31 de julho de 2008

Mais uma investida do desgoverno Yeda contra os movimentos sociais

À medida que novas denúncias de corrupção surgem, veiculadas inclusive na mídia corporativa, o desgoverno Yeda aumenta a repressão sobre o movimento social.
Sexta-feira, dia 25, a Brigada Militar fez uma nova investida, agora, contra os estudantes universitários reunidos em dois congressos em Porto Alegre.

Ato Contra Criminalização dos Movimentos Sociais ExNEEF e FEAB



Ato Contra Criminalização dos Movimentos Sociais ExNEEF e FEAB, em Porto Alegre, no dia 25 de Junho de 2008. Quando mais de mil estudantes de Educação Física e Agronomia de todo o Brasil, reunidos em Porto Alegre em seus respectivos congressos, na UFRGS, protestam contra a crescente criminalização dos movimentos sociais no Brasil e a venda da nossa pátria para Empresas Transnacionais.
Como de costume a Brigada Militar agiu com violência para reprimir os manifestantes e os impediu de realizar manifestação em frente ao Palácio Piratini.
O destino da manifestação era a Sede do INCRA, que esta ocupada por tempo indeterminado pelo MST. Os estudantes foram recebidos por famílias Sem Terra e foi realizado um ato de confraternização.
Fonte: Coletivo Martim Fierro e Subverta!

3 comentários:

Anônimo disse...

É uma pena!
Manifestações sociais são legítimas.
Enquanto isso:

ZH
Salas arrombadas, sumiço de materiais, elevadores danificados e até fezes pelo chão seriam alguns dos itens de um relatório elaborado pela superintendência regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para descrever o resultado da invasão promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Capital há uma semana. Ontem, devido à falta de condições de trabalho no prédio localizado na Avenida Loureiro da Silva, a coordenação do ministério no Estado liberou os funcionários para irem para casa.

Desde quinta-feira passada, cerca de 600 sem-terra ocupam as instalações do edifício de oito andares, onde também se localiza o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) - órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e liderado por Mozar Dietrich, ex-assessor de Miguel Rossetto na pasta e publicamente simpático à luta do MST. Embora os andares em que fica o Incra sejam o alvo preferencial do protesto que pede pressa no ritmo dos assentamentos no Estado, os corredores do Ministério da Agricultura são objeto de queixas de furtos e depredações.

joão paulo disse...

Enquanto isso,
Não deu em PIG:
- Presos corruptos que desviavam verbas do Detran
-Presos ladrões que roubavam aparelhos eletronicos em escolas
-Presos ladrões que roubavam cabos elétricos e telefônicos
-Inauguradas 2 escolas no interior do estado
-Convocados 5mil professores aprovados em concurso público
-Chamados 2 mil agentes de saúde

que pena, cade a segurança? a saúde? a educação?

Anônimo disse...

O General "Milico" e o Cel. "Brigadiano": o fascismo-neoliberal em Yeda, STF-aparelhos repressivos...

Não é somente a linguagem da mídia, em sua sintaxe e suas regras de enunciação, tem algo de fascista, mas também, na maneira como os "três poderes" tornaram-se atravessadores, gerentes dos interesses privados e do capital. Descolados Estado e Sociedade, o foco agora é o mercado, exacerba-se em duas direções: a primeira na desordem e à desmoralização da sociedade pelo medo e pela manipulação "orwelliana" tornando-a passiva; a segunda o fim da democracia como garantia de contra-ponto e forma de manter direitos e obter conquistas. Para esse vale-tudo, a corrupção é o enlace entre o estado e o capital e a repressão vem renovada, e nem sempre sutil, mas de um requintado fascismo. Esse é o absolutismo do mercado. Ressuscitar especialistas em repressão mostra o elo da ditadura militar com supremacia da classe burguesa, e aqui a guasca, sobre as outras classes e principalmente sobre os trabalhadores.

Por Runildo Pinto

30 de Julho de 2008.