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15 de novembro de 2010

Ato "Diálogo na Esquina" nesta terça


O CENTRO É DO POVO!


A Rede Brasileira de Teatro de Rua (RS) convoca a todos para participar do Ato Diálogo na Esquina. Ato em repúdio ao desrespeito com os artistas, à autorização para apresentações e cobrança para utilização de espaços públicos, que pertencem à todos nós!
Com apresentações e performances teatrais, musicais e poéticas!!!

Dia 17 de Novembro, 4ª feira, à partir do meio-dia.
NA ESQUINA DEMOCRÁTICA, CENTRO.


Artigo 5º da Constituição Federal:
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;


Compareça com sua voz, com seu instrumento, com sua performance...

8 de outubro de 2010

Ato Público pelo direito à informação

Lembra o Saitica:

Elmar Bones (ex-editor do Coojornal) convida para ato público, 19 horas, pelo direito à informação e 25 anos do Jornal Já - Hoje, sexta-feira, dia 8/10, no Teatro Dante Barone, Assembléia Legislativa do RGS.

Participe!

5 de outubro de 2009

Ato Fora Yeda

Parque Marinha do Brasil, dia 4 de outubro de 2009

Ainda há muito a fazer em matéria de atrair o público. Será preciso analisar as razões para tão pouca mobilização, quando temos um governo caindo de maduro por tanta corrupção!
Também sentimos falta da presença da mídia corporativa. Mesmo sem apoiar a ato, o evento não atraiu nem matéria de gaveta! A não ser, que tenha havido a presença de fotógrafos da P2 para "dar conta do recado"...

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Vimos, no Cloaca News, foto do ato tirada do palco para o público. É, a mídia corporativa não circula no meio do povo...

Atualizado em 5/10/09 às 18h19min.

Acima, faixa de juventude secundarista.



Abertura: apresentação da Família Sarará

Pedrinho Guareschi e Dep. Fed. Luciana Genro [PSOL/RS]


Rejane de Oliveira, Presidente do CPERS

Barraca do Julgamento Popular

Leonardo

Dep. Fed. Luciana Genro e o Ver. Pedro Ruas [PSOL/RS]

Dep. Est. Stela Farias [PT/RS] e Celso Woyciechowski, Presidente da CUT/RS

Ver. Sofia Cavedon [PT/RS]


Dep. Est. Raul Pont [PT/RS]

Pedro Munhoz

Homenagem ao sem terra Elton Brum

Intersindical

O Guaíba é nosso!



Momento chinelagem: dois carros de som passavam a todo instante. Por que será?????


Fotos: Dialógico

4 de setembro de 2009

Faltam policiais em Boqueirão do Leão...




...enquanto sobram em manifestação popular: Ato "Fora Yeda",04/09/2009.

Sobre esse estado de coisas, leiam o RSurgente AQUI e AQUI.

Fotos: Dialógico

24 de agosto de 2009

Comissão do Rio Grande do Sul organiza ato público pela realização da I Confecom


Nesta terça-feira, dia 25 de agosto, a Comissão Pró Conferência do Rio Grande do Sul organiza ato público pela realização da I Conferência Nacional de Comunicação. Para o ato, a comissão mobiliza não somente as instituições que fazem parte da comissão estadual, mas também toda a sociedade que é usuária dos meios de comunicação e interessada na discussão.

“Porque você ouve rádio, vê televisão, navega na internet, usa o telefone, lê jornal, vai ao cinema e ao teatro, tem um blog, escreve cartas, ouve músicas e lê livros. Porque a TV e o jornal não mostram o lugar onde você mora do jeito que você gostaria. Porque você tem idéias e opiniões e gostaria de comunicá-las” , explica a Comissão para a sociedade em geral.

Além do ato público com plenária das entidades e panfleteação na esquina democrática em Porto Alegre, vai haver também o lançamento do livro “A Ditadura da Mídia”, de Altamiro Borges e um momento de formação com o jornalista e autor do livro sobre “A mídia no Brasil”.

Programação (25 de agosto)

10h: Plenária das entidades
Local: Cpers sindicato (Av. Alberto Bins, 480, 9° andar)

12h: Ato público - Panfleteação
Local: (Esquina democrática)

18h30: Palestra “A mídia no Brasil” com o jornalista Altamiro Borges
Local: Cpers sindicato (Av. Alberto Bins, 480, 9° andar)

Após lançamento do livro A Ditadura da Mídia, de Altamiro Borges
Cpers sindicato (Av. Alberto Bins, 480, 9° andar)

25 de maio de 2009

Hoje, Ato contra o AI-5 da Internet na ALERGS*

O PL Substitutivo do Senador Azeredo, em seu cerne, atende aos interesses do capital. Isto ficou bem ilustrado no discurso do Sr. Ministro de Comunicação Hélio Costa, na abertura do Congresso da Abert, no qual ele afirmou que os jovens devem se "despendurar da Internet" e "devem" assistir TV e ouvir rádio.

Mais do que a preocupação com o que se baixa da Internet, esse projeto mira é no que se sobe nesse espaço, que se tornou ferramenta de participação direta e produção de conteúdo. Por exemplo, o ato pelo impedimento do Ministro do STF Gilmar Mendes foi transmitido, ao vivo, via Internet, através de uma câmera de um celular. Outros exemplos: pautas, que não são tratadas pelo Grupo RBS ou Rede Globo e pelos demais representantes da mídia corporativa, só são encontradas na Internet, como detalhes dos escândalos de corrupção envolvendo Daniel Dantas, Camargo Correa e, no campo político, os da nossa "casa": Governos Yeda Crusius e José Fogaça.

Evidentemente, propugnamos por legislação que garanta os Direitos Civis da Internet. Em última instância, a Constituição Federal e o Código Penal brasileiro já dão conta do que é crime a ser aplicado na Internet. Mas denunciamos a criminalização da participação direta da população na produção de conteúdo, na manifestação de seu pensamento, estes sim, a grande preocupação das corporações que não suportam qualquer resquício de democracia, pois isso atenta aos seus interesses privados.

Conclamamos, para que fiquem atentos a 1ª Confecom e participem das suas instâncias municipais e estaduais. É a primeira vez, que a população brasileira é chamada para discutir a Comunicação Social neste país. Como disse Herbert de Souza, o Betinho, o termômetro da democracia é a participação da população na comunicação.

Arte: Hupper
*Esta foi a nossa manifestacao, em nome da Comissao RS de Mobilizacao da I Conferencia Nacional de Comunicacao, no Ato realizado na ALERGS. Atualizado em 25 de maio de 2009, 19h30min.

8 de março de 2009

Ato em frente a FSP: PT não compareceu?

Ao que tudo indica, o Partido dos Trabalhadores não compareceu ao ato promovido pela ONG Movimento dos Sem Mídia em frente a Folha de São Paulo ontem, 7 de março. Pelo menos, não foi citado pelo Eduardo Guimarães nos agradecimentos pelo comparecimento na mobilização, como pode ser verificado abaixo:

Nota de Agradecimento

Aos que não se calaram - 8 DE MARÇO DE 2009

O Movimento dos Sem Mídia, por meu intermédio, agradece formalmente o apoio das seguintes pessoas físicas e entidades da sociedade civil ao Ato Público de Repúdio contra o jornal Folha de São Paulo que teve lugar no último sábado.

Articulação Mulher e Mídia

Celso Lungaretti

Central Única dos Trabalhadores - CUT

Centro Acadêmico Benevides Paixão - PUC - SP

Centro Acadêmico de História da Unicastelo - SP

Centro Acadêmico de História da USP

Centro Acadêmico Wladimir Herzog - fac. Casper Líbero

Ciranda em defesa à Educação Infantil

Círculo Bolivariano de SP

Coletivo Estudantil de Direito da PUC - SP

Coletivo Socialismo e Liberdade - PSOL

Conselho Indigenista Missionário de SP

Deputado Carlos Neder

Facesp - Federação das Assoc Comunitárias de SP

Fórum em Defesa da Infância

Fórum Permanente ex-presos políticos de São Paulo

Grêmio Libre Estudantil Bertold Brecht - ETESP

Instituto Helena Greco de Direitos Humanos

Intervozes

Ivan Seixas

Jornal Brasil de Fato

Luiza Erundina

Marcha Mundial das Mulheres

Ministério da Justiça - Comissão de Anistia

Movimento das Fábricas Ocupadas - Flasko

Movimento do Ministério Público Democrático

Movimento pelo Voto Aberto no Congresso Nacional

Padre Júlio Lancelotti

PC do B

Portal Vermelho

Rede Social de Justiça e Direitos Humanos

Revista Caros Amigos

Sindicato dos Bancários

Setor de Direitos Humanos do MST

Sindicato dos Jornalistas de São Paulo

Sindicato dos Metroviários da Capital

Sindicato dos Tralhadores em Editoras de Livros de São Paulo- SEEL

Toshio Kawamura

TV Brasil

UBES - União dos Estudantes Secundaristas

UNE - União Nacional dos Estudantes

União da Mulher de SP

União de Núcleos de Educação popular para Negros


O Movimento dos Sem Mídia agradece o apoio e cumprimenta as pessoas e entidades supra mencionadas. Pedimos aqueles que porventura não foram citados que deixem aqui seu comentário para incluirmo-los na relação de agradecimentos. Explicamos que nossas anotações, devido ao acúmulo de manifestantes, foram precárias e alguns nomes ficaram ininteligíveis.

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Como o presidente do MSM também ressaltou a dificuldade em anotar todos os nomes, solicita que escrevam para ele, a fim de atualização da lista. Ainda há tempo de verificar, se a ausência do PT é fato ou não. Para tanto, vá que alguém leia o Dialógico, mas não leia o Cidadania, favor deixar um comentário no blog do Eduardo, o Cidadania.com, acessando AQUI.

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Segundo a polícia militar de SP, compareceram 65 pessoas ao ato. Olhem a foto e tirem suas conclusões!

7 de março de 2009

Encerrado o ato Ditabranda

Foram quase 3 horas de mobilização promovida pela ONG Movimento dos Sem Mídia em frente a Folha de São Paulo. Cobriram o ato a Record, a TV Brasil, a própria Folha e, no finalzinho, a BAND.
O Eduardo Guimarães, do blog Cidadania.com e presidente do MSM, está de parabéns!!!!
Nós acompanhamos, em tempo real, as publicações do blog Nas Retinas e do Guto Carvalho via Twitter e tivemos, até agora, mais de 400 visitas.
Adoramos a experiência e esperamos ter colaborado com a divulgação deste ato a contento.
Agora, aguardaremos mais notícias sobre as repercussões e mais fotos. Como o Dialógico entra em curtíssimo recesso, acompanhem essas informações através dos blogues:

Cidadania.com
Nas retinas
Blog do Guto Carvalho
e via Twitter [recomendamos a inscrição, foi uma excelente ferramenta - valeu, Hélio, pela insistência].
Imagem: Viomundo

Ato bombando em frente a FSP

gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjkt - foto dos participantes do ato #ditabranda

gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjp7 - banners sobre torturadores #ditabranda

gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjto - microfone aberto, dê seu depoimento #ditabranda

gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjxb -
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra presentes no ato #ditabranda

Via Twitter

gutocarvalho: redes disponíveis na porta da folha 'voyager' e 'pacific' pode entrar e sair navegando #ditabranda

gutocarvalho: eduardo guimarães inicia o ato #ditabranda

gutocarvalho: a coisa está fervendo, vários pessoas gravando, fotografando, blogando, eduardo continua lendo o manifesto #ditabranda

gutocarvalho: muitos jornalistas amigos dos sem mídia já estão no local apoiando o evento e cobrindo com seus gadgets #ditabranda

gutocarvalho: temos mais de 200 pessoas na porta da folha, com placas, cartazes, banners, vamos subir algumas fotos #ditabranda

gutocarvalho: segura as pontas notebook, segura as pontas, só tem 30 pessoas penduras #ditabranda :)

gutocarvalho: na base do olhometro já tem umas 500 pessoas #ditabranda

gutocarvalho: ivan seixas ao microfone #ditabranda

gutocarvalho: tem uma galerinha estranha que chegou querendo bagunçar, não entrem na onda, vamos conter os exaltados #ditabranda ato pacífico!

gutocarvalho: @emerluis nos bastidores agregando informações e falando com jornalistas #ditabranda vai ficar tudo nas retinas!

gutocarvalho: Eduardo Guimarães está no twitter @eduguim #ditabranda

gutocarvalho: jornalistas da folha aparecendo para cobrir o ato #ditabranda

gutocarvalho: base digital do ato #ditabranda http://twitpic.com/1wikb

gutocarvalho: foto da os colaboradores como ato #ditabranda http://twitpic.com/1wijq

gutocarvalho: sites conservadores continuam sem falar uma linha do ato contra a #ditabranda

gutocarvalho: Estatísticas do movimento contra a #ditabranda mais de 100 sites abordaram o tema, somando temos mais de 60 mil visualizações dia....

gutocarvalho: .... sobre a #ditabranda, tudo feito em menos de 1 semana, informações circulando de forma independente na internet com liberdade!

gutocarvalho: toda a infra-estrutura wireless do ato contra a #ditabranda foi feita com tecnologia livre/open source/linux .

gutocarvalho: galera do softwarelivre aparecendo por aqui, to com camiseta do FISL8 e o pessoal tem vindo falar comigo e ver a infra #ditabranda

gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjkt - foto dos participantes do ato #ditabranda

gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjp7 - banners sobre torturadores #ditabranda

gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjto - microfone aberto, dê seu depoimento #ditabranda

gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjxb - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra presentes no ato #ditabranda


gutocarvalho: mais de 8 cabos USB ligados no micro, baixando fotos de 4 máquinas ao mesmo tempo #ditabranda

gutocarvalho: quem quiser disponibilizar as fotos para galera da ilha digital é só passar aqui na lanchonete que copiamos agora! #ditabranda

gutocarvalho: A BAND acaba de chegar para cobrir o evento, é o primeiro grande veículo que chega aqui, começamos a repercutir #ditabranda

gutocarvalho: TVBrasil presente no ato #ditabranda

gutocarvalho: Depois de 3 horas de ato a manifestação se encerra #ditabranda

Começou o ato Ditabranda

Do blog Nas Retinas:

Começo ato Ditabranda

07/03/2009

Até o momento pelo menos 100 pessoas estão presentes em frente ao prédio da Folha de São Paulo.

Viaturas da polícia em frente a Folha

07/03/2009

Policiais estão presentes para acompanhar o ato. Viaturas passam o tempo todo em frente do jornal.

Seguranças da Folha

07/03/2009

Barbosa, o primeiro a chegar vindo de Taubaté, informa que desde 8h seguranças da Folha estão de prontidão.

Leitura do manifesto

07/03/2009

O primeiro ato da manifestção será a leitura do manifesto do Movimento dos Sem Mídia.

Faixas contra a ditabranda da Folha

07/03/2009

Os manifestantes estenderam faixas em frente da Folha: A ditadura foi branda para a Folha. Ditadura nunca mais

Blogando da rua

A conexão está montada em frente ao bar Emporio dos Sabores, diante da Folha

Base digital do ato

Eduardo Guimarães começa o ato

07/03/2009

Eduardo agradece a todos os presentes pela vinda, de Goiania, Brasília, Taubate, São Roque e São Paulo

Palmas do publico

07/03/2009

Publico aplaude o ato e a coragem de todos que comparecem ao ato. Eduardo lembra que esta sendo apagado da memoria dos jovens as informaçoes reais sobre a ditadura.

Manifesto

07/03/2009

Leitura do manifesto do MSM. Repudio a revisão historica da ditadura no Brasil. A naçao brasileira foi usurpada, com censura e tortura.

Limites a Chaves

07/03/2009

Eduardo lembra que o editorial da Folha minimizou a ditadura no Brasil para atacar o presidente da Venezuela Hugo Chavez

Mais de 200 pessoas

07/03/2009

Neste momento, dois lados da Barao de Limeira estao tomados. Mais de 200 pessoas ocupam a rua.

Manifesto

07/03/2009

A Folha abriu espaço para pessoas que defendem metodos de controle da cidadania.

Uso da Internet

07/03/2009

Toda a mobilizaçao para o ato desta manhã foi feita pela internet.

Imprensa presente

07/03/2009

Funcionarios da Rede Record estao presentes ao ato.

Apeoesp

07/03/2009

A APEOESP subsede norte em reunião dos representantes de escola publicou uma moçao de apoio a manifestacao e repudio ao editorial da Folha na ultima quarta, segundo Segisvaldo Caldo, da Apeoesp.

Ines Buschel

07/03/2009

Promotora de Justica aposentada de SP, fundadora do Movimento do Ministerio Publico democratico, cuja missão é difundir a doutrina dos direitos humanos nas instituicoes da justica, em especial dos ministerios publicos do Brasil, presente ao ato. O MP democratico enviou protesto a Folha, que sequer publicou.

Ines Buschel

07/03/2009

Promotora de Justica aposentada de SP, fundadora do Movimento do Ministerio Publico democratico, cuja missão é difundir a doutrina dos direitos humanos nas instituicoes da justica, em especial dos ministerios publicos do Brasil, presente ao ato. O MP democratico enviou protesto a Folha, que sequer publicou.

Marco Aurelio de Araujo Silva

07/03/2009

Presente ao ato, o estudante de pedagogia da USP, com mais cinco estudantes, repudiam a forma com a qual a Folha de São Paulo distorce a historia, menosprezando o sofrimento das vitimas e a luta pelos direitos humanos.

Julio Lancelotti

07/03/2009

O padre Julio lenbra que imprensa brasileira não lembrou os 100 anos de nascimento de D. Helder Camara

Lula Ramires

07/03/2009

Coordenador do Corsa, entidade de defesa da cidadania GLBT, presente ao ato, diz que é um acinte um veiculo como a Folha distorcer a memória historica do povo brasileiro, relativizando todo o horror que o Brasil viveu sob a ditadura.

Presente ao ato

07/03/2009

Deputado estadual Carlos Néder.

Flavia Brites

07/03/2009

Presente ao ato, a sociologa Flavia Brites nos informa que está começando um novo blog, Algodão Hidrofilo no endereo flaviabrites.blogspot.com

Números da rede

07/03/2009

Mais de 100 blogs agregados ao planeta conseguiram somar 60.000 visitas, todas tratando do tema ditabranda

União via rede

07/03/2009

A mobilização, que trouxe 500 pessoas para a porta da Folha, foi realizada sem ajuda da imprensa tradicional. Tudo foi realizado via Internet, por Twitter e e-mail.

Pablo Simpson

07/03/2009

Vindo de Campinas para o ato, o professor Pablo está cedendo fotos de hoje para publicarmos nos sites

Rodrigo Vianna

07/03/2009

Pelo blog Escrevinhador, está presente no ato o jornalista Rodrigo Vianna

Rollan Hirano

07/03/2009

Com uma camiseta estampada Abaixo a Ditabranda, o estudante Rollan comperece ao ato na porta da Folha

Dalva Oliveira

07/03/2009

Filiada e fundadora do Movimento dos Sem Midia, Dalva é uma cidada que luta ccontra a ditabranda da Folha por ser testemunha da história política no Brasil.

Repercussão

07/03/2009

Com a repercussão do ato na rede, até a TV Band está presente

Policiais presentes na manifestação

07/03/2009
Policiais presentes na manifestação

Policiais presentes na manifestação

Ato encerrado

07/03/2009

Quase duas horas e meia depois, termina o ato em frente ao prédio da Folha

Muito material

07/03/2009

Temos muito material para subir entre fotos e videos. Isso ocorrerá ao longo do dia.

Atoa em frente a FSP: Manifesto Ong MSM

Do blog Cidadania.Com:


Movimento dos Sem Mídia

Pela Justiça e pela Paz no Brasil

A Organização Não Governamental Movimento dos Sem Mídia – MSM, entidade de direito privado constituída juridicamente em 13 de outubro de 2007, exorta a sociedade brasileira a repudiar a perniciosa e ameaçadora revisão histórica perpetrada recentemente por editorial do jornal Folha de São Paulo, texto que relativizou a gravidade de crimes cometidos pelo Estado brasileiro entre os anos de 1964 e 1985, período durante o qual a Nação brasileira sofreu usurpação de um golpe militar ilegal e inconstitucional que, por seu turno, gerou aos brasileiros conseqüências nefandas tais como censura à liberdade de pensamento e de expressão, prisões arbitrárias e crimes de tortura, de estupro e de morte, atos de terror que destruíram as vidas de milhões de brasileiros, muitos dos quais sobreviveram àquele terror e, assim, carregam até hoje seqüelas daquele período de trevas.

No âmbito desse repúdio, cumpre à nossa entidade tornar públicos os pontos daquele texto jornalístico que julgamos perniciosos e ofensivos às vítimas que tombaram e às que sobreviveram àquele regime de força, que suprimiu os princípios e mecanismos do Estado Democrático de Direito e as garantias, liberdades e direitos individuais e coletivos, somente restituídos ao povo brasileiro com a edição da vigente Constituição Federal de outubro de 1988.

O editorial do jornal Folha de São Paulo intitulado “Limites a Chávez” foi publicado em 17 de fevereiro deste ano. O veículo de comunicação exerceu um direito óbvio e que não se questiona, o direito de opinar. Criticar o resultado do plebiscito recente na Venezuela ou emitir qualquer outra opinião, portanto, jamais estimularia nossa Organização a protestar de forma tão solene e veemente se não fosse a tentativa de revisão histórica que afirmou que o regime dos generais-presidentes teria sido “brando”, pois tal afirmativa constituiu-se em dolorosa bofetada nos rostos dos que sobreviveram, em verdadeiro deboche dessas vítimas expresso por meio do termo jocoso “ditabranda”, corruptela do único termo possível para identificar aquele regime, o termo ditadura.

Em poucas palavras, o editorial da Folha de São Paulo criou teorias novas, como se verá em trecho a seguir. Disse a Folha de São Paulo: “As chamadas "ditabrandas" – caso do Brasil entre 1964 e 1985 – partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça”.

O perigo e a afronta residem no eufemismo. Com efeito, o diabo está nos detalhes. Diga-se essa barbaridade de “acesso controlado à Justiça” aos que ficaram pelo caminho da máquina opressora do Estado brasileiro de então, aos que sofreram tudo que foi acima enumerado. Diga-se a eles que tiveram acesso “controlado” para buscarem reparação pelas violências que sofreram. Achem um só que tenha encontrado guarida e reparação na Justiça, à época, pelas violências que sofreu. E mais: diga-se isso aos que não sobreviveram às ações arbitrárias daquele Estado ditatorial e aos seus famliares.

No conceito de nossa Organização, conceito este amparado no melhor Direito Universal, o que fez o jornal em questão foi dizer “brandos” aqueles crimes, abrindo espaço para a proliferação de mentalidades que ainda defendem publicamente métodos excepcionais de “controle” da Cidadania e das próprias vidas dos cidadãos.

Dizem os defensores da usurpação do Estado Democrático de Direito que ocorreu naquele período obscuro de nossa história que havia então uma “guerra” no Brasil. Uma guerra em que tantos jovens idealistas, muitas vezes pouco mais do que imberbes, sucumbiram defendendo a Constituição, por sua vez violentada pelos desejos de poucos, que estupraram o desejo da maioria que delegou o Poder a um governo constitucional que a ditadura derrubou por meio de golpe de Estado.

O Brasil daquele 1964 tinha um governo eleito pelo voto. Não foi destituído por um processo democrático que se valeu dos mecanismos constitucionais que existiam e que poderiam ser usados se os que se opunham àquele governo acreditassem que tinham representatividade popular para fazer tais mecanismos prevalecerem. Não. Por não estarem amparados pela maioria dos brasileiros, os usurpadores do Poder de Estado legalmente constituído em eleições livres e democráticas trataram de usar a violência, a sedição e a ilegalidade para fazerem prevalecer suas visões, desejos e interesses minoritários, impondo-os sobre uma maioria que mais tarde seria amordaçada e ameaçada, de forma que não pudesse contestar a ruptura do Estado de Direito.

Equiparar o Estado àqueles que os defensores do regime de exceção diziam ser “terroristas”, era, é e sempre será uma aberração jurídica, para economizar palavras. Não cabe no conceito de democracia, de Estado de Direito, a hipótese de agentes do Estado imporem suplícios físicos desumanos e criminosos àqueles dos quais desconfiavam de que não compartilhavam suas idéias totalitárias.

O que torna mais dramática essa revisão afrontosa daquele período da história é que o jornal Folha de São Paulo não se contentou só com ela. Diante dos protestos de dois dos expoentes mais respeitados da intelectualidade brasileira tanto no Brasil quanto no exterior, a professora Maria Victória Benevides e o professor Fábio Konder Comparato, o jornal tratou de insultá-los de forma virulenta, qualificando-os como “cínicos e mentirosos”, claramente tripudiando da indignação dos justos ante absurdo tão rematado quanto o acima descrito.

Nem as poucas opiniões contrárias que o jornal permitiu que fossem vistas em suas páginas opinativas, sempre de forma tão “controlada” quanto afirmou antes que fazia a sua “ditabranda”, puderam minorar a dor dos sobreviventes dos Anos de Chumbo, e tampouco fizeram a justiça necessária à memória das vítimas fatais da ditadura cruel que vigeu naquele período triste da história deste País.

Tanta injustiça, desrespeito, deboche talvez encontre “explicação” quando se analisa o papel exercido pelo jornal contra o qual protestamos durante boa parte do tempo em que a ditadura militar oprimiu esta Nação.

Em obra literária de autoria de um colaborador desse meio de comunicação, do jornalista Elio Gaspari, intitulada “A Ditadura Escancarada”, figura acusação ao jornal Folha de São Paulo que este jamais rebateu de forma adequada e pública, a acusação de que cedeu veículos à sua “ditabranda” para o transporte de presos políticos.

Mas é em editorial desse grupo empresarial publicado em 22 de setembro de 1971, no auge da ditadura, que transparecem as relações de então entre a mídia e o regime. Diz aquele editorial pretérito tão nefasto quanto o editorial mais recente, sendo ambos do grupo empresarial de comunicação da família Frias:

Como o pior cego é o que não quer ver, o pior do terrorismo é não compreender que no Brasil não há lugar para ele. Nunca ouve. E de maneira especial não há hoje, quando um governo sério, responsável, respeitável e com indiscutível apoio popular, está levando o Brasil pelos seguros caminhos do desenvolvimento com justiça social - realidade que nenhum brasileiro lúcido pode negar, e que o mundo todo reconhece e proclama. O país, enfim, de onde a subversão - que se alimenta do ódio e cultiva a violência - está sendo definitivamente erradicada, com o decidido apoio do povo e da imprensa, que reflete o sentimento deste." Octávio Frias de Oliveira, 22 de setembro de 1971”.

Apesar desse documento histórico com dia, mês e ano, e que pode ser encontrado nos arquivos desse grupo empresarial de comunicação, apesar desse documento que mostra faceta do jornal Folha de São Paulo que ele teima em não reconhecer e que certamente não quer ver conhecido por seu público atual talvez por ter vergonha de seu passado, sua alegação contemporânea é a de que “combateu” a ditadura que aquele editorial, assinado por seu proprietário de então, qualificava como “séria, responsável, respeitável e com indiscutível apoio popular”.

Não se consegue entender como a Folha de São Paulo, então, media o “apoio popular” à ditadura, pois não havia eleições livres ou mesmo pesquisas sobre a popularidade dos ditadores. Era, pois, uma invenção a tese de que a ditadura estaria “levando o Brasil pelos seguros caminhos do desenvolvimento com justiça social”, porque, à luz do conhecimento histórico daquele período, o que se sabe é que o que gerou foi concentração de renda, ou seja, empobrecimento dos mais pobres e enriquecimento dos mais ricos.

No dia em que o editorial profano mais recente foi lido pelos Sem Mídia, o que nos veio às mentes foram as palavras imortais do ativista negro norte-americano doutor Martin Luther King que pregaram, há tantas décadas, a conduta dos democratas diante dos violadores da democracia: “O que preocupa não são os gritos dos maus, mas o silêncio dos bons”. E é por isso que estamos aqui hoje, porque a sociedade civil não aceita e não ficará inerte assistindo a defesa velada de uma ditadura e a tentativa de vender a tese de que ela foi menos do que ilegal, imoral e terrivelmente dura, tendo sido tudo, menos “branda”.

São Paulo, 7 de março de 2009

Eduardo Guimarães

Presidente

9 de janeiro de 2009

Manifestação em Porto Alegre

Do blog Tomando na Cuia Reload:

Ato une Porto Alegre a Palestina
Centenas de manifestantes, apoiados por vários partidos políticos e pelos movimentos sociais, participaram hoje (09/01) de ato em defesa do povo palestino e contra a política do Estado de Israel. Em protesto, marcharam pelo centro da Capital gaúcha e manifestantes queimaram duas bandeiras: uma de Israel e outra dos Estado Unidos, como forma de demonstrar o genocídio patrocinado por Israel com o apoio do governo norte-americano. Também condenaram a omissão da ONU em não obrigar Israel a cumprir a resolução que determinou o cessar fogo contra a palestina. Quase 800 palestinos já morreram, nestes 12 dias de combate, sendo que 200 foram crianças com menos de 10 anos. A comunidade palestina ressaltou que muitos Israelenses estão contra essa política genocida do Estado de Israel e que o desejo de todos é de paz entre os povos. Manifestantes acusaram o estado Sionista de usar das mesmas atrocidades que eles mesmo foram vítimas na segunda guerra mundial, em especial, em patrocinar a morte de civis (mulheres e crianças) em larga escala, como foi executado pelos nazistas.

Fotos: Kiko Machado