29 de março de 2009
28 de março de 2009
Mauro Renner ganhou, mas não levou
Acabamos de nos informar, no RSurgente, que a Governadora escolheu a procuradora Simone Mariano da Rocha para assumir a chefia do Ministério Público no Rio Grande do Sul, a segunda pessoa mais votada da lista tríplice encaminhada pelo MPE ao Governo do RS. Mauro Renner, que detinha o cargo, ficou em primeiro lugar na eleição interna, até com larga vantagem sobre a segunda colocada, mas não teve seu nome confirmado por Yeda, que justificou a escolha, através do critério "gênero".Interessante o critério aplicado, afinal, há uma luta antiga sobre poder e gênero, na qual cargos importantíssimos ficam, costumeiramente, sob a responsabilidade do sexo masculino. Mas, nesse caso, salta aos olhos, outra questão mais séria: no nosso entender, Yeda Crusius agiu da mesma forma em relação aos seus desafetos políticos. Descartou-se de Mauro Renner, que, no afã de servir a Governadora, mais suspeição lançava sobre o seu desgoverno!
O MPE presidido por Mauro Renner não respondeu, à altura, sobre a compra da casa da rua Araruama, bem como sobre a criminalização do MST. Não reagiu em relação às ações violentas da BM contra professores e o próprio MST, entre outras situações graves vividas pelos riograndenses. Renner, pela sua sabujice, mereceu a derrota e deve estar se sentindo a pessoa mais idiota da face da terra!
No entando, não deixamos de pensar, o quanto fica cada vez mais grave a situação política no RS. Ao se descartar de antigos aliados, Yeda aprofunda as suspeitas de corrupção que envolvem a sua administração.
Bom, um importante cargo foi delegado a uma mulher e, mais do que ser mulher, é importante saber a visão de mundo desta pessoa, se está ligada aos direitos humanos, por exemplo.
Temos uma governadora que manda bater nos movimentos sociais. Temos um MPE que criminaliza o MST. O que pensa a Sra. Simone Mariano da Rocha a respeito disso?
Acompanharemos os próximos tempos com atenção redobrada.
Atualizado em 28/03/09, 17h56min.
27 de março de 2009
Um post de silêncio
Acatamos o pedido do blog Jornalismo B:Atualizado às 17h18min.
A Sorbonne Ocupada
26 de março de 2009
Kayser
Porto Alegre tá demais
Bier - Sindicato dos Bancários25 de março de 2009
A importância das marchas
Conferência Nacional de Comunicação, antes tarde do que nunca
Bastou o governo confirmar a Conferência Nacional de Comunicação e a campanha contra começou. E a ordem veio de cima, bem de cima: da associação internacional dos donos da mídia no continente, conhecida pela sigla SIP (Sociedade Interamericana de Prensa).
No Brasil, comunicação sempre foi um não-assunto. Contam-se nos dedos os jornais que, em algum momento, abriram espaço para uma reflexão crítica a respeito do próprio trabalho. Para o rádio e a televisão dispensam-se os dedos, não há autocrítica. Se do conteúdo informativo pouco ou nada se fala, sobre as lutas de seus trabalhadores o silêncio é total. Lembro uma campanha salarial liderada pelo Sindicato dos Jornalistas do Paraná que espalhou outdoors por Curitiba com a frase "a nossa dor não sai nos jornais". Naquela época, anos 1980, as dores de outras categorias até apareciam em algumas páginas, menos a dos jornalistas.
E os jornalistas, além das suas dores e angústias profissionais, têm muito a falar sobre a sociedade e os meios de comunicação. Muito mais do que seus patrões permitem. Claro que há jornalistas e jornalistas, como lembrou em artigo exemplar nesta página Marcelo Salles. São, de um lado, os que estão comprometidos com as imprescindíveis e necessárias transformações sociais e, de outro, os ventríloquos dos que lhes pagam altos salários no fim do mês. A maioria ganha pouco, trabalha muito e tem que ficar quietinha cumprindo as pautas determinadas pelos interesses empresariais.
Essa divisão se já era bem nítida, agora escancarou-se diante da anunciada realização da Conferência Nacional de Comunicação, reivindicação histórica de vários setores da sociedade. Bastou o governo confirmar o evento, a campanha contra começou. E a ordem veio de cima, bem de cima: da associação internacional dos donos da mídia no continente, conhecida pela sigla SIP (Sociedade Interamericana de Prensa). A entidade se diz preocupada "porque os debates (na Conferência) serão conduzidos por ONGs e movimentos sociais que pretendem interferir no funcionamento da imprensa?. Expressão que pode ser traduzida pelo temor diante da possibilidade de um debate mais sério e aprofundado sobre o pensamento único imposto pelos grandes meios de comunicação aos nossos países. Afinal, debates como o proposto podem conduzir a ações práticas, capazes de impor limites a esse poder incontrolado.
Do lado patronal dificilmente sairia posição diferente, afinal estão defendendo interesses de classe seculares. O triste é constatar que enquanto centenas de trabalhadores da mídia mobilizam-se em todo o Brasil a favor da realização da Conferência, uns poucos jornalistas e radialistas, agem em sentido contrário. Caso emblemático é o de um âncora e de uma repórter da rádio CBN que usaram longos minutos da programação para ecoar pelo país as posições dos seus patrões. Usavam o velho procedimento dos comunicadores populares, decodificando para grandes audiências as concepções ideológicas de quem lhes paga os salários. Esbanjando informalidade, usando a ridicularização como arma, eles levam ao ouvinte as mesmas idéias que os jornais apresentam de forma mais elaborada, nos editoriais ou nas colunas dos seus articulistas. Colaboram, dessa forma, para popularizar as idéias da classe dominante tornando-as dominantes em toda a sociedade, como já notava aquele pensador do século 19, cada vez mais atual.
Mas há resistência. Rapidamente os sindicatos dos jornalistas do Distrito Federal e do Estado do Rio de Janeiro foram a público repudiar a posição da SIP e dos seus porta vozes nacionais. Os jornalistas do DF através de sua entidade perguntam "O que pretendem os grandes empresários da comunicação? Pressionar o governo para retirar o apoio à Conferência, facilitando assim a manutenção intacta dos oligopólios que dominam, e que manipulam a informação, em detrimento do interesse público". E os fluminenses afirmam: "A nossa entidade não pode silenciar diante do posicionamento pouco democrático manifestado pela SIP. É preciso deixar bem claro que o patronato mente quando diz que defende a liberdade de imprensa, pois está, isto sim, defendendo de fato a liberdade de empresa, que não aceita a ampliação dos espaços midiáticos a serem ocupados pelos mais amplos setores representativos do povo brasileiro, como são os movimentos sociais".
Apesar das pressões, não há dúvida que a Conferência vai sair. Pelos estados já se realizam conferências regionais preparatórias para o encontro nacional marcado para o começo de dezembro, em Brasília. Diante do fato irreversível, as entidades patronais tentam impor suas pautas ao debate. Segundo a Folha de S.Paulo, para Paulo Tonet, da Associação Nacional de Jornais, discutir monopólio e propriedade cruzada é um retrocesso. Para ele o tema tem que ser "conteúdo nacional e igualdade de tratamento regulatório". Mais uma frase que precisa tradução: ele quer dizer que a Conferência só deve tratar dos interesses das empresas de rádio e televisão, preocupadíssimas com a entrada no mercado de radiodifusão das operadoras de telecomunicações.
E parte para o sofisma ao chamar de retrocesso a discussão em torno do monopólio e da propriedade cruzada dos meios de comunicação, sem dúvida a maior chaga existente na comunicação social brasileira. Não há como democratizá-la sem que se enfrente com determinação esse obstáculo.
O tema geral da Conferência será "Comunicação: Direito e Cidadania na Era Digital". Amplo o suficiente para caber tudo. Daí a importância da mobilização nacional, necessária para impedir que os interesses empresarias da mídia se sobreponham aos da sociedade. Conferências de outros setores, como saúde, educação e direitos humanos, por exemplo, tem sido decisivas para o encaminhamento das respectivas políticas
públicas. A da comunicação não pode fugir à regra.
Por Laurindo Lalo Leal Filho, sociólogo e jornalista, é professor de Jornalismo da ECA-USP e da Faculdade Cásper Líbero. É autor, entre outros, de “A TV sob controle – A resposta da sociedade ao poder da televisão” (Summus Editorial).
24 de março de 2009
Nosso apoio ao Prof. Wladimir Ungaretti
E depois, o Grupo RBS, a ABERT e a AGERT são os primeiros a chiarem, quando os movimentos pela democratização da comunicação clamam pela Conferência Nacional de Comunicação que discuta concessão pública, modelo de radiodifusão, fim de monopólios e oligopólios midiáticos, regionalização e qualidade da programação!Pois não é que o fotógrafo Ronaldo Bernardi, da Zero Hora, Grupo RBS, em ação judicial, quer parar de receber críticas fundamentadas sobre a sua atuação profissional, impedindo o professor Wladimir Ungaretti da UFRGS de escrever em seu blog?
Isso que é exemplo de democracia, hein??? Cadê a grita contra a perseguição de jornalistas???
Ungaretti, toda a nossa solidariedade e nosso apoio! Graças às tuas leituras, podemos analisar uma fotocampanha, ou prática de showrnalismo, denominações que muito bem te apropriaste [não as criaste]. Já tem muita gente que aprendeu, o quanto Zero Hora briga com a notícia, bem como adora "secos e molhados"; quando não, submeter leitores e leitoras à "subjetividade violência total".
Já não és único, somos muitos, muitos mais!!!
Imagem: agência celeuma imagem
Kayser
As paredes falam
Coletivo Muralha Rubro Negra - 24/03/200922 de março de 2009
Ninho
Pré-Fórum Paulo Freire
As pessoas, a maior parte alunas e alunos da PUC, dividiram-se em grupos para discutirem temas como educação de adultos, educação infantil, movimentos sociais, meio-ambiente, formação de professores e comunicação entre outros.
Ficamos responsáveis pelo eixo educação e comunicação em Paulo Freire e, numa análise freireana, as primeiras provocações se deram em relação ao nº de participantes do grupo e ao gênero: será que apenas homens e poucos se interessam pelo tema, num universo em que a maior parte das presentes eram mulheres?
No entanto, quantidade nem sempre significa qualidade e nos dois dias dedicados a pensar sobre a comunicação, tomando como base a realidade de cada um dos componentes do grupo, evidenciaram-se quatro princípios freireanos norteadores para tratar da comunicação:
Porque a utopia freireana é concreta: a História não "é". A História "está sendo" e por isso ela pode ser transformada com a nossa participação, através do diálogo humanizador:
Segundo Freire [2], palavra assume o sentido de dizer o mundo e fazer o mundo. Ou seja, palavra verdadeira é práxis social comprometida com o processo de humanização, em que ação e reflexão estão dialeticamente constituídas. [3]
[2] FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. SP: Paz e Terra, 1993, p. 77.
[3] Zitkoski, Jaime J. Org. Dicionário Paulo Freire. BH: Autêntica, 2008, p. 130.
O Silêncio do Çábio do RS
Exposição
O olhar e o sentimento de cada artista em relação a sua cidade ou a cidade que escolheu para viver, as liberdades de escolha das técnicas, dos procedimentos plásticos e das linguagens irão apresentar um conjunto diversificado, através das diferentes especificidades artísticas para esta realização. A pluralidade que estamos vivenciando na arte contemporânea vai tornar o conjunto de trabalhos instigantes e mostrar o resultado plástico da proposta de pensar a cidade.
O tema é a cidade de Porto Alegre que no dia 26 de março estará de aniversário. Cada artista apresentará um trabalho nas medidas 10 cm x 10 cm podendo ser bi ou tridimensional, com espessura no máximo de 5 cm. O suporte é livre podendo ser em tela, papel, madeira, argila, ferro, alumínio, acrílico, etc. nas técnicas de pintura, desenho, gravura, fotografia, imagem digital, escultura, cerâmica, etc. desde que seja respeitada a medida solicitada.
A exposição será realizada no Espaço Cultural da Chico Lisboa e terá o coquetel de abertura no dia 25 de março de 2009, às 19 horas. O encerramento da mostra será no dia 24 de abril de 2009. Todas as obras estarão à venda pelo preço único de R$ 50,00 cada uma. As obras serão retiradas no final da exposição.


20 de março de 2009
Kayser
MoGDeMA convida:
O Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente – MoGDeMA – convida para sessão de vídeo comentada:
Dia 24 de março, as 19:00 horas
Auditório do Semapi Sindicato (Lima e Silva, 280)
Sessão gratuita
O MoGDeMA é uma articulação que reúne ONG's ambientalistas, movimentos sociais do campo e da cidade, sindicatos, representantes de classe, lideranças religiosas, estudantes, professores, pesquisadores e demais lutadores sociais. Surge em decorrência da situação de crise deliberada e progressiva da gestão ambiental no Rio Grande do Sul. Visa ações conjuntas que fortaleçam as políticas públicas em defesa da natureza, promovendo o debate e a luta socioambiental, propondo a reflexão crítica ao modelo de desenvolvimento predatório hegemônico, e construindo as bases sociais para um novo modelo com sustentabilidade ambiental. O MoGDeMA é um espaço universal e plural, aberto a homens e mulheres, instituições e movimentos sociais.
Carta de Princípios http://mogdema. blogspot. com/ .
Agradecemos desde já e contamos com sua participação.
Secretário Executivo - Instituto Biofilia
Conferência Nacional de Comunicação: Regionalização e Diversidade
Visite o Conselho Federal de Psicologia no Youtube AQUI.
18 de março de 2009
Informe Cultural: Exposição Água
Informe Cultural: Salão de Imprensa
O SALÃO INTERNACIONAL DE DESENHO PARA IMPRENSA acontece desde 1992. Todas as edições do Salão foram realizadas pela Coordenação de Artes Plásticas da SMC com apoio da GRAFAR – Grafistas Associados do Rio Grande do Sul.
Nesta Edição do SIDI, participaram do júri de seleção Cylene Oliveira Dallegrave - artista plástica, José Fraga - cartunista e editor, José Francisco Alves - instrutor de arte, Leandro Hals - cartunista e Renato Garcia Santos - instrutor de arte, enquanto o júri de premiação das obras foi formado por Alisson Afonso - cartunista, Clô Barcellos - jornalista, designer e editora, Francisco Juska - cartunista, Celso Schröder - cartunista e jornalista e Wagner Passos - cartunista. Ao total foram selecionadas 70 obras com a participação de 158 artistas nas categorias Cartum, Charge, Caricatura, História em Quadrinhos e Ilustração Editorial.
A abertura do XVII SIDI e divulgação dos premiados será na próxima quinta-feira, dia 19 de março, às 19h e a visitação se estenderá até 26 de abril de 2009, na Galeria dos Arcos, no térreo da Usina do Gasômetro, Av. Pres. João Goulart, 551. Paralelamente, no 4º andar da Usina, estará ocorrendo a Exposição de Quadrinhos Internacionais promovida pelo Neorama dos Quadrinhos.
Informe Cultural
17 de março de 2009
12 de março de 2009
Seminário Nacional o Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia
Participaremos deste seminário, organizado pela Articulação Mulher e Mídia e, por isso, talvez haja algum problema de atualização no blog. De qualquer maneira, estaremos equipadas para postagens direto do Seminário.Até a volta!
12 de março – quinta-feira
20h – Abertura
Ministra Nilcéa Freire (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres)
Representação dos Ministérios
Rachel Moreno (Articulação Mulher & Mídia)
Coordenação: Sonia Coelho (MMM – Marcha Mundial das Mulheres)
21h00 – Exposição de publicações referentes à questão de gênero e à relação mulher e mídia
13 de março – sexta-feira
9h – A imagem da mulher na mídia – vivência
Vivência grupal de apresentação e interação e integração entre participantes.
Coordenação: Marta Baião (CIM – Centro Informação Mulher)
11h – A imagem da mulher na mídia – painel
Exposição dos vários aspectos de representação da mulher na mídia
Mercedes Lima (Coletivo de Mulheres Ana Montenegro)
Tereza Verardo (Professora de filosofia – Universidade Anhembi Morumbi)
Nilza Iraci (Geledés e Articulação de Mulheres Negras Brasileiras)
Tamara Amoroso (Instituto Alana/ CLADEM/Brasil / NEMGE/USP)
Coordenação: Terezinha Vicente (Observatório da Mulher)
13h – almoço
14h30h – Cenário da mídia no Brasil - painel
A configuração dos meios de comunicação em nível nacional; o público e o privado; a luta pela democratização da mídia e o direito humano à comunicação.
Rosane Bertotti (CUT – Central Única dos Trabalhadores)
Bia Barbosa (Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social)
Claudia de Abreu (TV Comunitária de Niterói)
Taís Ladeira – (EBC – Empresa Brasil de Comunicação)
Coordenação: Rejane Soares (Coletivo de Mulheres Negras da Amazônia)
16h30 – café
17h – Oficinas autogestionadas
Oficina 1 – Músicas Machistas – Nordest e Sul (Centro de Mulheres do Cabo/PE e Themis/RS)
Oficina 2 – A beleza impossível (União por Moradia Popular e Bloco Afro Ilê Aiyê/BA)
Oficina 3 – Juventude e mercantilização do corpo e da vida das mulheres (MMM)
Oficina 4 – Incidir na mídia para o controle social de políticas públicas de gênero e da mídia (Instituto Patrícia Galvão/SP)
Oficina 5 – O direito à comunicação e leitura crítica da mídia (Intervozes)
Oficina 6 - Tiene sexo la notícia? (Red Dominicana de Periodistas con Perspectiva de Género)
20h – Jantar
14 de Março – sábado
9h – A Experiência Internacional: Mulher, Mídia e Controle Social – painel
Lidia Vivalta (Rede Internacional de Jornalistas e Comunicadores de Catalunya e Rede Internacional de Jornalistas com Visão de Gênero – Espanha)
Erika Cervantes (Redes de Jornalistas de Comunicação e Informação da Mulher - CIMAC - México)
Cassandre Blier (Programme Uniterra, UMC/CECI - Canadá)
Coordenação: Sílvia Pimentel (Cedaw – Comitê das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher)
11h - Controle social no Brasil – painel
Conceitos de estatal e público; políticas públicas; participação e representação; os conselhos; a mobilização do movimento de mulheres e das feministas para o controle social.
Tatau Godinho (Marcha Mundial das Mulheres e Secretaria de Mulheres do PT)
Lurdinha Rodrigues (LBL – Liga Brasileira de Lésbicas)
Representante da Secretaria de Políticas para as Mulheres
Rachel Moreno (Observatório da Mulher e Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde)
Coordenação: Rosa de Lourdes Azevedo dos Santos (Rede Feminista de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos)
13h – almoço
14h30 – Trabalho em grupos
Divisão das participantes em 6 grupos para discussão e propostas:
- para o movimento de mulheres: formas de organização e ação; rede de controle social
- para a SPM e o governo federal: políticas públicas de comunicação e controle social (a partir do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres)
17h30 – café
18h – Apresentação de propostas
Coordenação: Rita Quadros
20h – Jantar
15 de Março – domingo
9h – Deputada Federal Luiza Erundina – membro da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados.
Plenária: Síntese das propostas, encaminhamentos, avaliação e encerramento
Coordenação: Articulação Mulher & Mídia
12h30 – almoço de confraternização
11 de março de 2009
Hupper
Participação no Fórum de Entidades
Lembramos a todos os porto-alegrenses que hoje (11 de março - 4a.feira) à noite, 19 horas, na Câmara Municipal de Porto Alegre será instalado o Fórum de Entidades para acompanhamento da revisão do Plano Diretor de Porto Alegre.Importante repassar esta mensagem a todos seus vizinhos, amigos, colegas e familiares, pois a lei mais importante para a qualidade de vida de um morador da cidade é o Plano Diretor, uma vez que influencia diretamente em nossa QUALIDADE DE VIDA.
Notícia no site da Câmara de Porto Alegre: Fórum de Entidades deverá iniciar atividades na próxima semana
http://www2.camarapoa.rs.gov.br/default.php?reg=8271&p_secao=56&di=2009-03-04
O vereador Toni Proença (PPS) coordenará o Fórum de Entidades que irá acompanhar a tramitação do projeto do Executivo municipal de revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental de Porto Alegre (PDDUA). O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara Municipal da Capital durante a sessão ordinária desta quarta-feira (4/3). O Fórum deverá começar suas atividades na próxima quarta-feira (11/3), às 19h, no Plenário Otávio Rocha da Casa.
Não apenas as Associações e Movimentos de Moradores podem participar do acompanhamento do Plano Diretor, mas toda entidade da sociedade civil pode se inscrever.
Qualquer cidadão pode acompanhar os trabalhos, mas apenas os inscritos terão direito a voto.
Por isso, participe!
Fórum Municipal de Entidades
Porto Alegre - RS
Ainda não temos página na internet. Por enquanto acesse os blogs:
Porto Alegre RESISTE!, Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho e AGAPAN para maiores informações sobre a defesa da Orla do Rio Guaíba.
Debate: Economia Popular Solidária
Chinelagem - Parte M
a turma da chinelagem entrou em ação e veio com essa história do FICA YEDA:
Mas como chinelo tem sempre outra chinelagem a engendrar, agora, o alvo é o CPERS:Em primeiro lugar, é preciso saber se a arrecadação é essa mesmo e, em sendo, qual o problema? São milhares de pessoas sindicalizadas, no estado, a contribuir para o sindicato, que tem um prédio para administrar, pagar água, luz, telefone. Empregados assalariados. Obrigações fiscais. Publicações; etc.
Graças ao CPERS-Sindicato, ainda há alguma decência em matéria de Educação nesse Estado. Escolas com alguns equipamentos; professores e professoras concursados/as, ao invés dos eternos contratos emergenciais; merenda palatável; alguma dignididade dos funcionários e funcionárias que não compõem o corpo discente.
Lutar contra cavalgaduras do PMDB e do PSDB não é tarefa fácil. Requer horas de discussões e análises do contexto. O dia que mães e pais compreenderem que o apoio às educadoras e aos educadores grevistas é muito mais importante do que enviar seus filhos e filhas à escola, as greves serão mais curtas, porque muito mais potentes!
É a comunidade escolar denunciando, em peso, o caos na educação! Não haverá chantagem emocional dos cargos executivos de plantão, muito menos chororô de jornalista-michê-chapa-branca que enfrente mães, pais, professoras, professores, funcionárias e funcionários unidos e unidas pela qualidade da educação de crianças, jovens e adultos.
------------------
Claro, isso pressupõe uma formação política que muita gente da comunidade escolar ainda não tem. Se as tivesse, certos/as candidatos/as não seriam eleitos/as [alguns/algumas até conseguem ser reeleitos/as]. Seriam rechaçados/as nas urnas!
-------------------
Tanto é assim, que, quando gente [esta sim] desqualificada assume cargo executivo, a chinelagem corre solta, sente-se grandona!!!
Estão aí as imagens que não nos desmentem.
Imagens: Dialógico e Carla Ruas/CP [Fica-Yeda]
Atualizado em 12/03/09 - 00h23min
10 de março de 2009
Informe Cultural: Pré-Fórum de Estudos - Leituras de Paulo Freire
O que é o Pré-Fórum? O Pré-Fórum de Estudos: Leituras de Paulo Freire é uma atividade promovida pela FACED, com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Social Brava Gente. Tem como objetivo ampliar quantitativa e qualitativamente a participação de acadêmicos e docentes no XI Fórum de Leituras Paulo Freire que ocorrerá na UFRGS, de 21 a 23 de maio de 2009. O Pré-Fórum pretende ser um encontro dinamizado pelos princípios freireanos, em que o debate, a troca de experiências e o estudo sobre as leituras de Paulo Freire se caracterizem como um diálogo de saberes em que se realize o aprofundamento das discussões temáticas e se incentive a continuidade das discussões através da inscrição de trabalhos e da participação no XI Fórum.
Como participar? A participação não exige inscrição prévia, nem pagamento de taxas. Será realizada por ordem de chegada, respeitando a capacidade de vagas do auditório. No momento da inscrição, cada participante deverá optar por um grupo temático.
Programação:
19/3/2009
19h – inscrições de participantes
19h30min – Saudação da Direção da FACED
19h45min - Painel de abertura: O Fórum de Estudos e Leituras de Paulo Freire: memória e desafios atuais
Painelistas: Prof. Danilo Streck UNISINOS – Coordenação Estadual do Fórum;
Profª Ana Lúcia Souza de Freitas - PUCRS
20h45min – intervalo
21h – 22h30min - Discussão em grupos por eixo temático
20/3/2009
18h – 20h – conclusão dos trabalhos de grupo
20h –Painel de encerramento: Reflexões temáticas: desafios e proposições para a participação no XI Fórum.
Painelistas: Prof. Jaime José Zitkoski – UFRGS coordenador local do XI Fórum coordenadores dos grupos temáticos
EIXOS TEMÁTICOS / COORDENAÇÕES TEMÁTICAS*
1. Educação Superior, Ações Afirmativas: diálogos com Freire coord: _______
2. Educação do Campo: resistência e construção de alternativas coord: _______
3. Movimentos Sociais, Educação e Participação coord: Cida (justiça restaurativa)
4. Educação Ambiental e Cidadania coord: __________
5. Educação de Jovens e Adultos coord: _________
6. Educação Popular: discussões teóricas e práticas coord: __________
7. Formação de Professores: olhares a partir de Paulo Freire coord: Angela e pesquisa GEPEP
8. Diversidade, multiculturalismo e direitos humanos em Freire coord: __________
9. Práticas Educativas Emancipatórias nas Escolas coord: Luiza (diários) / Eduarda
10. Freire em Diálogo com outros autores coord: __________
11. Educação e Políticas Públicas coord: _________
12. Educação e Comunicação coord: Merli (Brava Gente)
13. Educação, Trabalho e Saúde coord: __________
14. Políticas Afirmativas: Diálogos Freireanos coord: __________
15. PROEJA: Contribuições da obra de Freire para o PROEJA coord: Cleiva - FURG
16. Arte, Cultura e Educação coord: Eduarda (biblioteca e rede literária) / Elisabete
17. A práxis freireana na educação infantil coord: Elisabete (cartas pedagógicas)
(Obs: eixo 17 acrescentado pelo pré-fórum – a ser sugerido para o XI Fórum)
Informe Cultural - II
JORNALISMO PÚBLICO É TEMA DE SÉRIE RADIOFÔNICA NA AGÊNCIA CHASQUE
Para falar sobre os temas, foram entrevistados nomes consagrados no jornalismo público, como Eugênio Bucci (ex-presidente da Radiobrás e membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta, a TV Cultura de São Paulo); Laurindo Leal Filho (pesquisador nas áreas de políticas públicas de comunicação e professor na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) e Luiz Martins da Silva (pesquisador da Universidade de Brasília). Os programas também trazem a opinião de profissionais que atuam no setor, entre eles as jornalistas Tereza Cruvinel (presidente da Empresa Brasil de Comunicação - EBC, gestora da TV Brasil) e Helena Chagas (diretora de Jornalismo da EBC) e do jornalista James Görgen (vice-presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Cultural Piratini, mantenedora da TVE e da FM Cultura no RS).
A série radiofônica é composta por 10 programas de até 1h de duração. Os programas serão postados diariamente de segunda à sexta-feira, durante duas semanas. O download pode ser feito gratuitamente no site www.agenciachasque. com.br mediante cadastro na página da agência, que também é sem custo algum. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail redacao@agenciachas que.com.br .
Leia mais AQUI.
9 de março de 2009
E ASSIM NASCEU A BLOGOSFERA...

Em virtude do espaço, está dividido em 6 partes, por isso, não deixem de ler as demais, ok? Parte do trecho inicial:
O texto que apresentamos pretende ser uma análise da disputa cultural que, esperamos poder provar, subsume a disputa propriamente política e lhe confere inteligibilidade sociológica. Ele procura mostrar que o episódio em questão é um capítulo importante de uma guerra cultural que atravessa a sociedade brasileira e que os resultados parciais dessa disputa condicionam suas alternativas tanto na esfera política quanto na econômica. Na análise que se segue, procuramos demonstrar a importância da inflexão observada, tentando levar em conta não só as mudanças, mas também as inércias que apareceram no período. Trata-se, assim, de uma sociologia econômica do conflito cultural, que procura, em algumas características da dinâmica cultural, as chaves para apreender a dinâmica econômica da sociedade.
Leitura completa AQUI.
8 de março de 2009
Campanha "Diga Não ao Bloqueio de Blogs"
Presume-se que o/a trabalhador/trabalhadora e estudantes tenham responsabilidade suficiente no uso do seu tempo na leitura de notícias via blog, sem que isto se torne um prejuízo na sua atividade profissional ou estudantil. Por isso, chega a ser escandaloso uma empresa ou uma instituição de ensino partir do pressuposto, de que as pessoas leitoras de blogues, páginas de Internet, apenas busquem "distração" na Internet!
Assim, o Dialógico se engaja na campanha Diga Não ao Bloqueio de Blogs, uma iniciativa GF Soluções e o Informação Virtual. Objetivos da campanha:
1. Conscientizar os blogueiros de que empresas, bibliotecas, faculdades e escolas bloqueiam blogs com palavras específicas na url como blogger, blogspot, blog, wordpress entre outros, sem levar em conta o conteúdo desses blogs.
2. Conscientizar os administradores de rede de empresas, bibliotecas, faculdades e escolas que nossos blogs possuem conteúdo relevante para seu colaboradores e estudantes.
Como participar
Escreva um post divulgando a campanha, coloque os banners da campanha em seu blog, orkut, myspace, facebook e envie essa notícia para seus amigos que trabalham em empresas ou estudam e frequentam escolas, faculdades e bibliotecas que bloqueiam nosso conteúdo. Vamos conscientizar os administradores de rede de que possuímos conteúdo relevante para seus colaboradores e estudantes.
Link para este post: http://informacaovirtual.com/iv/campanha-diga-nao-ao-bloqueio-de-blogs
Há 4 tipos de banners para o seu blog. Basta acessar o vínculo acima e escolher um modelo.
Ato em frente a FSP: PT não compareceu?
Nota de AgradecimentoAos que não se calaram - 8 DE MARÇO DE 2009
O Movimento dos Sem Mídia, por meu intermédio, agradece formalmente o apoio das seguintes pessoas físicas e entidades da sociedade civil ao Ato Público de Repúdio contra o jornal Folha de São Paulo que teve lugar no último sábado.
Articulação Mulher e Mídia
Celso Lungaretti
Central Única dos Trabalhadores - CUT
Centro Acadêmico Benevides Paixão - PUC - SP
Centro Acadêmico de História da Unicastelo - SP
Centro Acadêmico de História da USP
Centro Acadêmico Wladimir Herzog - fac. Casper Líbero
Ciranda em defesa à Educação Infantil
Círculo Bolivariano de SP
Coletivo Estudantil de Direito da PUC - SP
Coletivo Socialismo e Liberdade - PSOL
Conselho Indigenista Missionário de SP
Deputado Carlos Neder
Facesp - Federação das Assoc Comunitárias de SP
Fórum em Defesa da Infância
Fórum Permanente ex-presos políticos de São Paulo
Grêmio Libre Estudantil Bertold Brecht - ETESP
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos
Intervozes
Ivan Seixas
Jornal Brasil de Fato
Luiza Erundina
Marcha Mundial das Mulheres
Ministério da Justiça - Comissão de Anistia
Movimento das Fábricas Ocupadas - Flasko
Movimento do Ministério Público Democrático
Movimento pelo Voto Aberto no Congresso Nacional
Padre Júlio Lancelotti
PC do B
Portal Vermelho
Rede Social de Justiça e Direitos Humanos
Revista Caros Amigos
Sindicato dos Bancários
Setor de Direitos Humanos do MST
Sindicato dos Jornalistas de São Paulo
Sindicato dos Metroviários da Capital
Sindicato dos Tralhadores em Editoras de Livros de São Paulo- SEEL
Toshio Kawamura
TV Brasil
UBES - União dos Estudantes Secundaristas
UNE - União Nacional dos Estudantes
União da Mulher de SP
União de Núcleos de Educação popular para Negros
O Movimento dos Sem Mídia agradece o apoio e cumprimenta as pessoas e entidades supra mencionadas. Pedimos aqueles que porventura não foram citados que deixem aqui seu comentário para incluirmo-los na relação de agradecimentos. Explicamos que nossas anotações, devido ao acúmulo de manifestantes, foram precárias e alguns nomes ficaram ininteligíveis.
-----------------------
Como o presidente do MSM também ressaltou a dificuldade em anotar todos os nomes, solicita que escrevam para ele, a fim de atualização da lista. Ainda há tempo de verificar, se a ausência do PT é fato ou não. Para tanto, vá que alguém leia o Dialógico, mas não leia o Cidadania, favor deixar um comentário no blog do Eduardo, o Cidadania.com, acessando AQUI.
-----------------------
Segundo a polícia militar de SP, compareceram 65 pessoas ao ato. Olhem a foto e tirem suas conclusões!
Hoje, 8 de março

Hoje é dia...
Têm maridos e namorados que acreditam na violência física para se impor; o patrão ainda paga menos pelo mesmo trabalho que fazemos, e nada acompanha o seu cetro de rainha do lar, a não ser um trabalha infindável, desvalorizado e sem visibilidade. Por outro lado, questões novas exigem nossa urgente atuação, para preservar as condições necessárias à vida e à justiça social em nossa espécie, em nosso planeta.
Em que modelo de sociedade cabe a efetiva equidade entre os gêneros? Pagaremos nós, com mais trabalho, o preço pelos efeitos da crise econômica de que se fala? Continuaremos estimuladas a plantar e consumir transgênicos, agrotóxicos e gordura trans para preservar a crocância dos biscoitos, às custas da saúde de nossos filhos? Continuaremos alienadas do processo de decisão e representação política equitativa? Como agiremos para não nos limitar a cuidar das doenças resultantes dos desequilíbrios ambientais, provocados pela atitude voraz e devastadora de quem só pensa em concentrar renda?
Entre a Idade da Pedra e o Século XXI, já descobrimos que somos capazes de fazer tudo – e melhor. Falta-nos uma série de condições básicas para viabilizar as mudanças que se fazem necessárias e urgentes – mais sabemos improvisar, sabemos criar do nada.
Hoje, nos concedem um espaço na mídia, para dizer a que viemos –hoje é o dia da mulher. Concorremos com as floriculturas e a propaganda que espera transformar a data em mais um dia de consumo especial – mas não em nosso nome!
Da segurança do aquário com ondas se espalhando pela web, trazemos e discutimos essas questões – ora denunciando, ora alertando, ora mostrando e estimulando. Nosso programa de web-rádio. Assim como nós, milhares de rádios comunitárias navegam pela contramão das notícias oficiais. Poucas entre elas, muito poucas falam diretamente às mulheres. Mas fazem-no, do fundo da floresta amazônica, do alto do prédio do espigão da Av. Paulista, do cume das montanhas mineiras, com a voz e a coragem.
É importante saber. É urgente pensar. É fundamental se posicionar. E tomar o destino em nossas mãos.
Momentos históricos palmilham a História e nos mostram o caminho. A batalha pelo direito à educação. Pelo direito ao voto. Pelo controle do próprio corpo – que já se concedeu ao abolir a escravidão, mas que ainda se nega às mulheres. Olympes de Gouges morreu no cadafalso, em plena revolução francesa, por defender os direitos das mulheres. Operárias têxteis morreram reivindicando jornada e salário decentes. Outras contabilizaram vitórias. Revolucionárias e figuras históricas levantaram reivindicações, datas, marcos. Mulheres anônimas marcharam batendo em panelas vazias, empurrando e sustentando grevistas, iniciando ou engrossando a greve, a anistia, a manifestação, a democratização, a reivindicação. Textos, artigos, depoimentos, cursos, programas de rádio e TV, muita tinta, muitas idéias, muito papel, muitas formas.
Hoje, 8 de março, é dia internacional da mulher. É dia de balanço e de denúncia, é dia de ousadia. Hoje é o dia.
*Psicóloga, pesquisadora e também especialista em meio ambiente. Integrante da Executiva Nacional da Campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania. Preside o Observatório da Mulher, que integra a Articulação Mulher e Mídia (AMM).
Fotos: Melanie Cook
7 de março de 2009
Encerrado o ato Ditabranda
O Eduardo Guimarães, do blog Cidadania.com e presidente do MSM, está de parabéns!!!!
Nós acompanhamos, em tempo real, as publicações do blog Nas Retinas e do Guto Carvalho via Twitter e tivemos, até agora, mais de 400 visitas.
Adoramos a experiência e esperamos ter colaborado com a divulgação deste ato a contento.
Agora, aguardaremos mais notícias sobre as repercussões e mais fotos. Como o Dialógico entra em curtíssimo recesso, acompanhem essas informações através dos blogues:
Nas retinas
Blog do Guto Carvalho
e via Twitter [recomendamos a inscrição, foi uma excelente ferramenta - valeu, Hélio, pela insistência].
Ato bombando em frente a FSP
gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjp7 - banners sobre torturadores #ditabranda
gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjto - microfone aberto, dê seu depoimento #ditabranda
gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjxb -Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra presentes no ato #ditabranda
Via Twitter
gutocarvalho: eduardo guimarães inicia o ato #ditabranda
gutocarvalho: a coisa está fervendo, vários pessoas gravando, fotografando, blogando, eduardo continua lendo o manifesto #ditabranda
gutocarvalho: temos mais de 200 pessoas na porta da folha, com placas, cartazes, banners, vamos subir algumas fotos #ditabranda
gutocarvalho: segura as pontas notebook, segura as pontas, só tem 30 pessoas penduras #ditabranda :)
gutocarvalho: na base do olhometro já tem umas 500 pessoas #ditabranda
gutocarvalho: ivan seixas ao microfone #ditabranda
gutocarvalho: tem uma galerinha estranha que chegou querendo bagunçar, não entrem na onda, vamos conter os exaltados #ditabranda ato pacífico!
gutocarvalho: @emerluis nos bastidores agregando informações e falando com jornalistas #ditabranda vai ficar tudo nas retinas!
gutocarvalho: Eduardo Guimarães está no twitter @eduguim #ditabranda
gutocarvalho: jornalistas da folha aparecendo para cobrir o ato #ditabranda
gutocarvalho: base digital do ato #ditabranda http://twitpic.com/1wikb
gutocarvalho: foto da os colaboradores como ato #ditabranda http://twitpic.com/1wijq
gutocarvalho: sites conservadores continuam sem falar uma linha do ato contra a #ditabranda
gutocarvalho: Estatísticas do movimento contra a #ditabranda mais de 100 sites abordaram o tema, somando temos mais de 60 mil visualizações dia....
gutocarvalho: .... sobre a #ditabranda, tudo feito em menos de 1 semana, informações circulando de forma independente na internet com liberdade!
gutocarvalho: toda a infra-estrutura wireless do ato contra a #ditabranda foi feita com tecnologia livre/open source/linux .
gutocarvalho: galera do softwarelivre aparecendo por aqui, to com camiseta do FISL8 e o pessoal tem vindo falar comigo e ver a infra #ditabranda
gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjkt - foto dos participantes do ato #ditabranda
gutocarvalho: http://twitpic.com/1wjto - microfone aberto, dê seu depoimento #ditabranda
gutocarvalho: mais de 8 cabos USB ligados no micro, baixando fotos de 4 máquinas ao mesmo tempo #ditabranda
gutocarvalho: quem quiser disponibilizar as fotos para galera da ilha digital é só passar aqui na lanchonete que copiamos agora! #ditabranda
gutocarvalho: A BAND acaba de chegar para cobrir o evento, é o primeiro grande veículo que chega aqui, começamos a repercutir #ditabranda
gutocarvalho: TVBrasil presente no ato #ditabranda
gutocarvalho: Depois de 3 horas de ato a manifestação se encerra #ditabranda
Começou o ato Ditabranda
Começo ato Ditabranda
Até o momento pelo menos 100 pessoas estão presentes em frente ao prédio da Folha de São Paulo.
Viaturas da polícia em frente a Folha
Policiais estão presentes para acompanhar o ato. Viaturas passam o tempo todo em frente do jornal.
Seguranças da Folha
Barbosa, o primeiro a chegar vindo de Taubaté, informa que desde 8h seguranças da Folha estão de prontidão.
Leitura do manifesto
O primeiro ato da manifestção será a leitura do manifesto do Movimento dos Sem Mídia.
Faixas contra a ditabranda da Folha
Os manifestantes estenderam faixas em frente da Folha: A ditadura foi branda para a Folha. Ditadura nunca mais

Eduardo Guimarães começa o ato
Eduardo agradece a todos os presentes pela vinda, de Goiania, Brasília, Taubate, São Roque e São Paulo
Palmas do publico
Publico aplaude o ato e a coragem de todos que comparecem ao ato. Eduardo lembra que esta sendo apagado da memoria dos jovens as informaçoes reais sobre a ditadura.
Manifesto
Leitura do manifesto do MSM. Repudio a revisão historica da ditadura no Brasil. A naçao brasileira foi usurpada, com censura e tortura.
Limites a Chaves
Eduardo lembra que o editorial da Folha minimizou a ditadura no Brasil para atacar o presidente da Venezuela Hugo Chavez
Mais de 200 pessoas
Neste momento, dois lados da Barao de Limeira estao tomados. Mais de 200 pessoas ocupam a rua.
Manifesto
A Folha abriu espaço para pessoas que defendem metodos de controle da cidadania.
Uso da Internet
Toda a mobilizaçao para o ato desta manhã foi feita pela internet.
Imprensa presente
Funcionarios da Rede Record estao presentes ao ato.
Apeoesp
A APEOESP subsede norte em reunião dos representantes de escola publicou uma moçao de apoio a manifestacao e repudio ao editorial da Folha na ultima quarta, segundo Segisvaldo Caldo, da Apeoesp.
Ines Buschel
Promotora de Justica aposentada de SP, fundadora do Movimento do Ministerio Publico democratico, cuja missão é difundir a doutrina dos direitos humanos nas instituicoes da justica, em especial dos ministerios publicos do Brasil, presente ao ato. O MP democratico enviou protesto a Folha, que sequer publicou.
Ines Buschel
Promotora de Justica aposentada de SP, fundadora do Movimento do Ministerio Publico democratico, cuja missão é difundir a doutrina dos direitos humanos nas instituicoes da justica, em especial dos ministerios publicos do Brasil, presente ao ato. O MP democratico enviou protesto a Folha, que sequer publicou.
Marco Aurelio de Araujo Silva
Presente ao ato, o estudante de pedagogia da USP, com mais cinco estudantes, repudiam a forma com a qual a Folha de São Paulo distorce a historia, menosprezando o sofrimento das vitimas e a luta pelos direitos humanos.
Julio Lancelotti
O padre Julio lenbra que imprensa brasileira não lembrou os 100 anos de nascimento de D. Helder Camara
Lula Ramires
Coordenador do Corsa, entidade de defesa da cidadania GLBT, presente ao ato, diz que é um acinte um veiculo como a Folha distorcer a memória historica do povo brasileiro, relativizando todo o horror que o Brasil viveu sob a ditadura.
Presente ao ato
Deputado estadual Carlos Néder.
Flavia Brites
Presente ao ato, a sociologa Flavia Brites nos informa que está começando um novo blog, Algodão Hidrofilo no endereo flaviabrites.blogspot.com
Números da rede
Mais de 100 blogs agregados ao planeta conseguiram somar 60.000 visitas, todas tratando do tema ditabranda
União via rede
A mobilização, que trouxe 500 pessoas para a porta da Folha, foi realizada sem ajuda da imprensa tradicional. Tudo foi realizado via Internet, por Twitter e e-mail.
Pablo Simpson
Vindo de Campinas para o ato, o professor Pablo está cedendo fotos de hoje para publicarmos nos sites
Rodrigo Vianna
Pelo blog Escrevinhador, está presente no ato o jornalista Rodrigo Vianna
Rollan Hirano
Com uma camiseta estampada Abaixo a Ditabranda, o estudante Rollan comperece ao ato na porta da Folha
Dalva Oliveira
Filiada e fundadora do Movimento dos Sem Midia, Dalva é uma cidada que luta ccontra a ditabranda da Folha por ser testemunha da história política no Brasil.
Repercussão
Com a repercussão do ato na rede, até a TV Band está presente
Policiais presentes na manifestação

Policiais presentes na manifestação
Ato encerrado
Quase duas horas e meia depois, termina o ato em frente ao prédio da Folha
Muito material
Temos muito material para subir entre fotos e videos. Isso ocorrerá ao longo do dia.





























