela Implementação da Lei Maria da Penha
Porto Alegre, Salvador, 29 de outubro de 2010.
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Imagem: Daniel Bergamasco/Folhapress
Serra vira motivo de chacota entre universitários
Para tornar mais interessante e descontraído o debate político, universitários e integrantes do grupo Brasil e Desenvolvimento produziram vídeos com possíveis propostas do candidato José Serra (PSDB). A idéia deu tão certo que os vídeos estão bombando na internet. O primeiro divulgado já ultrapassa mais de 200 mil visualizações no YouTube.
Até agora foram quatro versões do vídeo #VotoSerrapq. Nas inserções, estudantes, políticos e professores declaram “apoio” ao tucano e explicam suas razões. Até o senador eleito Cristovam Buarque e o filósofo Leonardo Boff entraram na brincadeira.
A idéia partiu de três estudantes da Universidade de Brasília, durante a apresentação de um dos maiores festivais de música, o SWU, Music and Arts Festival, em São Paulo. Eles ficaram um tanto incomodados com a opção de alguns jovens, que estavam no festival, pela candidatura de Serra.
Para eles, não fazia sentido um jovem estar no show do Rage Against the Machine, que é totalmente de esquerda, o guitarrista da banda chegou a declarar apoio à Dilma, votar em Serra. Então, resolveram usar a ironia como forma de protesto.
Depois do festival, os estudantes levaram a idéia ao grupo do qual participam – o Brasil e Desenvolvimento, que produziu, editou e publicou os vídeos na internet. Desde então, a campanha #VotoSerrapq virou sucesso!
Militantes – A galera da Dilma entrevistou dois dos criativos e militantes da campanha da nossa candidata, Dilma Rousseff. Quando perguntamos por que produziram o vídeo, os dois tinham a resposta na ponta da língua: “porque o Serra representa tudo o que tem de mais atrasado nesse país”.
Os dois foram protagonistas dos vídeos e também ironizam as propostas de Serra. (foto)
O estudante de Jornalismo Edemilson Paraná, 21 anos, fez parte da produção e conta que com a campanha as pessoas começaram a ficar com vergonha de dizer que votam em Serra.

“O objetivo é criar sempre idéias democráticas que atinjam as pessoas de uma forma descontraída e diferente. Agora falando sério, eu voto Dilma porque é uma maneira de continuar avançando numa série de conquistas do governo Lula, que devem permanecer com Dilma. Com o Serra é certeza o retrocesso”.
Já Gustavo Capela, 24 anos, formado em Direito, considera os vídeos uma forma inteligente de fazer campanha e de descontrair o tema política.
“Voto Dilma porque acredito no procedimento de abertura natural. Acho importantíssimo o fato de ela ser mulher e acho importantíssimo ela continuar ampliando a base democrática e o desenvolvimento do Brasil”, conclui Gustavo.
Fonte: Galera da Dilma
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AS DECLARAÇÕES DO PAPA BENTO XVI
Laerte Braga
O jornal O DIA, edição de hoje, 29 de outubro, reproduz declaração do candidato José FHC Serra pedindo a cada “menininha bonita” que consiga votos para ele declarando que quem votar no 45 “terá mais chances”.
E distribui com as bênçãos de D. Luís Gonzaga Bergozini, santinho com a estampa de Cristo de um lado e um recado dele José FHC Serra de outro lado.
E depois, com a cara mais cínica do mundo condenada o aborto e a prostituição.
Barack Obama sofreu o diabo na campanha eleitoral de 2008 nos Estados Unidos. As elites políticas e econômicas do país, ligadas aos Republicanos, não admitiam a vitória de um negro nas eleições presidenciais e toda a sorte de boatos, calúnias, infâmias foram dirigidos contra Obama.
Num dado momento os adversários de Obama recorreram ao tema religião. Espalharam a notícia que o candidato democrata, se eleito, transformaria os EUA numa república islâmica como o Irã, ou num país devastado como o Quênia.
Aborto foi um dos temas polêmicos da campanha nos Estados Unidos.
Há alguns anos atrás era impensável que manifestações públicas contrárias a um papa acontecessem num país de maioria católica. Mas aconteceram e na França. As acusações feitas ao término da Segunda Grande Guerra de conivência do papa Pio XII com o governo fascista de Benito Mussolini e depois com Hitler (que ocupou a Itália e transformou Mussolini num fantoche) custaram a ser aceitas e partiram de figuras de prestígio mundial, caso do pensador Jean Paul Sartre.
A história, implacável, provou ao longo desses anos que Pio XII fez um acordo com o governo nazista de Hitler para proteger bens (estou escrevendo bens e não pessoas) da Igreja Católica Apostólica Romana. A integridade territorial do Vaticano.
À época muitos padres e bispos não aceitaram e nem concordaram com as políticas do papa e foram decisivos na proteção de pessoas (judeus principalmente) perseguidas pelo nazismo.
Anos depois a Igreja reconheceu o erro e desculpou-se publicamente.
Os cardeais mantêm até hoje o precioso segredo que Pio XII vivia maritalmente com sua governanta. Era a pessoa mais poderosa do Vaticano. Nos momentos que antecederam a morte do papa, 1958, ela proibiu, pessoalmente, que qualquer dignatário da Igreja entrasse nos aposentos onde Pio XII agonizava. Chegou a bater a porta na cara de um cardeal.
A hipocrisia é marca registrada de vários setores da Igreja Católica Romana. O que se assiste desde a morte de João Paulo I é a desconstrução da Igreja como instituição voltada para princípios éticos que digam respeito ao ser humano. Nos papados de João Paulo II e agora Bento XVI, esse cinismo é a marca registrada. Recheado de marketing.
Todos os avanços obtidos e conquistados com João XXIII e Paulo VI estão sendo ou revistos, ou simplesmente banidos.
Dois dirigentes do banco do Vaticano já tiveram suas prisões decretadas por fraudes bancárias, um deles o cardeal Marcinkus, principal conselheiro de João Paulo II.
Os escândalos de pedofilia têm sido abafados com indenizações pagas às vítimas e suas famílias e permanecem intocados, como continuam a acontecer.
Arquidioceses como a de New York, uma das mais ricas do mundo, pagou milhões de dólares para esconder crimes dessa natureza.
Os protestos na França partiram de católicos. Aconteceram neste ano durante a visita de Bento XVI.
Bastaram dois papas, João Paulo II e o atual, para que a Igreja, por sua cúpula, iniciasse um caminho de regresso a era das trevas.
A Inquisição hoje tem outro nome. O poder na Igreja Católica é exercido por um grupo mafioso, a OPUS DEI.
O ex-senador Nelson Carneiro, já falecido, lutou anos a fio para aprovar a lei do divórcio no Brasil e seu sucesso eleitoral em dois estados, Bahia e Rio de Janeiro, se devia à percepção dos eleitores do significado do divórcio.
Permitia, principalmente a mulheres, romper relações que não passavam de prisões disfarçadas em sacramento para a eternidade, numa sociedade machista por excelência. Assassinos acusados de matar suas mulheres por “traição” ou suposta “traição” eram absolvidos escoimados na máxima de “lavar a honra pessoal atingida por um ato imoral”.
Na campanha eleitoral de 1950 o vice-presidente da República era eleito em votação distinta da feita para a escolha do presidente. João Café Filho, defensor do divórcio, sofreu uma sórdida campanha de difamação por conta disso, chegou a ser excomungado.
Getúlio Vargas foi eleito presidente e Café Filho eleito vice, mais tarde presidente com a morte de Getúlio.
Milhões de brasileiros e brasileiras divorciados ganharam a oportunidade de refazer suas vidas a partir da lei proposta por Nelson Carneiro e esses milhões de divorciados são até hoje proibidos de entrar em igrejas católicas e receber sacramentos como a comunhão.
A maioria não deixou de ser católica por um simples fato. A Igreja Católica é que deixou de ser pastora de almas e virou empresa nos dois últimos papados e empresa aliada aos setores de ultra-direita em todo o mundo. Finge que não vê, sabe que boa parte dos fiéis que confessam e comungam são divorciados e o fazem movidos pela fé e não pelo arbítrio de bispos criminosos como D. Luís Gonzaga Bergonzini. Responsável por documentos inverídicos contra a candidata Dilma Roussef.
A totalidade das religiões fundadas no Cristianismo condena o aborto.
É simples entender isso, o direito à vida é fundamental. Quem conhece o “manifesto dos não nascidos” do escritor Aníbal Machado, vê-se ou viu-se diante de um documento irrespondível. Pungente.
A vida como dom maior conferido a cada um dos seres que habitam o planeta.
E o livre arbítrio – expressão comum a espíritas – ou seja, o direito de escolha. Que, lógico, tem a contrapartida, a responsabilidade pelas conseqüências.
É lícito que a Igreja Católica condene o aborto, que as igrejas cristãs o façam. Não há nada de errado nisso.
Descriminalizar o aborto é um ponto de vista que foi transformado em decreto pelo candidato José FHC Serra quando ministro da Saúde. O estar errado ou estar certo é questão de interpretação de cada um.
João Paulo II pediu às mulheres muçulmanas que foram estupradas na guerra da Bósnia, antiga Iugoslávia, que tivessem os filhos, as que engravidaram por conta dos estupros, lógico.
É uma decisão que devia caber a cada mulher vítima desse tipo de violência. Não está na gravidez em si, está na própria pessoa, sua vida, os desafios que lhe são impostos. Nem tem o papa, qualquer um, o direito de pedir semelhante sacrifício. É uma questão de consciência do ser. Não vai transformar as que abortaram fetos nessa condição em mulheres destituídas de caráter, pelo contrário. Imagino a dor que sentiram no estupro e no aborto.
A descriminalização do aborto não significa a liberação do aborto, como acontece em alguns estados dos EUA. É o direito da mulher estuprada que engravida, ou dos casos de gravidez de risco – para a mulher ou o feto – optarem por ter ou não o filho.
Mônica Serra, mulher de José FHC Serra fez um aborto quando estava no exílio. Ao final do primeiro turno usou o tema, aborto, para criticar Dilma Roussef. Não olhou para si, apenas para os interesses que a norteiam como mulher de um candidato a presidente da República.
Foi um ato de hipocrisia. Façam o que eu falo e não o que faço.
De falta de princípios, dignidade, meramente eleitoral.
Um dos grandes “negócios” no Brasil são as clínicas clandestinas de aborto. Causam milhares de mortes por ano e as estatísticas oficiais ignoram, pois não há registro dessas mortes, pelo menos pela causa geradora.
É difícil acreditar que mulheres tenham o aborto como meta em suas vidas. Não tem sentido. Há meses foi preso um médico dono de uma clínica de fertilização, onde milhares de mulheres foram buscar formas de engravidar, de ter um filho. A prisão do médico se deu por abuso contra as pacientes.
Um dos “negócios” mais prósperos nos Estados Unidos hoje é a da adoção. Máfias especializadas nisso seqüestram crianças em países da América Latina, África e Ásia e vendem, simplesmente vendem, a casais impossibilitados de terem filhos e ávidos por terem filhos.
Pagam fortunas para ter filhos.
Famílias normais, de cidadãos cumpridores dos seus deveres, íntegros, no afã de ter um filho, uma completude, arriscam-se a um “negócio” criminoso para ter exatamente esse filho.
Não existe quem de sã consciência entenda o aborto como algo natural, direito inalienável das pessoas.
Natural e inalienável é o direito à vida. É absoluto.
Mas traz em si a contradição de uma sociedade, em qualquer parte do mundo, violenta, dominada por um modelo bárbaro, cruel de competição, que transforma o ser humano em robô, em número, em parte de estatísticas e cria uma realidade dolorosa e lamentável para esse ser.
Há uma descaracterização do ser como humano. Transformou-se a vida num espetáculo, onde o importante é o sucesso e nada mais, não importa que o sucesso seja um crime bárbaro, ou um programa de televisão como o Big Brother (existe em vários países do mundo), onde a prostituição é estimulada como fator de hei de vencer.
O que se está perdendo é a sensibilidade de cada ser humano. Tanto pelos grandes bolsões de miséria (que diminuíram acentuadamente no Brasil nos últimos oito anos), como pela natureza orgíaca da sociedade vendida a cada dia pelos meios de comunicação privados.
Seja o sabão que lava mais branco, seja o perfume roubado à natureza, seja a mulher Melancia, ou a Melão, nos escândalos protagonizados por famosos, uma enormidade de situações assim.
A revolução feminista, considerada por Celso Furtado “a mais importante do século XX”, leva os donos desse modelo a tentar transformar a mulher num objeto. A aparente liberdade e a realidade torná-las, as mulheres, prisioneiras de outra “liberdade”.
Isso é preconceito. Nada além de preconceito.
Não reconheço em Bento XVI o direito de achar o que deve e o que não deve. A Igreja Católica Apostólica Romana, por conta de João Paulo II e dele Bento XVI marcha de volta para a Idade Média. Esconde suas vergonhas com milhões de dólares.
Ignora a realidade de fiéis, de seguidores, que preferem, como ouvi outro dia, seguir a Cristo lato senso, a ouvir um papa com passado nazista.
As declarações de Bento XVI são uma descarada intervenção de um chefe de Estado estrangeiro, ele o é, o Vaticano é um Estado, em negócios internos de um País cujo povo em sua maioria é católico, onde a religiosidade permeia a quase todos os brasileiros, mas aonde a Igreja, com exceções evidente, vai se transformando num instrumento de mentiras, opressão e terror.
Não por condenar o aborto, mas por tentar moldar um modelo político, econômico e social de desigualdades, violência, de desumanização do ser, mergulhada em jogos sórdidos de bispos como o de Guarulhos. Ou o arcebispo de João Pessoa.
A batina, como símbolo, já não se usa hoje mais, representava a certeza da dignidade.
Hoje? Nem tanto.
Traz consigo o cheiro da pedofilia, da hipocrisia, dos negócios, das perseguições a sacerdotes que não aceitam esse cinismo e fico a pensar se figuras acima do bem e do mal como D. Hélder Câmara, como Chico Xavier, dedicados à vida, teriam espaço nos tempos que vivemos.
O papa desrespeita o Brasil e desrespeita católicos com suas declarações. Deve ser por esse tipo de atitude que a cada dia diminui o número de seguidores de Roma e aumenta o dos que buscam professar sua fé – sem juízo de mérito – noutras religiões ou seitas.
Não vamos eleger um chefe religioso para o Brasil. Vamos eleger o presidente de todos os brasileiros para os próximos quatro anos e o papel desse presidente, como disse o atual governante brasileiro, Luís Inácio Lula da Silva, “somos um estado laico”.
Por que? Laico não significa ser sem Deus, mas que abraça a todos os que crêem em Deus, praticam e vivem sua fé no respeito à fé alheia, ou até na ausência de fé.
Isso é liberdade e como escrevi acima, cada qual tem o direito de escolher o seu caminho.
Os milhões e as milhões de divorciados e divorciadas, as milhares que se viram na contingência de um aborto.
Como Mônica Serra.
O que não pode é transformar a hipocrisia em bandeira eleitoral.
Não ouvi, não li Bento XVI protestar contra a execução de uma prisioneira, há um mês, no corredor da morte num estado norte-americano e dada pelos médicos como “retardada mental”.
É que o dinheiro vem de lá.
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Fiscalização e assessoria jurídica no dia das eleições
A campanha de Dilma Rousseff está mobilizando voluntários para fiscalizar as zonas eleitorais em todo o país. Esse é um trabalho fundamental no dia da votação, pois ajuda a garantir o pleno exercício da nossa democracia. Quem tiver interesse em contribuir pode conferir no nosso mapa o telefone para contato em cada estado.
Outra ação fundamental no dia da votação é a assessoria jurídica. A nossa campanha dispõe de profissionais qualificados em todos os estados para prestar esse serviço. Eles estão disponíveis para receber denúncias e orientar eleitores.
Portanto, se você quiser ter certeza sobre algum procedimento no dia da eleição ou se deparar com alguma atividade ilegal - como boca de urna, telemarketing do mal, panfletos apócrifos, transporte de eleitores e compra de votos, entre outros -, entre em contato com o assessor jurídico no seu estado.
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Cartilha
Uma cartilha com orientações e dicas, com o objetivo de servir de base para atuação dos militantes e fiscais, além de esclarecer dúvidas, foi especialmente elaborada pelos nossos assessores jurídicos. Clique aqui para baixá-la.
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Confira no mapa os números de telefone de cada estado:
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Fonte: #dilmanarede
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Encontrou alguma irregularidade nas eleições? Saiba como denunciar
Seja você também uma fiscal nessa eleição. Se presenciar boca de urna, ou qualquer outra irregularidade no processo de eleição, denuncie. Vamos fazer dessa eleição uma bonita festa da democracia. A coligação de Dilma Rousseff manterá um plantão de advogados e fiscais para receber denúncias de irregularidades nas eleições de domingo.Confira os telefones para denúncia em cada estado:
ACRE: EUGÊNIO, 68-9202-1298.
ALAGOAS: MARCELO, 82-8802-0018.
AMAPÁ: NILZA, 96-9112-4081.
AMAZONAS: ERNANI, 92-3584-2581 / 92-3584-2995.
BAHIA: JONAS, 71-3270-6590 / 71-3270-4481.
CEARÁ: SONIA, 85-3105-4040.
DISTRITO FEDERAL: ROBERTO, 61-3326-0945 / 61-3323-2294.
ESPÍRITO SANTO: LUIZ, 27-3223-3455. GOIÁS: VALDI, 62-3215-6004.
MARANHÃO: PAULO, 98-9149-7420 / 98-8832-9513.
MATO GROSSO: APARECIDO, 65-3023-1311.
MATO GROSSO DO SUL: ANANIAS, 67-3042-7423
MINAS GERAIS: CARLOS, 31-3115-7613.
PARÁ: MARIA, 91-3236-2261.
PARAÍBA: MARCOS, 83-3221-3409.
PARANÁ: JOSÉ, 41-3528-1315 / 41-9152-5315.
PERNAMBUCO: ALUISIO, 81-3423-1159 / 81-3222-6248.
PIAUÍ: FÁBIO, 86-3221-0766.
RIO DE JANEIRO: EUGÊNIO, 21-2533-0594.
RIO GRANDE DO NORTE: FÁTIMA, 84-2010-0013.
RIO GRANDE DO SUL: JOSÉ, 51-3212-6166.
RONDÔNIA: WALDISON, 69-3224-5926 / 69-3224-5906.
RORAIMA: FLAVIO, 95-3623-3318.
SANTA CATARINA: MIRIAN, 48-3223-4567.
SÃO PAULO: ANTONIO, 11-3035-4651.
SERGIPE: GENIVALDO, 79-3214-7895.
TOCANTINS: HERLAN, 63-3224-1313.
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