5 de outubro de 2008

Hupper

Ministério da Cidadania adverte:DEFEITOS COLATERAIS
Efeito rebote logo após segundo turno. Grande possibilidade de arrependimentos e depressão prufunda por um periódo de no máximo 4 anos. Agite sua memória antes do uso.
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Dedicado a quem já votou em Britto, Rigotto, Fogaça e Yeda.

4 comentários:

heliopaz disse...

Cláudia e Eugênio,

Vocês já leram o que o Eduardo Guimarães escreveu sobre votar no PT e sobre votar em todos os candidatos do mesmo partido? SENSACIONAL!

O problema é que não apenas eu como muita gente também (inclusive o WU) não acreditamos mais que partido algum seja capaz de dar conta das demandas daqueles que mais precisam: eu votei na Rosário e vou fazer uma campanha mais incisiva pro 2º turno não porque o PT seja menos burocrático ou porque ofereça um monte de cargos meramente políticos pra puxa-sacos ao invés de investir em cargos TÉCNICOS.

Se isso for feito; se as contas de campanha forem abertas; se tudo o que não for calúnia e difamação pela internet e por celular for permitido e se for proibido fazer coligações com partidos de programa e ideologia opostos, aí, sim, o voto passa a voltar a fazer sentido.

Do contrário, não o vejo mais como algo prazeroso, cívico, responsável, interessante.

Como eu já postei anteriormente, não dá pra simplesmente aceitar e achar o sistema legal político-eleitoral e de doação de campanhas nem razoável: é RUIM, mesmo.

Creio que deveríamos estudar propostas de alterações pra que houvesse algo melhor do que fazer trabalho voluntário sério e honesto e procurar ONGs idôneas.

[]'s,
Hélio

Dialógico disse...

Hélio, em post aqui no blog, Attilio Boron analisa as duas formas de ação política - movimento social e partido - como complementares, não antagônicas.
Acho que são os movimentos que possuem força política para introduzir modificações nos partidos. Sem essa pressão externa, a burocracia, naquele enfoque pejorativa, termina por "apequenar" a força política partidária.
O Ministério da Justiça está elaborando, ou elaborou, um projeto de lei para uma nova legislação eleitoral. Não sei o que está contemplado, mas creio ser boa, a considerar o pensamento do então prefeito de Porto Alegre Tarso Genro escreveu em seu livro "A Esquerda em Processo" (Ed. Vozes).
Veremos como a coisa se encaminha.
Abraço!

Carla Beatriz disse...

Ainda bem que eu nunca votei no Britto, Rigotto, Fogaça ou Yeda!!!

Dialógico disse...

Carla, :-)!