Atualizado às 2h47min.
9 de novembro de 2010
Sobre a criação dos conselhos na Confecom
Atualizado às 2h47min.
8 de julho de 2010
Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia
4 de junho de 2010
A TV Cultiva acaba de entrar no ar

Trata-se de uma Web TV: WWW.TVCULTIVA.COM.BR. A partir de agora, cursos, palestras e análises de conjuntura estarão disponíveis neste site, com gravações de 30 minutos. Muitos vídeos serão disponibilizados gratuitamente e outro tanto será comercializado por um custo muito baixo. Já disponibilizamos um curso sobre Gestão Participativa em Rede, metodologia criada para descentralizar gestões municipais, integrar secretarias, criar sistema de comunicação e planejamento participativos (do território para a unidade central de gestão municipal e tradução local dos programas gerais) e controle social. Também disponibilizamos um curso sobre reforma de Estado, administração e políticas públicas (incluindo análise sobre as propostas neoliberais, Estado Gerencial e modelos de gestão participativa. Cada curso composto por 10 aulas a 10 reais cada aula. O cursista receberá textos de apoio incluídos.
Em poucos dias, disponibilizaremos vídeos de análise de conjuntura e outros cursos. Também disponibilizamos palestras sobre bonapartismo e modernização conservadora, conceitos que André Singer (bonapartismo) e eu (modernização conservadora) para analisar o lulismo.
Em algumas semanas, disponibilizaremos um vídeo em que eu sou sabatinado pelos jornalistas Merval Pereira (O Globo), Paulo Passarinho (Rádio Bandeirantes RJ) e Roberta Zampetti (Rede Minas) a respeito do meu livro (Lulismo: da Era dos Movimentos Sociais à ascensão da Nova Classe Média), que será lançado dia 22 de junho.
Finalmente, criamos um espaço específico para consultoria online, para prefeituras, sindicatos, ongs, fundações, a partir de pagamento de mensalidade a preço reduzido. É possível reduzir em quase 90% o custo mensal de uma consultoria a partir deste recurso, com atendimento online, produção de material à distância, empregando o que há de mais contemporâneo e eficiente para atender com rapidez demandas específicas.
Aproveite. Deu um trabalhão imenso para criarmos esta inovação. Use e abuse.
Rudá Ricci
12 de novembro de 2009
Controle público e social é debate central na Confecom

Tema que inspirou debates acirrados desde a convocação da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e teria, inclusive, sido usado como desculpa para a saída das entidades empresariais da Comissão Organizadora Nacional, o controle público e social da mídia é bandeira fundamental das organizações e movimentos sociais. O conjunto das propostas apresentadas por diversas entidades e os debates já realizados nas conferências livres e estaduais apontam a preocupação em estabelecer regulamentações, mecanismos de acompanhamento e órgãos regulatórios participativos que lidem tanto com os conteúdos midiáticos como as políticas públicas do setor.
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) defende a instituição de mecanismos de controle social em suas propostas apresentadas como contribuição aos debates da Confecom e justifica afirmando que “a comunicação desempenha um papel central na formação da subjetividade e da coletividade”. O CFP mostra-se preocupado, especialmente, com a existência de instrumentos que possibilitem o acompanhamento crítico, o ajustamento e a reparação, quando necessário, dos conteúdos veiculados pela mídia, sobretudo em relação à imagem da mulher, do homem, das crianças e adolescentes e também à publicidade.
“O papel de homens e mulheres que se diferenciam apenas pela sensualidade ou por possuir algo, nos comerciais, desconhece lutas sociais de séculos, como a da emancipação feminina, ou mostra homens superficiais que não reconhecem valores éticos ou outras transformações culturais e comportamentais”, critica o CFP. Os psicólogos também se mostram preocupados com o fato de o único órgão regulador da publicidade no Brasil seja uma entidade privada, o Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (Conar), que ainda por cima é organizado por publicitários com financiamento de anunciantes.
São propostas defendidas pelos psicólogos, além dos mecanismos de controle social, o fim da publicidade dirigida às crianças e o fim da publicidade de bebidas alcoólicas, além de uma avaliação dos conteúdos que relacionam trânsito e mídia.
O movimento de mulheres também indica as questões relacionadas ao conteúdo veiculado pelas mídias como central nos debates da Confecom. Assim como outros movimentos de minorias historicamente desprestigiadas pela mídia, as mulheres também defendem o controle social. Fazem parte da plataforma das mulheres propostas como a garantia de que “a imagem da mulher será veiculada sempre com pluralidade, diversidade e sem reprodução de estereótipos, inclusive na promoção do combate ao racismo e à violência contra a mulher”; a criação de espaços públicos dentro das rádios e TVs para os movimentos de mulheres; a fiscalização do conteúdo e punição de abusos.
A proposta consta da Plataforma das Mulheres para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. O documento traz as contribuições debatidas pelo conjunto dos movimentos que participaram em março do Seminário Nacional A Imagem da Mulher na Mídia, realizado em São Paulo pela Articulação Mulher e Mídia e a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres.
O Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social aborda a questão pelo viés da diversidade na mídia e respeito aos direitos humanos. Entre as propostas elaboradas pelo coletivo para a Confecom encontra-se, por exemplo, a previsão de punição a veículos que violem os DDHH. “A veiculação de informações que violem os direitos humanos deve incorrer em um sistema de punição, nos moldes daquele previsto no Código Brasileiro de Telecomunicações, que varie da correção ao cancelamento da licença concedida ao prestador do serviço, em caso de múltiplas reincidências”, propõe o Intervozes.
Ao mesmo tempo, o coletivo reforça a necessidade de se estabelecer uma regulamentação que estabeleça mecanismos de defesa do público, garanta o direito de resposta e que proíba a veiculação de conteúdos que promovam ou pratiquem todo e qualquer tipo de discriminação.
Empresários contra
Os empresários seguem investindo na estratégia de barrar qualquer debate sobre regulação, controle de conteúdo e participação popular. As reivindicações dos movimentos e organizações sociais têm sido tachadas como censura nos espaços em que as representações do empresariado têm falado sobre a conferência. “Para a viabilização da Confecom, é crucial que não haja o controle social do conteúdo, que significa censura e interferência política”, ameaçou Walter Ceneviva da Associação Brasileira de Radiofusores (Abra) em seminário sobre regulação da convergência tecnológica chamado pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).
Defendeu a mesma linha o diretor de Relações Institucionais das Organizações Globo, Evandro Guimarães, também representante da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert). Durante seminário sobre a Confecom realizado pela Escola de Comunicações e Artes da USP, afirmou inclusive que a pauta de controle social teria sido um dos motivos que levaram a Abert e outras entidades empresariais a abandonarem a comissão organizadora da Conferência. Sobre participação popular, limitou-se a dizer que a existência de TVs comunitárias não era contraditória a programação das TVs abertas.
Participação
Ao mesmo tempo em que se mostram preocupadas em estabelecer regras que estabeleçam parâmetros e formas de regulação dos conteúdos midiáticos, as diversas entidades que defendem medidas em favor do exercício do controle público e social das comunicações apontam a necessidade de criação de estruturas específicas para este fim. Em todos os casos, a premissa principal é a garantia da participação popular nestes órgãos, além da transparência.
A plataforma elaborada pelo conjunto das entidades do movimento de mulheres prevê a criação de “Conselhos de Comunicação municipais, estaduais e regionais para fiscalização do conteúdo e controle dos horários de veiculação das produções”. “Tais conselhos devem ser gestores, fiscalizadores e deliberativos, com configuração tripartite. Em nível nacional, o Conselho de Comunicação será o órgão fiscalizador dos meios de comunicação, de modo a dar maior impacto as ações e demandas propostas pela sociedade”, diz o documento.
Tanto o documento do Intervozes como a plataforma das mulheres indicam a criação de alguma espécie de ouvidoria do consumidor/telespectador. O Intervozes defende a implantação de uma comissão sobre violações dos direitos humanos. Seria composta por sujeitos indicados pelo CNC, “com a função de receber reclamações e denúncias e encaminhar sugestões de reparação ou punição aos órgãos responsáveis pela aplicação de sanções aos prestadores de serviços”.
Já o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) aponta a necessidade dos concessionários públicos de rádio e TV também contarem com obrigações neste sentido. O fórum propõe “a inclusão na estrutura das empresas de Rádio e TV de mecanismos que estimulem e permitam o controle público sobre a programação, como conselhos com participação da sociedade, conselhos editorais e serviços de ouvidoria”.
Políticas públicas
Além de defenderem o controle de conteúdo, as organizações e movimentos sociais mobilizados no processo da Confecom fazem propostas de criação de instrumentos de participação popular e controle das políticas públicas para o setor das comunicações.
O Intervozes defende a instituição de mecanismos “de incidência e participação da população sobre as políticas no âmbito do Estado”. O pilar desta proposta seria a interação entre os órgãos reguladores do setor e instâncias e mecanismos de participação direta e indireta em todas as áreas do setor. Especificamente, o coletivo propõe a criação de um órgão federal - o Conselho Nacional de Comunicação - aberto à participação popular em suas diversas instâncias e sujeito a exigências rigorosas de transparência. De acordo com o coletivo, a composição deste órgão “deveria seguir o exemplo do Conselho Nacional de Saúde, reservando 50% das cadeiras a representantes dos usuários, 25% aos trabalhadores do setor, 25% aos prestadores de serviço”.
O CNC seria responsável pela regulamentação específica e a regulação do setor, pelo processamento das outorgas relativas aos diversos serviços, pela fiscalização e pelas ações de fomento. A função do conselho abrangeria os serviços, a infra-estrutura e o conteúdo, assumindo funções que hoje estão sob responsabilidade de agências reguladores (a Agência Nacional de Telecomunicações e a Agência Nacional do Cinema).
Além do CNC, o Intervozes avalia ser importante estabelecer conselhos municipais e estaduais que assumam o papel de espaços de participação e decisão sobre as políticas locais e regionais, notadamente em relação a políticas de acesso aos meios, à criação de veículos públicos de comunicação e ao fomento à diversidade da mídia. Além disso, tais conselhos deveriam assumir também também funções em relação ao processamento dos pedidos de outorgas e concessões de serviços de comunicação.
O FNDC defende a criação de um conjunto de mecanismos de controle público, entre eles “conselhos de comunicação municipais e estaduais, agências reguladoras, ombudsman e Conselho Federal dos Jornalistas”. Para a entidade, estas estruturas também teriam como função dar conta da aplicação do “princípio constitucional da proibição do monopólio e oligopólio na área da comunicação”. Para isso, segundo o FNDC, é “imprescindível aprofundar o debate entre o setor privado e a sociedade” para se formular uma legislação que garanta a efetivação deste princípio.
Especificamente, o fórum pede “a redefinição do papel do Conselho Nacional de Comunicação Social, independente do Senado, com caráter deliberativo e autônomo”, além da criação de “uma comissão no Ministério das Comunicações, com a presença de representantes da sociedade civil, para participar da avaliação das outorgas e, ainda, a obrigação dos processos serem apreciados no Conselho de Comunicação Social quando de sua tramitação no Senado”.
10 de outubro de 2009
Direito de Resposta
Depois do programa Tardes Quentes, apresentado por João Kléber [apoiador do Collor, lembram?] ser campeão de denúncias na Campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania, a Rede TV! foi obrigada, por decisão judicial, a produzir [pagar] 30 programas sobre Direitos Humanos, denominados "Direito de Resposta". Antes disso, teve seu sinal VHF cortado.
Pela primeira vez, na História da Comunicação no Brasil, a população exerceu controle público da mídia. Foi protagonista de mudanças, para melhor, numa programação televisiva.
Abaixo, o vídeo institucional do Direito de Resposta:
27 de agosto de 2009
Uma conferência que sai por força de chantagem
Já é do conhecimento de algumas pessoas, de que a Comissão Organizadora Nacional [CON] da 1ª Conferência Nacional de Comunicação [CONFECOM] definiu, depois de reunião de 5 horas de duração, a proporcionalidade para eleição de delegadas/os dos segmentos "sociedade civil", "empresários da comunicação" e "governo": 40-40-20% respectivamente. E, como esta conferência é tratada diferente das demais promovidas pelo Governo Federal, o quorum qualificado para aprovar "temas sensíveis" será de 60% + 1 [não riam, ou chorem sras. e srs. matemáticas/os].O incrível, desta história, foi a pressão exercida pelo Governo Federal sobre o segmento da sociedade civil na CON representante de entidades que lutam pela democratização das comunicações no Brasil. Mesmo com a saída de 5 entidades empresariais no dia 13 de agosto; mesmo com o segmento empresarial sendo o único a fazer exigências nas reuniões, o Governo Federal jogou a responsabilidade pela não realização da CONFECOM sobre os ombros da sociedade civil! Ou esta acatava a proposta governamental, ou a Conferência seria cancelada.
Não adiantaram notas de entidades e estados, reclamando da proporcionalidade e do quorum qualificado. O Governo sequer negociou o quorum, estabelecendo o que é de praxe: 50% + 1. Ou eram atendidos os interesses empresariais, ou nada!
Isso tem nome: chama-se chantagem. E a sociedade civil viu-se numa sinuca de bico: há anos suas entidades lutam pela Conferência. Como não participar dela?
A sociedade civil terá voz; irá debater seus temas, marcará posição. Mas, dificilmente, aprovará temas que envolvam renovação das concessões públicas, controle social, fim do monopólio das comunicações por exemplo. Com o agravante, de que talvez não impeça a aprovação de temas muito caros à mídia corporativa, como a manutenção de seu poder, ou ingresso de capital estrangeiro, ou controle da Internet. Com um Governo que age, descaradamente, a favor da mídia corporativa, qual a segurança de que tal coisa não aconteça? Mesmo que as proposições ainda dependam do Congresso Nacional, não haverá dúvidas de que as demandas empresariais serão aprovadas em tempo recorde, digno de livro Guiness.
Numa perspectiva otimista, poderá ocorrer uma espécie de "empate temático": aprovam-se "perfumarias" que atendam aos interesses ora da sociedade civil, ora do empresariado com o apoio governamental, mas que não significarão avanços reais para a democratização das comunicações.
Mas, porém, ainda, há uma brecha a explorar: 40% do empresariado. Como definir quem é empresário de comunicação? Atenção empresas de comunicação voltadas para a cidadania: é chegada a sua vez de participar! Mais importante do que participação em segmento "sociedade civil", é no segmento empresarial que jornais de bairro, rádios comunitárias, revistas alternativas, empresas de publicidade, produtores independentes, sítios de Internet, entre outros, terão espaço para lutarem pelos seus interesses. Além de melarem os interesses da mídia corporativa dentro do seu próprio segmento...
Seria lindo de ver!!!
Arte: Inquisição de Eugênio Neves. Exposição "Somos Todos Bonecos".
12 de março de 2009
Seminário Nacional o Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia
Participaremos deste seminário, organizado pela Articulação Mulher e Mídia e, por isso, talvez haja algum problema de atualização no blog. De qualquer maneira, estaremos equipadas para postagens direto do Seminário.Até a volta!
12 de março – quinta-feira
20h – Abertura
Ministra Nilcéa Freire (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres)
Representação dos Ministérios
Rachel Moreno (Articulação Mulher & Mídia)
Coordenação: Sonia Coelho (MMM – Marcha Mundial das Mulheres)
21h00 – Exposição de publicações referentes à questão de gênero e à relação mulher e mídia
13 de março – sexta-feira
9h – A imagem da mulher na mídia – vivência
Vivência grupal de apresentação e interação e integração entre participantes.
Coordenação: Marta Baião (CIM – Centro Informação Mulher)
11h – A imagem da mulher na mídia – painel
Exposição dos vários aspectos de representação da mulher na mídia
Mercedes Lima (Coletivo de Mulheres Ana Montenegro)
Tereza Verardo (Professora de filosofia – Universidade Anhembi Morumbi)
Nilza Iraci (Geledés e Articulação de Mulheres Negras Brasileiras)
Tamara Amoroso (Instituto Alana/ CLADEM/Brasil / NEMGE/USP)
Coordenação: Terezinha Vicente (Observatório da Mulher)
13h – almoço
14h30h – Cenário da mídia no Brasil - painel
A configuração dos meios de comunicação em nível nacional; o público e o privado; a luta pela democratização da mídia e o direito humano à comunicação.
Rosane Bertotti (CUT – Central Única dos Trabalhadores)
Bia Barbosa (Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social)
Claudia de Abreu (TV Comunitária de Niterói)
Taís Ladeira – (EBC – Empresa Brasil de Comunicação)
Coordenação: Rejane Soares (Coletivo de Mulheres Negras da Amazônia)
16h30 – café
17h – Oficinas autogestionadas
Oficina 1 – Músicas Machistas – Nordest e Sul (Centro de Mulheres do Cabo/PE e Themis/RS)
Oficina 2 – A beleza impossível (União por Moradia Popular e Bloco Afro Ilê Aiyê/BA)
Oficina 3 – Juventude e mercantilização do corpo e da vida das mulheres (MMM)
Oficina 4 – Incidir na mídia para o controle social de políticas públicas de gênero e da mídia (Instituto Patrícia Galvão/SP)
Oficina 5 – O direito à comunicação e leitura crítica da mídia (Intervozes)
Oficina 6 - Tiene sexo la notícia? (Red Dominicana de Periodistas con Perspectiva de Género)
20h – Jantar
14 de Março – sábado
9h – A Experiência Internacional: Mulher, Mídia e Controle Social – painel
Lidia Vivalta (Rede Internacional de Jornalistas e Comunicadores de Catalunya e Rede Internacional de Jornalistas com Visão de Gênero – Espanha)
Erika Cervantes (Redes de Jornalistas de Comunicação e Informação da Mulher - CIMAC - México)
Cassandre Blier (Programme Uniterra, UMC/CECI - Canadá)
Coordenação: Sílvia Pimentel (Cedaw – Comitê das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher)
11h - Controle social no Brasil – painel
Conceitos de estatal e público; políticas públicas; participação e representação; os conselhos; a mobilização do movimento de mulheres e das feministas para o controle social.
Tatau Godinho (Marcha Mundial das Mulheres e Secretaria de Mulheres do PT)
Lurdinha Rodrigues (LBL – Liga Brasileira de Lésbicas)
Representante da Secretaria de Políticas para as Mulheres
Rachel Moreno (Observatório da Mulher e Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde)
Coordenação: Rosa de Lourdes Azevedo dos Santos (Rede Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos)
13h – almoço
14h30 – Trabalho em grupos
Divisão das participantes em 6 grupos para discussão e propostas:
- para o movimento de mulheres: formas de organização e ação; rede de controle social
- para a SPM e o governo federal: políticas públicas de comunicação e controle social (a partir do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres)
17h30 – café
18h – Apresentação de propostas
Coordenação: Rita Quadros
20h – Jantar
15 de Março – domingo
9h – Deputada Federal Luiza Erundina – membro da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados.
Plenária: Síntese das propostas, encaminhamentos, avaliação e encerramento
Coordenação: Articulação Mulher & Mídia
12h30 – almoço de confraternização
5 de março de 2009
Imperdível: documentário "Criança, a alma do negócio"
Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que umn adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falama diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumas. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.
Direção Estela Renner
Produção Executiva Marcos Nisti
Maria Farinha Produções
DVD original 2.6gb - documentário em formato iso para ser copiado em DVD
AVI 700mb - documentário em formato avi para ser visto no computador (resolução 720x480)
MP4 196mb - documentário em formato mp4 compatível com iPod e computador (resolução 320x240)
AVI 46mb - trailer do documentário em formato avi para ser visto no computador (resolução 320x240 )
Diretor: Estela Renner
Ano: 2008

